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29 fevereiro 2012

Assembleia de São Paulo aprova ficha limpa para o funcionalismo público

Ponto para o Picolé-de-Chuchu e seus colegas!! Para que não digam que eu pego no pé dele...

Na semana passada, na esteira da aprovação pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse que estenderia a todo o Executivo a Lei da Ficha Limpa.

São Paulo – A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou, por unanimidade, na noite desta quarta-feira, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que institui a Ficha Limpa a todo o funcionalismo público estadual. O projeto, de autoria do deputado estadual Orlando Morando (PSDB), é mais amplo que o decreto que o governador Geraldo Alckmin deve publicar no Diário Oficial do Estado.

Segundo o parlamentar, a PEC abrange, além do Executivo, também o Legislativo, Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública. Cabe agora ao presidente da Assembleia Legislativa, deputado Barros Munhoz (PSDB), a promulgação da PEC.

O texto de Morando sugere que seja vedada a nomeação de pessoas que se enquadram nas condições de inelegibilidade nos termos da legislação federal para os cargos de secretário de Estado, secretário-adjunto, procurador geral de Justiça, procurador geral do Estado, defensor público Geral, superintendentes e diretores de órgãos da administração pública indireta, fundacional, de agências reguladoras e autarquias, o delegado geral de Polícia, reitores das universidades públicas estaduais e ainda para todos os cargos de livre provimento dos três poderes do Estado.

MATÉRIA COMPLETA:

http://popularewww.d24am.com/noticias/politica/assembleia-de-sao-paulo-aprova-ficha-limpa-para-o-funcionalismo-publico/51617


24 fevereiro 2012

Pacote de R$ 1,8 bi prevê mais 8 km de Marginal do Pinheiros na zona sul

E o transporte público mesmo?! R$ 1,8 bilhões acho que é mais do que custou toda a Linha 4 do Metrô, mas isso parece não ser mais importante do que abrir mais uma frente para a especulação imobiliária...

SÃO PAULO - A margem direita da Marginal do Pinheiros, sentido zona sul, vai ganhar 8 quilômetros de pista na região de Interlagos. O prolongamento faz parte do novo plano viário apresentado pela Prefeitura para desafogar o trânsito local. Com investimento previsto em R$ 1,8 bilhão, o projeto lista ainda outras nove intervenções em vias próximas, como as Avenidas Guarapiranga, Cachoeirinha e M’Boi Mirim, em um prazo de quatro anos.

A extensão começa na Avenida Guido Caloi, na altura da Ponte Transamérica. Para esse ponto, estão programadas três novas faixas de tráfego, além de uma ciclovia com 3 metros de largura até a Ponte Vitorino Goulart da Silva, já nas proximidades do Autódromo de Interlagos. O conjunto ainda prevê uma nova ponte sobre o rio e outra sobre um dos canais da Represa do Guarapiranga.

MATÉRIA COMPLETA:

http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,pacote-de-r-18-bi-preve-mais-8-km-de-marginal-do-pinheiros-na-zona-sul,839679,0.htm

23 fevereiro 2012

Marinho exige presidência da comissão do terceiro aeroporto de SP

O prefeito de São Bernardo do Campos, Luiz Marinho, fez questão de presidir a comissão de estudos do terceiro aeroporto da região metropolitana de São Paulo, criada pelo governo do estado.

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22 fevereiro 2012

São Paulo é a 45.ª melhor cidade do mundo para fazer faculdade, de acordo com levantamento inédito divulgado nesta quarta-feira, 15, pela QS - grupo de pesquisa que publica anualmente um dos mais importantes rankings de universidades do planeta.


Faculdade de Direito da USP, no centro de São Paulo - Jonne Roriz/AE-10/8/2007
Jonne Roriz/AE-10/8/2007
Faculdade de Direito da USP, no centro de São Paulo

Paris ocupa o topo da lista do novo estudo, seguida por Londres, Boston e Melbourne. Outras seis cidades europeias completam a relação de top 10.

Na América Latina, São Paulo fica atrás de Buenos Aires (24.º lugar), Cidade do México (31.º) e Santiago (41.º).

Segundo o ranking, Cingapura, na 12.ª colocação, é a melhor cidade asiática para estudar. Depois vêm Hong Kong (19.ª) e Tóquio (19.ª).

A Austrália é o único país com duas cidades entre as 10 mais bem avaliadas: além de Melbourne, emplacou Sidney, na 6.ª posição.

MATÉRIA COMPLETA:

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,sao-paulo-e-a-45-melhor-cidade-do-mundo-para-fazer-faculdade-diz-ranking,836246,0.htm

São Paulo é a 45.ª melhor cidade do mundo para fazer faculdade, de acordo com levantamento inédito divulgado nesta quarta-feira, 15, pela QS - grupo de pesquisa que publica anualmente um dos mais importantes rankings de universidades do planeta.


Faculdade de Direito da USP, no centro de São Paulo - Jonne Roriz/AE-10/8/2007
Jonne Roriz/AE-10/8/2007
Faculdade de Direito da USP, no centro de São Paulo

Paris ocupa o topo da lista do novo estudo, seguida por Londres, Boston e Melbourne. Outras seis cidades europeias completam a relação de top 10.

Na América Latina, São Paulo fica atrás de Buenos Aires (24.º lugar), Cidade do México (31.º) e Santiago (41.º).

Segundo o ranking, Cingapura, na 12.ª colocação, é a melhor cidade asiática para estudar. Depois vêm Hong Kong (19.ª) e Tóquio (19.ª).

A Austrália é o único país com duas cidades entre as 10 mais bem avaliadas: além de Melbourne, emplacou Sidney, na 6.ª posição.

MATÉRIA COMPLETA:

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,sao-paulo-e-a-45-melhor-cidade-do-mundo-para-fazer-faculdade-diz-ranking,836246,0.htm

A história de uma marmelada documentada 131 A história de uma marmelada documentada 131

E depois falam do Brasileiro de 2005...

Em 1968, o Palmeiras corria o risco de ser rebaixado no Campeonato Paulista caso perdesse o jogo contra o Guarani, em seu penúltimo jogo pelo estadual.

O alviverde da capital tinha priorizado a disputa da Libertadores e acabou tendo de jogar uma série de partidas seguidas, anteriormente adiadas no estadual.

Foi então que o Guarani escalou um time reserva e com um jogador em situação irregular, de maneira tal que se o time campineiro vencesse o paulistano poderia buscar na justiça esportiva os pontos perdidos.

Nem foi necessário porque o 1 a 1 , no Brinco de Ouro, no dia 29 de junho de 1968, um sábado à tarde, garantiu o Palmeiras na divisão de cima.

A história era conhecida, mas que havia sido garantida por documentos é a novidade que a revista comemorativa do centenário do Comercial de Ribeirão Preto, editada pelo jornalistaLuiz Eduardo Arruda Rebouças, revela, como se pode constatar abaixo.

E com registro em cartório!

MATÉRIA COMPLETA:

http://blogdojuca.uol.com.br/2012/02/a-historia-de-uma-marmelada-documentada/


02 fevereiro 2012

Projeto Urbanístico

O Projeto Urbanístico Específico para a Nova Luz tem como missão definir as bases para a requalificação da região e a implementação de equipamentos e serviços que reforcem suas características comerciais, sociais e culturais. Entre os aspectos avaliados pela equipe do Consórcio estão sendo consideradas as mudanças climáticas e econômicas futuras, de forma a propor um redesenho urbano sustentável que sirva como exemplo para outros projetos no Brasil e no exterior.

Os estudos preliminares desenvolvidos até o momento já estão à disposição para que a população conheça, avalie e contribua com sugestões para a construção de um plano urbanístico que atenda verdadeiramente às necessidades e anseios de moradores, comerciantes e visitantes, e da comunidade paulistana como um todo.

O resultado final deste esforço conjunto entre o Consórcio Nova Luz, a Prefeitura de São Paulo e a população será entregue à cidade em 2011. Ele garantirá as bases para que este novo traçado proposto para a Nova Luz seja implantado a partir de um processo licitatório que selecionará a empresa ou o grupo de empresas responsáveis por sua execução.

MATÉRIA COMPLETA:

01 fevereiro 2012

Urbanistas veem processo de 'higienização' no projeto Nova Luz

Desde o dia 3 de janeiro a região da Cracolândia, localizada no centro de São Paulo, é palco da Operação Integrada Centro Legal. O objetivo, de acordo com a prefeitura da capital paulista, é combater o tráfico de drogas na região, diminuir a criminalidade e recuperar as áreas degradadas da Nova Luz. Em contrapartida, organizações sociais e especialistas alegam que a ação é uma “higienização” social que favorece a especulação imobiliária com o Projeto Urbanístico para a Nova Luz, que pretende “requalificar” a região com empreendimentos imobiliários.


MATÉRIA COMPLETA:

http://br.noticias.yahoo.com/projeto-urban%c3%adstico-da-nova-luz-e-a-especula%c3%a7%c3%a3o-imobili%c3%a1ria.html

Kassab oferece a Lula terreno da Cracolândia para memorial

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), afirmou na tarde desta quarta-feira que a prefeitura deve conceder ao Instituto Lula um terreno na Nova Luz, área conhecida como Cracolândia, para a construção de um "memorial da democracia". Segundo a prefeitura, a área é de 4,4 mil m² e deve ser cedida por 99 anos mediante contrapartidas ao instituto do ex-presidente.

"Procurei Lula há 6 meses e ofereci o terreno. É importante para a cidade e importante para o memorial", disse o prefeito. De acordo com o instituto, o local abrigará o acervo de Lula e da Presidência da República. O museu terá como tema os movimentos sociais e, de acordo com o prefeito, deve contribuir para o desenvolvimento econômico da área onde até o início deste ano servia como ponto de encontro de dependentes químicos.

MATÉRIA COMPLETA:

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5589078-EI7896,00-Kassab+oferece+a+Lula+terreno+da+Cracolandia+para+memorial.html

28 janeiro 2012

Golpe de 1964 foi 'revolução' segundo Secretaria da Segurança de São Paulo

O site da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo na internet descreve o golpe de 1964, início da ditadura militar que durou até a eleição de Tancredo Neves, em 1985, como uma “revolução” que teve como objetivo se opor à política de esquerda do então presidente João Goulart.

“Em 31 de março de 1964 iniciou-se a Revolução, desencadeada para combater a política sindicalista de João Goulart”, diz o texto.

A informação faz parte da linha do tempo da página institucional da Secretaria. O texto é ilustrado por um desenho no qual um militar aparece em destaque, o símbolo comunista (foice e martelo) coberto por um “x” e uma faixa da marcha da família com Deus pela liberdade, manifestação organizada pela organização católica de extrema direita TFP (Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade).

MATÉRIA COMPLETA:
http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/golpe-de-1964-foi-revolucao-segundo-secretaria-da-seguranca-de-s/n1597602782270.html

01 janeiro 2012

Investimento de quase 20 milhões move são paulinos por Copa SP

‎"Os números beiram R$ 19 milhões e incluem reformas estruturais no local onde será feita a pré-temporada do profissional. Cerca de metade desse valor foi captada via Lei de Incentivo Fiscal."

PS: Só uma coisa, Lei de Incentivo Fiscal também é dinheiro público, não?! Há bom... só para lembrar.

http://esportes.terra.com.br/futebol/copa-sao-paulo/2012/noticias/0,,OI5539747-EI19502,00-Investimento+de+quase+R+milhoes+move+saopaulinos+por+Copa+SP.html

23 dezembro 2011

Projeto quer devolver o glamour ao pq. D. Pedro;

MARIO CESAR CARVALHO
EVANDRO SPINELLI
DE SÃO PAULO

Parque bucólico afrancesado, Ilha do Amores, um pedacinho de Paris no centro de São Paulo --o parque Dom Pedro, de 1922, já foi tudo isso, até virar uma barafunda que nem parque é.

É esse nó que o projeto do escritório Una, feito em conjunto com os urbanistas Regina Meyer, Marta Gronstein e José Borelli, quer desatar.

A ideia central é reconectar o centro da cidade com a zona leste, organizar o caos de transporte e criar uma paisagem que tem até uma lagoa, segundo a arquiteto Fábio Valentim, do Una.

REPORTAGEM COMPLETA:

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1025345-projeto-quer-devolver-o-glamour-ao-pq-d-pedro-veja-detalhes.shtml

21 dezembro 2011

Instituto Moreira Salles terá sua sede na Avenida Paulista

Novo projeto que deve revitalizar ambientes para as artes na região é apresentado

http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,instituto-moreira-salles-tera-sua-sede-na-avenida-paulista,813580,0.htm

Jotabê Medeiros - O Estado de S.Paulo
A oferta cultural da financista Avenida Paulista deve melhorar consideravelmente em breve. Suprida por espaços esparsos (como o Centro Cultural da Fiesp, o complexo Reserva Cultural da Gazeta, o Itaú Cultural, o Masp e a Casa das Rosas), o maior centro capitalista do País deve receber agora os 1,2 mil m² do novo museu do Instituto Moreira Salles (IMS), entre as ruas Bela Cintra e Consolação.


ReproduçãoÍcone novo. Entre a Rua Bela Cintra e a Consolação
O projeto, resultado de um concurso aberto em setembro, foi apresentado nesta segunda-feira pelo IMS. O vencedor é o escritório Andrade Morettin Arquitetos, que bateu cinco entre os melhores escritórios do País: Bernardes Jacobsen Arquitetura, SPBR Arquitetos, Una Arquitetos, Studio MK 27 (de Marcio Kogan) e Arquitetos Associados.

Serão três andares com cinema e auditório para 200 pessoas, uma biblioteca de fotografia, salas de aula para cursos, cafeteria, loja e administração. O edifício será acessível diretamente a partir da calçada da Paulista, já que haverá uma espécie de praça sob o edifício, um vão livre, aberto ao público. A construção, de aço e com fachada de vidro (uma "pele" dupla, que inclui u-glass, um vidro industrial) se inicia a 15 metros de altura do térreo. "Remete um pouco ao metrô, àquela coisa veloz. O visitante entra e de repente é lançado no edifício, quando vê já está dentro", diz o arquiteto Marcelo Morettin.

Morettin e seu sócio, Vinicius Andrade, buscaram valorizar, com seu projeto vencedor, a interface do prédio com o ambiente urbano. O arquiteto Vinicius Andrade considera que o edifício é também uma reação ao discurso de que o solo da Avenida Paulista só pode se valorizar enquanto mercadoria - discurso exacerbado recentemente pelo fechamento do Cine Belas Artes, um xodó da cidade.

"(O museu) é um mirante, mas ao mesmo tempo é um espaço urbano", diz Andrade. Os dois fundaram o escritório há 14 anos e, entre seus feitos, contam-se um centro cultural da Petrobrás em Itaboraí, o Instituto de Pesquisa HPV e o Edifício Comercial Box 298 (São Paulo), além de projetos temporários em instituições americanas, como o Bronx Museum, em Nova York, e o Museum of Contemporary Art, de Chicago.

20 dezembro 2011

Kassab estuda ajudar São Paulo, Palmeiras e Lusa após benefício fiscal ao Corinthians

Para acabar a choradeira, mas lembrando que os benefícios para o estádio do Corinthians são para garantir a abertura em SP (que não seria possível no Morumbi muito menos no Pq Antártica).
Também tem muita gente que se esquece, ou desconhece, que o Metrô só terá estação no Morumbi (duas) por causa do estádio.


O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, informou que pretende oferecer auxiliar São Paulo, Palmeiras e Portuguesa. A ajuda dada pelo órgão público ao Corinthians, por meio de benefício fiscal de R$ 420 milhões para a construção do Itaquerão, gerou revolta de outros clubes perante a prefeitura.

VEREADOR SP BOICOTADO POR KASSAB E PEDE MESMOS DIREITOS DE ARQUIRRIVAIS

  • Folhapress

    O contrato entre São Paulo e Prefeitura estabelece que o CT utilizado pelo clube seja devolvido ao órgão público daqui 10 anos. Ex-superintendente de futebol tricolor e atualmente vereador do DEM, Marco Aurélio Cunha alega que Corinthians e Palmeiras ganharam prazos maiores, considera o time do Morumbi "boicotado", e propôs projeto de lei pedindo para que a concessão do terreno do CT tricolor seja estendida por mais 50 anos, igualando aos prazos dos rivais.

Ao São Paulo, Kassab estuda ampliar o acordo de comodato com o clube. O terreno do CT pertence à prefeitura e terá de ser devolvido pelo clube até 2021. O prazo pode ser ampliado por mais 20 anos.

“Criei um grupo de trabalho para avaliar como dar apoio aos demais clubes de São Paulo”, destacou Kassab ao jornal O Estado de S. Paulo.

Kassab terá encontro nesta terça-feira com o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, para conhecer o projeto de construção de cobertura do Morumbi e do hotel planejado para ficar ao lado do estádio.

Com o Palmeiras, além da possibilidade de aumentar o prazo de comodato do CT alviverde, Kassab também cogita a possibilidade de oferecer benefícios fiscais para a construção da arena do clube. O clube deseja a redução das contrapartidas exigidas pela prefeitura para erguer o estádio.

Já a Portuguesa quer que a prefeitura pare de cobrar o aluguel do terreno onde fica o Canindé, estádio do clube.

19 dezembro 2011

Prefeitura lança plano antienchente, mas obras só sairão depois do verão

http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,prefeitura-lanca-plano-antienchente-mas-obras-so-sairao-depois-do-verao,812713,0.htm

Primeira fase prevê 31 ações de microdrenagem em oito regiões; lista inclui construção de bocas de lobo, galerias e muros de contenção


Adriana Ferraz e Felipe Frazão, de O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO - Considerado essencial para reduzir o número de ruas da capital que sofrem com alagamentos crônicos, o investimento em obras de microdrenagem ficou para o último ano da gestão Gilberto Kassab (PSD). Mas o novo plano antienchente da Prefeitura, obtido com exclusividade pelo ‘Estado’, só deve trazer benefícios à cidade no verão de 2013. Até lá, as 130 vias mapeadas como críticas continuarão sob risco de encher.

Veja lista de obras previstas

http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,primeira-fase-do-programa-de-reducao-de-alagamentos-lista-de-enderecos,812698,0.htm

A primeira fase do Programa de Redução de Alagamentos (PRA) lista 31 intervenções em oito regiões com histórico de enchentes: Lapa e Jaguaré, na zona oeste, Ermelino Matarazzo, Itaim Paulista, Itaquera, Vila Formosa e Mooca, na leste, e Capela do Socorro, na sul. O conjunto de obras tem custo estimado de R$ 50 milhões e inclui construção de galerias pluviais, bocas de lobo e muros de contenção em margens de córregos.


Elaborado pela Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb), o programa não prevê intervenções que exigem remoção e remanejamento de moradores. Nem obras maiores, como canalização de córregos, que já são feitas em paralelo pela gestão. A primeira fase será licitada em janeiro e tem prazo de 6 meses de execução. A estimativa é investir R$ 130 milhões em serviços de microdrenagem.


O mapeamento priorizou ruas e avenidas com alagamentos reincidentes ao longo de mais de dez anos. Ele foi obtido a partir do cruzamento de informações registradas pelas subprefeituras e pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). As intervenções têm tamanhos e custos variados - vão de R$ 200 mil a R$ 7 milhões.


Mas a própria Prefeitura admite que os investimentos não resolverão por completo o problema das enchentes. Quando prontas, as obras devem reduzir a frequência com que as vias selecionadas alagam e até o tempo em que ficam cheias, mas não impedir que a enchente ocorra. “Se uma rua ficava alagada por meia hora, depois da obra ficará cheia por 5 minutos e talvez dê para passar”, diz o superintendente substituto de obras da Siurb, Gilberto Ulanin.


A intenção, segundo o secretário de Infraestrutura Urbana e Obras, Elton Santa Fé Zacharias, é pelo menos minimizar transtornos enfrentados por moradores das vias identificadas no programa. “O PRA pretende remover alguns pontos críticos e reincidentes de alagamento”, diz.


Drenagem. A execução de pequenas obras de drenagem vai contra a política adotada nos últimos dez anos para combater enchentes em São Paulo. Nesse período, a verba municipal foi empenhada em grandes obras, como a construção de piscinões e canalização de córregos. O Estado também seguiu a tendência - só o aprofundamento da calha do Rio Tietê para evitar seu transbordamento em dias de chuva custou R$ 3 bilhões.


Mas, segundo especialistas, os altos investimentos foram consumidos pelo constante processo de impermeabilização da cidade. A criação de avenidas ou faixas de tráfego (como as novas pistas da Marginal do Tietê) e o boom imobiliário determinam o prazo de validade das obras, cada vez mais curto. Só neste ano, por exemplo, o Tietê, mesmo com a calha mais funda, transbordou três vezes.


Em algumas ruas de bairro, porém, pequenas intervenções podem funcionar. A implantação de uma simples boca de lobo ajuda a dar vazão à água acumulada das chuvas. O mesmo resultado é obtido com a ampliação de uma galeria pluvial já defasada. Nos dois casos, porém, a boa drenagem depende da manutenção dos equipamentos, que não podem estar sujos.

18 dezembro 2011

Alckmin quer que Estado economize R$ 900 milhões em custeio


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse aos seus 26 secretários o que espera de 2012: que o Estado economize R$ 900 milhões em sua manutenção.

"É economia de luz, telefone, água, diária, aluguel, terceirizações, enfim, gastos de custeio", afirmou neste sábado (17) em reunião com o primeiro escalão do governo estadual, no Palácio dos Bandeirantes.

Para controlar os gastos, cada secretaria terá o "guardião da economia". A supervisão de todos eles ficará a cargo da Secretaria de Gestão Pública --chefiada por Cibele Franzese desde a recente saída do presidente do PSDB paulistano, Julio Semeghini, que foi para o Planejamento.

O governador espera que as medidas de austeridade amorteçam o impacto da crise financeira internacional.

ACELERADOR

Paralelamente, Alckmin disse que o governo vai "começar o ano fortemente pisando no acelerador".

Para obras e serviços, anunciou-se investimento de R$ 22 bilhões do orçamento estadual, além de R$ 3 bilhões de PPP (Parceria Público Privada). Ao longo de quatro anos, foram previstos R$ 12 bilhões em financiamentos.

O governador fez um balanço de 2011 em encontro com os secretários de Estado, além de dirigentes de fundações, empresas e autarquias do governo.

16 dezembro 2011

Com novos ramais e ligações, governo do Estado quer ''Metroanel'' até 2030

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,com-novos-ramais-e-ligacoes-governo-do-estado-quer-metroanel-ate-2030,772382,0.htm


Trecho da zona norte faria rede ficar parecida com a de Londres; até 2020, meta é passar dos atuais 70 km de trilhos para 184 km


Rodrigo Brancatelli e Rodrigo Burgarelli - O Estado de S.Paulo

Hoje com 62 estações, o Metrô de São Paulo quer chegar até 2020 com mais que o dobro de paradas, exatas 161. A rede, historicamente criticada por não dar conta de uma megalópole de 11 milhões de moradores, passaria então de atuais 70,6 km para 184,2 km de extensão, quase o mesmo índice de cidades como Tóquio e Cidade do México. Os novos ramais subterrâneos e os trechos de superfície que estão sendo planejados pelo governo estadual farão com que a Região Metropolitana ganhe até um "Metroanel" em 2030, ligando os ramais e criando um mapa metroferroviário muito parecido com o das grandes metrópoles mundiais.

Os projetos estão no plano estratégico de investimentos do Metrô, obtido pelo Estado, chamado pelos técnicos de "Expansão 2020". Esse estudo detalha todas as novas linhas já programadas, os ramais em estudo e a integração com outros meios de transporte. Até o fim de 2014, último ano da gestão Geraldo Alckmin (PSDB), R$ 27,4 bilhões serão investidos nas Linhas 5-Lilás, 15-Branca, 17-Ouro, 4-Amarela e 18-Bronze. Além delas, o governo estadual já enviou para a Assembleia Legislativa o detalhamento para a construção de duas novas linhas, a 20-Rosa (que vai ligar a Lapa, na zona oeste, ao bairro de Moema, na zona sul) e a chamada 19-Celeste (que ultrapassará os limites entre municípios e ligará a Avenida Jornalista Roberto Marinho, na zona sul, a Guarulhos).

Para além desse período, o Metrô já conta com estudos preliminares para a construção de diversos novos ramais e trechos, como a Linha 23-Preta, que pretende ligar o Pari, no centro, a São Miguel Paulista, na zona leste, e a Linha 21-Roxa, da Vila Prudente, na zona leste, a Cachoeirinha, na zona norte. Se todos os planos saírem do papel, São Paulo passaria a ter 76 pontos de conexão para os passageiros, contra apenas dez atuais. Há também planos para a criação da Linha 16, chamada de Arco Norte, que ajudaria a criar um ramal circular para ligar boa parte da rede metroferroviária.

"Seria uma espécie de Circle Line (linha circular), como a que existe em Londres, fazendo um círculo e unindo todas as outras linhas", diz o arquiteto e urbanista Alberto Epifani, gerente de Planejamento e Integração de Transportes Metropolitanos do Metrô. "A ideia é que a rede abarque realmente a Região Metropolitana. Pelos nossos estudos atuais, esses seriam os melhores investimentos a serem feitos no metrô."

Prioridades. De acordo com Epifani, os projetos até 2015 estão garantidos do jeito que estão detalhados no estudo "Expansão 2020". Para os outras linhas, novas projeções de demanda serão feitas no ano que vem, o que pode alterar detalhes e prioridades. "Não vai mudar muito o que está sendo planejado até 2020 e 2030, o que vai mudar é aumentar a prioridade de uma linha ou outra", explica. "Ainda vamos aferir as nossas pesquisas de origem e destino para saber a necessidade dos usuários. Se muda a economia, pode cair o custo de deslocamento, o que muda também a nossa projeção. Mas a intenção, o ideal para a Região Metropolitana, seria isso que está no estudo da expansão."

O Metrô também aponta em seu plano de investimentos os novos prazos de entrega dos trechos que estão atualmente em construção - isso se nenhuma ação judicial ou acidente atrasar o cronograma. Em 2013, o governo estadual espera entregar a Linha 5-Lilás até a Estação Adolfo Pinheiro e a expansão da Linha 2-Verde (conhecida como Linha 15-Branca) da Vila Prudente até a Estação Oratório.

Para 2014, essa mesma Linha 15-Branca chegará até São Mateus e o monotrilho da Linha 17-Ouro vai ligar o Morumbi a Congonhas. Já para 2015, a Linha Lilás será estendida até a Chácara Klabin e a Linha 18-Bronze vai levar da Estação Tamanduateí até o Paço Municipal de São Bernardo do Campo. "A não ser que aconteça algo fora do nosso planejamento, esses ramais estão garantidos", diz Epifani.

A gestão Alckmin também quer encaminhar o início da construção da Linha 6-Laranja, que vai da Estação São Joaquim, já existente na Linha 1-Azul, a uma futura estação em Brasilândia, na zona norte. No estudo do Metrô, já há a intenção de ampliá-la até a Rodovia dos Bandeirantes e à Cidade Líder, na zona leste.



Comentário [muito pertinente, por sinal] da notícia encontrada em um BLOG:

http://desfazendonos.wordpress.com/2011/09/16/metroanel/

Metrô do Rio quer operar nova linha em SP

http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,metro-do-rio-quer-operar-nova-linha-em-sp,788252,0.htm

PPP faria a Linha 20-Rosa (Lapa-Moema) sair antes do previsto, com obras em 2014

Bruno Ribeiro - O Estado de S.Paulo
SÃO PAULO - A Invepar, empresa que controla as duas linhas de metrô do Rio, procurou o governo do Estado para propor uma Parceria Público-Privada (PPP) para a construção da futura Linha 20-Rosa, que vai da Lapa, na zona oeste, a Moema, na zona sul, passando pela região da Avenida Brigadeiro Faria Lima. Com isso, a linha, estimada para receber 600 mil passageiros por dia, poderá sair antes do tempo previsto e deve ter as obras iniciadas em 2014.

A Invepar é formada por fundos de pensão (de funcionários do Banco do Brasil, da Petrobrás e outros) e pela construtora OAS. Ela enviou uma Manifestação de Interesse Privado (MIP) à Secretaria de Transportes Metropolitanos na semana passada. O documento está sendo avaliado pela Secretaria de Estado da Gestão Pública.

O MIP, entretanto, não é uma garantia de que a Linha 20-Rosa terá sotaque carioca. Segundo a regra das PPPs do Estado, o Metrô terá de informar o mercado sobre a proposta, por meio de um edital que deve ser publicado na semana que vem, e esperar por propostas de outros grupos.

O secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, avalia que o processo de análise das propostas - tanto da Invepar quanto de eventuais outros interessados - só deve estar concluído em março de 2013. Depois, o vencedor terá de obter as licenças ambientais e fazer, com o Estado, as desapropriações necessárias para a construção da futura linha.

A Invepar diz pouco sobre seus interesses na linha. Em nota, o gerente de Comunicação da empresa, Gabriel Nogueira, diz apenas que "a Invepar acredita que o transporte metroferroviário é essencial para o crescimento ordenado das grandes cidades e o desenvolvimento do Brasil".

Lei aprovada na Câmara de SP autoriza mais prédios na Faria Lima

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1022148-lei-aprovada-na-camara-de-sp-autoriza-mais-predios-na-faria-lima.shtml

EVANDRO SPINELLI
VANESSA CORREA
DE SÃO PAULO

A Câmara de São Paulo aprovou nesta quinta-feira projeto de lei que autoriza a prefeitura a vender títulos imobiliários estimados em até R$ 1,5 bilhão para novos empreendimentos na região da Faria Lima.

Com a venda dos títulos, o prefeito Gilberto Kassab (PSD) vai abrir brecha para a construção de novos prédios na área e, com isso, conseguir dinheiro para cumprir a promessa de campanha de investir R$ 1 bilhão no metrô.

Especialistas defendem o adensamento da região, que tem trânsito intenso, com a ressalva de que precisam ser construídos prédios residenciais e que parte do dinheiro seja usada para investimentos em transporte coletivo.

O projeto prevê a construção de uma nova linha de metrô no eixo da av. Faria Lima --a construção da linha 20-rosa, que ligará Lapa a Moema.

15 dezembro 2011

Manifesto em defesa do Cine Belas Artes

MANIFESTO EM DEFESA DO CINE BELAS ARTES, PATRIMÔNIO CULTURAL, ARTÍSTICO E AFETIVO DE SÃO PAULO E DO BRASIL

Disponível em: http://links.causes.com/s/clzd4Z

Amparados na Constituição Federal, que inclui as “edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais” entre os bens que “constituem o patrimônio cultural brasileiro” (inciso IV do Artigo 126), defendemos o imediato tombamento do prédio da Rua da Consolação, 2.423, esquina com a avenida Paulista, onde funcionava o mítico Cine Belas Artes. Também demandamos das autoridades que lancem mão de todos os instrumentos necessários para reabrir o cinema, inaugurado em 1967 pela Sociedade Amigos da Cinemateca (SAC) e Companhia Serrador no mesmo prédio que antes abrigara o Cine Trianon, aberto em 1952.

Desde sua inauguração, o Cine Belas Artes manteve as características que demarcaram sua singularidade no circuito exibidor e tornaram-no fundamental para a cultura cinematográfica no Brasil. Ao longo de 44 anos, operou mais como um centro cultural formador de público do que mera sala exibidora, como atestam dois de seus aclamados projetos, o Cineclube e o Noitão, que, diferentemente das salas de shopping, promoviam uma atmosfera propícia à interação. Contou para isso com a preciosa contribuição de Ancona López, reconhecido internacionalmente como um dos melhores programadores de cinema e que teve Leon Cakoff como seu assistente. Soube, também, adaptar-se à nova tendência de complexos com salas pequenas e médias ao transformar seu espaço no mais significativo multiplex de rua do país.

O Cine Belas Artes promovia a diversidade cultural e a reflexão sobre dramas humanos, história, política e arte por meio de uma programação com filmes de alto padrão, brasileiros e estrangeiros, inclusive com elevado número de obras-primas procedentes de países pouco presentes no nosso mercado exibidor. Desempenhava papel fundamental no circuito cultural das ruas da Consolação e Augusta e Avenida Paulista. Nos fins de semana e feriados, recebia, em média, 1.800 frequentadores por dia. As filas se repetiam e lotavam suas salas também às segundas e quartas-feiras nas tradicionais promoções com ingressos mais baratos. Esse sucesso era favorecido igualmente pela facilidade de acesso a pé e por transporte público.

Entretanto, pressões do mercado imobiliário provocaram a suspensão das atividades do cinema em março deste ano. O fato recebeu ampla divulgação na mídia. Frequentadores realizaram protestos na internet e na rua contra o fechamento e organizaram o Movimento pelo Cine Belas Artes (MBA). Centenas de depoimentos pró-Belas Artes, um abaixo-assinado com cerca de 20 mil assinaturas e adesões de quase 90 mil pessoas no aplicativo Causes no Facebook são apenas alguns exemplos do que é visto como uma das maiores mobilizações em defesa de um patrimônio cultural no Brasil. Destacamos que este uníssono de vozes em São Paulo coincide com o movimento de resgate histórico dos cinemas de rua em curso no Rio de Janeiro, que contempla a reabertura do igualmente mítico Cine Paissandú (tombado em 2008), anunciada para julho de 2012.

Garantir o cinema de rua é valorizar um modo de vivenciar a cidade com seus bares, restaurantes, livrarias, as pipocas e as pizzas e os encontros com amores, amigos e conhecidos. É, acima de tudo, um exercício de cidadania – lugar de comunhão entre memória, cultura e afeto – que deve ser protegido e fomentado pelo Poder Público.

Movimento pelo Cine Belas Artes (MBA)

LISTA PRELIMINAR DE APOIOS AO MANIFESTO PELO CINE BELAS ARTES

Alberto Bandone - cineasta
Alexandre Stockler - cineasta
André F.G. Neves - cineasta
André Fischer - jornalista
Anna Marcondes - presidente da Via Cultural - Instituto de Pesquisa e Ação pela Cultura
Antônio Moura Reis - jornalista
Antunes Filho - diretor do Centro de Pesquisa Teatral (CPT) do Sesc
Benjamin Seroussi - curador e produtor
Caio Plessmann - cineasta
Cândido Malta Campos Filho - arquiteto e urbanista e professor da FAU/USP
Cao Hamburger - cineasta
Carlos Guilherme Mota - historiador e professor emérito da FFLCH/USP
Caru Alves de Souza - cineasta
Célia Marcondes - presidente da Sociedade Amigos e Moradores do Bairro Cerqueira César (Sammorc)
Celso Antonio Bandeira de Mello - jurista
Celso Gonçalves - cineasta e presidente da seção paulista da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas (ABD)
Celso Luiz Lasarim - jornalista
Cleo de Paris - atriz do grupo "Os Satyros"
Cunha Júnior - apresentador de TV
Daniela Thomas - cenógrafa e cineasta
Danilo Miranda - diretor do Sesc/SP
Debora Duboc - atriz
Denise Carreira - coordenadora de educação da Ação Educativa e Relatora Nacional para o Direito Humano à Educação
Edgard Carvalho - professor titular do departamento de antropologia da PUC/SP e representante no Brasil da cátedra itinerante Unesco Edgard Morin
Eduardo Suplicy - senador (PT/SP)
Eliseu Gabriel - vereador (PSB/São Paulo capital)
Evaldo Mocarzel - cineasta e dramaturgo
Eva Wilma - atriz
Fábio Yamaji - diretor de animação
Fernando Alves Pinto - ator
Fred Ghedini - ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e diretor da Associação de Proteção dos Direitos Autorais dos Jornalistas Brasileiros (Apijor)
Gerardo Fontenelle - cineasta
Gero Camilo - ator e dramaturgo
Gina Rizpah Besen - psicóloga, consultoria ambiental e doutora em saúde pública
Hélio Goldstejn - diretor de TV
Jeferson De - cineasta
João Federici - produtor
João Signorelli - ator
Jorge Rubies - presidente da Associação Preserva São Paulo
Jorge Mautner - cantor e compositor
José Osório de Azevedo - desembargador
Junia Sirqueira Soares - assistente de audio-visual
Kiko Goifman - cineasta
Laerte - cartunista
Laerte Késsimos - ator
Laís Bodanzky - cineasta
Laura Wie - apresentadora de TV
Leandro Marques - radialista e cineasta
Lee Taylor - ator
Lucia Helena Vitalli Rangel - diretora adjunta da Faculdade de Ciências Sociais da PUC/SP
Lucila Lacreta - diretora do Movimento Defenda São Paulo
Luiz Carlos Merten - jornalista
Márcio Debellian - documentarista
Maria Margarida Cavalcanti Limena - diretora da Faculdade de Ciências Sociais da PUC/SP
Mouzar Benedito - escritor e jornalista
Nabil Bonduki - arquiteto e urbanista e professor da FAU/USP
Newton Moreno - dramaturgo
Olgária Matos - professora do Departamento de Filosofia da FFLCH/USP
Paula C. Ferraz - assessora de imprensa
Paulo Cannabrava - Associação de Proteção dos Direitos Autorais dos Jornalistas Brasileiros (Apijor)
Paulo de Tarso Chamon Schmidt - publicitário e jornalista
Pedro Roberto Jacobi - sociólogo e presidente do Procam/USP
Raquel Rolnik - arquiteta e urbanista, professora da FAU/USP e relatora da ONU para o direito à moradia
Raul Teixeira - sonoplasta e coordenador do curso de Sonoplastia da SP Escola de Teatro
Regina Drummond - escritora
Regina Porto - sonoplasta, produtora e curadora de música contemporânea
Ricardo Ohtake - arquiteto
Rubens Rewald - cineasta e vice-presidente da Associação Paulista de Cineastas (Apaci)
Sara Silveira - produtora de cinema
Sebastião Milaré - escritor
Sérgio Haddad - diretor-presidente do Fundo Brasil Direitos Humanos e socio-fundador da organização Ação Educativa
Sonia Barros - escritora infanto-juvenil
Soninha Francine, apresentadora e ex-vereadora em São Paulo capital
Tadeu Jungle - cineasta
Toni Venturi - cineasta
Vera Masagão - coordenadora geral da Ação Educativa e integrante da coordenação executiva da Abong - Associação Brasileira de ONGs
Vinícius Romanini - jornalista e professor de semiótica da ECA e FAU/USP
Zé Celso Martinez Corrêa - ator, autor, diretor e líder do Teatro Oficina
Zuenir Ventura - jornalista