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18 dezembro 2011

Alckmin quer que Estado economize R$ 900 milhões em custeio


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse aos seus 26 secretários o que espera de 2012: que o Estado economize R$ 900 milhões em sua manutenção.

"É economia de luz, telefone, água, diária, aluguel, terceirizações, enfim, gastos de custeio", afirmou neste sábado (17) em reunião com o primeiro escalão do governo estadual, no Palácio dos Bandeirantes.

Para controlar os gastos, cada secretaria terá o "guardião da economia". A supervisão de todos eles ficará a cargo da Secretaria de Gestão Pública --chefiada por Cibele Franzese desde a recente saída do presidente do PSDB paulistano, Julio Semeghini, que foi para o Planejamento.

O governador espera que as medidas de austeridade amorteçam o impacto da crise financeira internacional.

ACELERADOR

Paralelamente, Alckmin disse que o governo vai "começar o ano fortemente pisando no acelerador".

Para obras e serviços, anunciou-se investimento de R$ 22 bilhões do orçamento estadual, além de R$ 3 bilhões de PPP (Parceria Público Privada). Ao longo de quatro anos, foram previstos R$ 12 bilhões em financiamentos.

O governador fez um balanço de 2011 em encontro com os secretários de Estado, além de dirigentes de fundações, empresas e autarquias do governo.

09 dezembro 2011

Câmara aprova e subprefeitos em São Paulo vão ganhar até R$ 35 mil

Kassab ligou exigindo e vereadores aprovaram aumento de até 236% para o segundo escalão

09 de dezembro de 2011 0h 07


Diego Zanchetta - O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO - Às 23h42 de ontem, 37 dos 55 vereadores paulistanos aprovaram em segunda discussão projeto que autoriza o prefeito Gilberto Kassab (PSD) a dar reajustes de até 236% para cargos de chefia de segundo escalão da Prefeitura em 2012. Em 28 das 31 subprefeituras comandadas por coronéis da reserva da PM, que já recebem até R$ 15 mil de aposentadoria, subprefeitos vão receber salário de até R$ 35 mil mensais - o teto constitucional para o funcionalismo na capital é de R$ 24.117,62 mil, estabelecido em decreto de abril.

Com previsão de impacto de R$ 19,4 milhões nos cofres públicos em 2012, o aumento também triplica o salário de 28 secretários adjuntos e 59 chefes de gabinete de secretarias e subprefeituras, além de superintendentes de autarquias e fundações.

O salário do subprefeito vai saltar de R$ 6.573,27 para R$ 19.294,10. Hoje, um chefe de gabinete recebe salário de R$ 5.455,98 - o vencimento agora subirá para R$ 17.364,69, reajuste de 218,27%.

Secretários adjuntos, que ganham R$ 5.455,98, passarão a receber R$ 18.329,39, o equivalente a 235,9% de aumento. Para os cargos de superintendente de autarquia e presidentes de fundações - como do Serviço Funerário Municipal e do Hospital do Servidor Público -, que recebem hoje R$ 5.998,99, o holerite passará a ser de R$ 18.329,39, ou seja, 205,54% mais do que o valor atual.

Profissionais. Com a autorização concedida ontem à noite pela Câmara, Kassab ainda vai pagar salários entre R$ 17.364,19 e R$ 19.294,10 para cargos de chefia que são comissionados, ou indicados sem concurso público. O valor será recebido pelos servidores a partir de janeiro.

O prefeito argumenta que os salários da administração precisam ser atrativos para possibilitar contratação de profissionais qualificados do mercado. É o maior aumento já concedido para funcionários públicos da Prefeitura nos últimos oito anos.

Ligação. Por volta das 19h30, Kassab ligou para seus líderes - começando pelo do governo, Roberto Trípoli (PV) - e exigiu a aprovação imediata da proposta de aumentos, sem nenhuma modificação. Foi obedecido - houve só 11 votos contrários. Quatro projetos substitutivos que tentavam vincular o salário dos subprefeitos aos R$ 11,2 mil recebidos pelos vereadores acabaram derrotados.

Até o início da noite, não havia acordo para a votação de projetos como o que prevê a construção do Piritubão, mas a votação do aumento mobilizou toda a base governista, que permaneceu no plenário por quase quatro horas seguidas. Houve mobilização sobretudo para impedir a obstrução da pauta feita pelos vereadores de oposição Aurélio Miguel (PR), Adilson Amadeu (PTB) e Antonio Donato (PT).

02 novembro 2011

Escolas de Kassab ficam 28% mais caras

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/999854-escolas-de-kassab-ficam-28-mais-caras.shtml

DE SÃO PAULO

O pacote do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), para construir 96 escolas e 59 creches ficou 28% --ou R$ 163,1 milhões-- mais caro em um ano.

A informação é da reportagem de José Benedito da Silva, publicada na edição desta terça-feira da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

O aumento ocorreu entre a pré-qualificação das construtoras, em setembro de 2010, e a assinatura dos contratos, há dois meses.

O edital estimava um custo de R$ 587,5 milhões para as obras, mas o total atingiu R$ 750,6 milhões.

O custo por unidade, R$ 3,8 milhões, foi a R$ 4,8 milhões, valor que é exatamente o dobro do que se gastou para construir cada uma das dez escolas feitas em 2011.

Segundo a prefeitura, a pré-qualificação das empresas foi baseada em tabela de 2009, o que explicaria o aumento do custo.






















26 outubro 2011

Qual o custo de um vereador?


Gabriel Bonis

Em Araraquara, por exemplo, cidade de 208 mil habitantes, o custo mensal por vereador é de 10.458,63 reais

A aprovação em 2009 da Emenda 58 garantiu a criação de 24 faixas populacionais que definem o número de vereadores por cidade. Segundo um estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM), divulgado no início de outubro deste ano, 2.153 municípios estão qualificados a rever a quantidade de representantes na Câmara Municipal. Entre os 1.857 participantes do levantamento, metade já abriu mais vagas e mais de 61% da outra parcela pretende fazer o mesmo.

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As novas faixas criadas variam entre o máximo de nove vereadores nas cidades com até 15 mil habitantes a 55 nos municípios com mais de 8 milhões de pessoas. Sendo assim, o número máximo possível de vagas para as eleições de 2012 é 59.764 – 7.710 a mais que em 2008 – e os estados com maior adesão são São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Ceará, e Rio Grande do Sul.

A escolha pelo aumento da bancada é uma opção da Câmara Municipal, mas capitais como Salvador e Porto Alegre mantiveram o mesmo número de integrantes. Por outro lado, Florianópolis e Maceió ampliaram seus quadros, enquanto São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte já dispõem da quantidade máxima permitida em suas faixas populacionais – diferentemente da maioria das cidades de médio e pequeno porte aptas para a revisão, faixa que concentra a maior adesão à mudança a partir de 2013.

Mesmo considerando que, geralmente, nestes locais a discussão e votação de projetos acontece em um longos intervalos de tempo. Um possível indicativo de falta de debate político ou temas de interesse público a serem transformados em lei. Enquanto a cidade de São Paulo realiza ao menos três sessões ordinárias por semana, Araraquara, no interior do estado, tem apenas uma. Há registros de cidades em que as mesmas ocorrem a cada 15 dias.

Com esse nível de adesão ao debate de projetos, a justificativa de que o aumento de vereadores traria maior representatividade tem pouco sentido. Por outro lado, a medida elevaria substancialmente os custos de administração e já enfrenta resistência em diversas regiões do País. Caso de Novo Hamburgo, interior do Rio Grande do Sul, que inicialmente aprovou a proposta, mas desistiu após a pressão popular.

O custo benefício de um vereador pode ser calculado levando em conta algumas variáveis, como a presença nas sessões ordinárias e extraordinárias, às quais devem oficialmente comparecer. Porém, a conta fica mais complicada ao analisar que o mesmo não vale para outros eventos da Casa ou até para o expediente no gabinete. Não há uma jornada de trabalho determinada.

Visto que a maioria das cidades a revisar o número de vereadores são do interior do País,CartaCapital escolheu aleatoriamente três municípios desta parte do Brasil para um levantamento do impacto econômico da adoção da medida. Os locais escolhidos possuem porte médio e estão nos estados com maior adesão à proposta.

Para ilustrar o cenário de custo-benefício, foram comparados o valor dos salários dos vereadores, a quantidade de horas trabalhadas pelos mesmos em 2005, de acordo com levantamento publicado no início deste ano pela ONG contra a corrupção Transparência Municipal, baseado em dados da Interlegis – Comunidade Virtual do Poder Legislativo, e a frequência das sessões ordinárias.

Disparidade

Em Araraquara, cidade paulista de cerca de 208 mil habitantes, a Câmara Municipal vai passar de 13 para 18 vereadores em 2013, abaixo dos 21 permitidos por lei.

O município realiza apenas uma sessão ordinária por semana e os dados da Transparência mostram que os vereadores da cidade trabalharam, em média, apenas 32 horas mensais em 2005. Uma quantidade inferior a uma semana da jornada de um indivíduo registrado no regime de 8 horas diárias da CLT, ou 160 horas por mês.

Na cidade, cada vereador recebe 5.043,73 reais por mês (sem direito a benefícios) e tem garantido dois assessores de gabinete com salário de 1.684,13 reais mensais cada, além de um assessor legislativo por 2.046,64 reais por mês. Logo, o custo mensal por vereador é de 10.458,63 reais.

Em uma comparação simples, considerando o salário de 2011 dos vereadores da cidade e as horas trabalhadas por mês em 2005, eles recebem o equivalente a 157,61 reais por hora. A hora de um empregado com o salário mínimo de 545,00 reais custa 3,4 reais, em uma jornada cinco vezes mais longa.

A Câmara Municipal de Araraquara informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que os cinco vereadores novos representarão um acréscimo de 2 milhões de reais por ano às despesas da Casa. A previsão inclui a reforma do prédio para abrigar os gabinetes extras, mas deixa de fora um possível aumento salarial para a próxima legislatura a ser debatido em 2012.

Em Caxias do Sul, a segunda maior cidade do Rio Grande do Sul, com cerca de 440 mil habitantes, aumentou em seis o número de vereadores a partir de 2013. Agora serão 23, o máximo permitido.

Os vereadores caxienses recebem um subsídio de 7.607,06 (sem 13º salário e outros benefícios). Segundo a Transparência Municipal, os representantes trabalharam 32 horas mensais, em média, em 2005. Uma proporção de 232,72 reais recebidos por hora, para comparecer a três sessões ordinárias por semana.

Cada vereador tem direito a dois assessores políticos com salários de 2.725,10 reais por mês cada. Logo, o aumento de seis vereadores resultaria em um gasto mensal de 78.343,56 reais, apenas em subsídios.

Além disso, a Câmara construiu um prédio anexo para os novos gabinetes, ao custo de 1.804.858,00 reais. Na cidade também deve ser discutido um aumento no salário da próxima legislatura.

No interior da Bahia, em Vitória da Conquista, cidade de cerca de 310 mil habitantes, a Câmara passará de 17 para o máximo de 21 vereadores a partir de 2013. Com um orçamento de 6 milhões de reais para 2011, o órgão paga 8.849,00 reais (sem benefícios) aos seus vereadores.

A média mensal de horas trabalhadas foi de 48 em 2005, pelo valor de 737,41 reais, quase o dobro da quantia paga nas cidades anteriores juntas. Além disso, há apenas duas sessões ordinárias semanais.

Cada gabinete tem uma verba de 7 mil reais, logo, o aumento das vagas representaria 95.094 reais extras por mês aos cofres públicos. Ainda existe um projeto para a construção de um quarto andar na Câmara, no qual ficariam os gabinetes novos. Porém, sem estimativas de gastos.

Esse cenário ocorre mesmo com a diminuição dos repasses às câmaras, também aprovado na Emenda. Com a mudança, Araraquara e Vitória da Conquista podem perder até 15% e Caxias do Sul, 17%, de seus orçamentos para 2013. Porém, as cidades com mais habitantes e, consequentemente, mais vereadores, enfrentarão maiores cortes. São Paulo, por exemplo, pode ter uma redução de até 30% nos repasses, hoje em 431.064.192,36 de reais por ano.

Na capital paulista, os vereadores ganham 15 mil reais e trabalharam em média mais de 160 horas por mês, recebendo 93,75 reais a cada 60 minutos de jornada, abaixo das médias acima. Contudo o custo de gabinete é exponencialmente mais elevado: são 18 assessores parlamentares para cada vereador, com uma verba mensal de 84.407,60 reais para mantê-los e ainda 16.359,48 reais para despesas gerais.

Câmara aprova criação de 1.800 cargos com gastos de R$ 50,4 mi









MARIA CLARA CABRAL
DE BRASÍLIA


A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara aprovou nesta terça-feira (25) a criação de 1.853 cargos para o Ministério das Relações Exteriores e de advogados da União. A previsão de gastos apenas para este ano com os novos postos é de mais de R$ 50,4 milhões.

Os dois projetos, enviados pelo governo ao Congresso no ano passado, seguem para análise do Senado, exceto se houver recurso para análise do plenário da Câmara.

O primeiro texto, que beneficia o Ministério das Relações Exteriores, prevê a criação de 400 cargos de diplomata e 893 de oficial de chancelaria, para contratação gradual, a partir deste ano. No total, são R$ 17,1 milhões de previsão para este ano.

A outra proposta cria 560 cargos de advogado da União. Desses, 280 novos postos de advogados são já para 2011, e outros 280 para 2012. Sendo a previsão de R$ 33,2 milhões para este ano.

A previsão de gastos de mais de R$ 50,4 milhões é apenas para a criação dos cargos para 2011. Não há, no projeto, a estimativa de gastos total.

24 outubro 2011

Sob pressão, [algumas] Câmaras rejeitam novas vagas

http://www1.folha.uol.com.br/poder/995110-sob-pressao-camaras-rejeitam-novas-vagas.shtml

ARARIPE CASTILHO
DE RIBEIRÃO PRETO (SP)
FELIPE BÄCHTOLD
DE PORTO ALEGRE

Abaixo-assinados, correntes na internet e outras formas de mobilização popular têm levado algumas cidades a rejeitar o aumento do número de vereadores, na contramão da tendência nacional de inchaço das Câmaras.

Os municípios têm até a metade de 2012 para decidir se aumentam o número de vagas nos Legislativos, com base no crescimento da população e numa emenda constitucional aprovada em 2009.

A Confederação Nacional dos Municípios divulgou estudo em que constatou que a maioria das cidades ou já aumentou suas vagas ou tem projeto para isso.

Mas identificou também uma minoria que rema na direção oposta.

De quase 2.000 municípios que têm condição de ampliar seus Legislativos, metade já havia modificado a lei para ampliar as vagas.

Na outra metade, 62% falam em uma alteração na Câmara até a data-limite de 30 de junho de 2012.

Por outro lado, das 2.153 cidades que podem ampliar as Câmaras, ao menos 356 já definiram que não farão isso.

A Folha ouviu 15 dessas cidades. Em cinco delas, a pressão popular já fez os vereadores desistirem do aumento.

Em Franca (SP) e Maringá (PR), a população lotou o plenário das Câmaras contra o aumento das vagas --nos dois casos, de 15 para 23. Os parlamentares recuaram.

"O aumento não representaria maior eficiência e geraria um gasto de R$ 5 milhões a mais", disse o presidente da Associação Comercial, Adilson Emir dos Santos.

Em São José do Rio Preto (SP), pressionados também pela imprensa, os vereadores engavetaram o projeto, que previa 23 vagas (ante 17).

Em Jaraguá do Sul (SC), o movimento começou com o empresariado, e aos poucos, associações de bairro e estudantes também aderiram.

Outdoors foram espalhados pela cidade criticando o fato de os vereadores trabalharem só cinco horas semanais. Deu resultado, contou o presidente da associação empresarial, Durval Marcatto Júnior. "Constrangeu os vereadores", afirmou. Em julho, o aumento foi rejeitado.

Em Novo Hamburgo (RS), a Câmara decidiu na semana passada continuar com 14 vereadores. Um abaixo-assinado obteve 8.000 adesões, e os eleitores lotaram a Casa. Vereadores disseram que mudaram de voto pela pressão.

Já a Câmara de Presidente Prudente (SP) aprovou um aumento, mas menor: a pressão fez o Legislativo ampliar as vagas de 13 para 19, e não para 21, como tinha direito.
Há casos ainda de municípios que ainda não resolveran o impasse --como Santa Maria (RS) e Joinville (SC).

11 outubro 2011

Presidente do PMDB defende redução de 38 para 28 ministérios

Hein?! Deve ser pegadinha do malandro, né?


Valdir Raupp sugere que cada sigla abra mão de metade das suas pastas. PMDB é um dos partidos com mais postos no governo federal
Texto:

selo

Foto: Divulgação

Valdir Raupp, senador por Rondônia e presidente nacional do PMDB

O presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), defendeu hoje a redução do número de ministérios dos atuais 38 para 28 como forma de racionalizar a máquina pública.

Leia também: PMDB cobra mais cargos do governo Dilma

"Eu sou favorável a que voltasse ao que era antes", afirmou ao ser questionado sobre a possibilidade de fusão dos ministérios da Previdência e do Trabalho. Raupp ressalvou que não tem conhecimento de nenhum estudo no governo para "enxugar" o número de pastas, hoje loteadas entre os partidos aliados da presidentaDilma Rousseff. "Seria bom enxugar um pouco, tem ministério demais", alegou.

Sobre os reflexos de uma eventual redução de ministérios nos partidos da base, o senador sugeriu que cada uma das legendas abra mão das pastas que controla. "Assim, quem tem quatro ficaria com dois. Quem tem dois ficaria com um, quem tem um ficaria sem nenhum", propôs, enquanto aguardava o carro para levá-lo ao Ministério da Previdência, onde trataria da ida do ministro Garibaldi Alves a Rondônia, onde serão inaugurados novos postos do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).

Seria bom enxugar um pouco, tem ministério demais"

PSD

O senador Valdir Raupp ainda apontou a Bahia como o Estado onde houve o maior desfalque de prefeitos peemedebistas que se filiaram ao PSD. De um total de 117 prefeitos, 60 deles aderiram ao novo partido.

O partido do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, também obteve a filiação do vice-governador do Estado, Otto Alencar, informou Raupp. Quanto à desfiliação do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, tido como um possíveis candidatos a prefeito ou ao governo de São Paulo pelo PSD, o senador disse que o gesto não surpreendeu "porque ele nunca foi tido como peemedebista". Citou como exemplo, o fato de Meirelles não ter comunicado ao partido sobre os convites que recebeu para ocupar o Conselho Público Olímpico (CPO) e o Conselho da Copa do Mundo de 2014.