Mostrando postagens com marcador Infraestrutura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Infraestrutura. Mostrar todas as postagens

21 março 2012

Às vésperas de sair, Kassab lança plano de corredores de ônibus

O prefeito Gilberto Kassab (PSD) havia anunciado durante a campanha eleitoral, em 2008, corredores do ônibus tecnológicos e com área para ultrapassagem. Só agora, no entanto, em seu último ano de mandato, ele promete iniciar as primeiras obras.

A informação é da reportagem de Evandro Spinelli publicada na edição desta quarta-feira da Folha. A reportagem completa está disponível a assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.

A prefeitura diz que até abril abrirá licitação para obras de transporte: quatro novos corredores --mais a reforma de dois--, cinco terminais e duas rodoviárias intermunicipais. Apesar disso, mesmo que fosse possível concluir as obras em 2012, Kassab não atingiria sua própria meta de criar 66 km de corredores de ônibus.

A Secretaria de Transportes nega demora na implantação de corredores. Diz que a prioridade foi o metrô --a prefeitura transferiu R$ 1 bilhão para a companhia, parte para as obras do Expresso Tiradentes.

MATÉRIA COMPLETA:

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1064909-as-vesperas-de-sair-kassab-lanca-plano-de-corredores-de-onibus.shtml

19 março 2012

ArcelorMittal e Usiminas planejam porto de US$ 800 milhões

A ArcelorMittal, maior grupo siderúrgico do mundo, e a brasileira Usiminas planejam parceria para disputar a concessão de construção de um porto na baía de Sepetiba (RJ), em projeto que viabilizará maiores exportações de minério de ferro.

O consórcio em formação, que deve contar também com a operadora de portos Multiterminais, prevê investimentos da ordem de US$ 800 milhões para melhorar o escoamento da produção de Minas Gerais, afirmou à Reuters o diretor-presidente da ArcelorMittal Mineração Brasil, Sebastião Costa Filho.

As empresas aguardam o edital de licitação, que deve sair até junho, segundo o executivo, para disputar a concessão conhecida como "área do meio", para erguer um novo porto entre os dois já existentes operados pela Vale e a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).

"Temos perspectiva, conversas adiantadas com a Multiterminais e a Usiminas Mineração para, através de um consórcio... tornar mais competitiva a exploração minerária em Serra Azul (MG)", afirmou Costa Filho.

Além de escoar a produção própria, a companhia sinalizou que poderá exportar o minério de outras companhias.

"Estamos pretendendo também abrir espaço a pequenas mineradoras da região", acrescentou.

O principal problema das mineradoras com planos de expansão em Minas Gerais é a logística deficitária para escoamento do minério de ferro, relatam várias empresas. O Estado responde por cerca de dois terços da produção nacional da matéria-prima do aço.

MATÉRIA COMPLETA:

http://economia.ig.com.br/empresas/industria/arcelormittal-e-usiminas-planejam-porto-de-us-800-milhoes/n1597699977308.html

15 março 2012

Dilma promete concluir Norte-Sul até SP em seu governo

A presidenta Dilma Rousseff visitou nesta quinta-feira obras da ferrovia Norte-Sul no Estado de Goiás. Em rápida entrevista em Goianira (GO), cidade a 20 km da capital do Estado, Goiânia, Dilma prometeu concluir a ferrovia Norte-Sul de Açailândia (MA) até Estrela d'Oeste (SP) até 2014 e deixar prontos projetos para estender o modal até Rio Grande (RS).

Viagem: Dilma visita ferrovia em obras desde 1987 em Goiás

Foto: Roberto Stuckert Filho

Presidenta Dilma Rousseff realiza vistoria às obras da ferrovia Norte-Sul, nos municípios de Anápolis e Goianira

Ao lado do ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, a presidenta não quis falar de política. Passos é do PR, mas não agrada à cúpula do partido. Na quarta-feira, senadores da legenda anunciaram o rompimento com o governo.

MATÉRIA COMPLETA:

http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/dilma-promete-concluir-nortesul-ate-sp-em-seu-governo/n1597695335417.html


01 março 2012

Concessão de aeroportos pode resultar em cobrança de nova tarifa

O ministro da Secretaria Nacional de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, confirmou nesta quinta-feira que as companhias aéreas devem começar a pagar uma tarifa pelas conexões aos administradores dos aeroportos que foram leiloados recentemente. Ele participou de audiência pública conjunta das comissões de Infraestrutura e de Defesa do Consumidor do Senado e esclareceu que a chamada tarifa hub está prevista no contrato de concessão dos aeroportos de Brasília, Guarulhos, em São Paulo, e Viracopos, em Campinas (SP).Segundo o ministro, esses aeroportos são pontos de distribuição de voos e muito utilizados em conexões, serviço que atualmente não é cobrado. Ele admitiu que as empresas que detêm a concessão dos terminais poderão passar a cobrar uma tarifa das companhias aéreas.

MATÉRIA COMPLETA:
http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201203012334_ABR_80930381

23 fevereiro 2012

Governo vai investir R$ 768 milhões em portos para a Copa de 2014

O governo federal pretende investir US$ 481 milhões (aproximadamente R$ 768 milhões) nos portos de sete cidades que receberão os jogos da Copa do Mundo de 2014 para adequar a estrutura ao recebimento de navios de passageiros por ocasião do evento esportivo.


"Todos eles estão dentro do cronograma", afirmou Lima Junior, citando, além de Santos e Rio, os portos de Manaus, Salvador, Recife, Fortaleza e Natal. As maiores obras serão feitas nas unidades do Sudeste, onde serão construídos berços de atracação para até sete navios, levando a capacidade de cada cidade de receber até 21 mil pessoas por dia.A previsão da Secretaria Especial de Portos (SEP) é de que as obras comecem até o fim deste ano e estejam prontas em dezembro de 2013. O secretário executivo da SEP, Mário Lima Junior, ressaltou que o edital de licitação para as obras no porto de Santos já foi lançado e, no caso do Rio de Janeiro, a expectativa é lançar a licitação para as obras no dia 25 de julho.

MATÉRIA COMPLETA:

http://economia.ig.com.br/empresas/infraestrutura/governo+vai+investir+r+768+milhoes+em+portos+para+a+copa+de+2014/n1597050983801.html

Governo vai licitar 77 terminais portuários

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) decidiu que os contratos de concessão de 77 terminais, em 15 portos brasileiros, não serão prorrogados. A decisão publicada na quarta-feira, dia 22, no Diário Oficial da União, passa a valer imediatamente e significa que, na prática, as autoridades portuárias terão que abrir licitações neste ano, para que as atividades não coram risco de ser interrompidas.


MATÉRIA COMPLETA:

Marinho exige presidência da comissão do terceiro aeroporto de SP

O prefeito de São Bernardo do Campos, Luiz Marinho, fez questão de presidir a comissão de estudos do terceiro aeroporto da região metropolitana de São Paulo, criada pelo governo do estado.

MATÉRIA COMPLETA:

02 fevereiro 2012

Leilão de aeroportos recebe onze propostas

O leilão dos aeroportos de Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Brasília (DF) recebeu onze propostas. Dentre os consórcios que se identificaram estão: Fidens Engenharia e ADC&Has (Estados Unidos), Ecorodovias e Fraport (Alemanha); Triunfo e Egis (França); OHL Brasil e Aena (Espanha); Odebrecht e Changi (Cingapura); Engevix e Corporación América (Argentina); Queiroz Galvão e BAA/Ferrovial (Reino Unido); e um grupo liderado pela OAS. Outros três consórcios não se identificaram.

O prazo para a entrega de propostas na sede da BM&FBovespa, no centro de São Paulo, terminou às 16 horas desta quinta-feira e o leilão está marcado para segunda-feira, dia 6. Os consórcios podem apresentar ofertas para todos os aeroportos, mas só poderão ganhar a concessão de um deles. Nenhuma dos inscritos para o leilão, no entanto, informou que concessões pretende disputar.

MATÉRIA COMPLETA:

http://economia.ig.com.br/empresas/infraestrutura/cinco-consorcios-ja-entregaram-propostas-para-o-leilao-dos-aerop/n1597611076686.html

26 dezembro 2011

Obra da Copa que liga aeroporto de Congonhas a metrô chega a 2012 sem sair do papel


Realidade virtual: monotrilho de São Paulo para a Copa ficará pronto em 2016

Realidade virtual: monotrilho de São Paulo para a Copa ficará pronto em 2016

26/12/2011 - 06h01


Apenas uma obra de mobilidade urbana na cidade de São Paulo consta na Matriz de Responsabilidade da Copa, assinada em janeiro de 2010 por União, Estados e cidades-sedes como compromisso assumido para o Mundial de futebol de 2014. Trata-se da Linha 17-Ouro do metrô, um monotrilho que fará a ligação do aeroporto de Congonhas com a rede metroferroviária, de custo previsto em R$ 3,1 bilhões. A obra, porém, que deveria ter começado em junho deste ano, ainda não saiu do papel.

PROMESSAS X REALIDADE

  • Folhapress

    Em julho deste ano, o governador Geraldo Alckmin assinou o contrato para a construção do monotrilho, já informando que a obra não estaria pronta no prazo original, mas garantindo que a maior parte da linha seria entregue até 2014. Em novembro, a promessa caiu por terra; até 2016, só um terço da linha estará funcionando.

Quando 2011 começou, o Ministério do Esporte divulgou um relatório de acompanhamento das obras da Copa. Nele estava escrito que a situação do monotrilho paulista era "adequada". Dizia também que as obras teriam início em junho do mesmo ano e que estariam concluídas em março de 2013. Nada disso aconteceu ou vai acontecer.


MATÉRIA COMPLETA:

http://esporte.uol.com.br/futebol/copa-2014/ultimas-noticias/2011/12/26/atrasada-sete-meses-obra-de-mobilidade-urbana-de-sp-para-copa-chega-a-2012-sem-sair-do-papel.htm

16 dezembro 2011

Com novos ramais e ligações, governo do Estado quer ''Metroanel'' até 2030

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,com-novos-ramais-e-ligacoes-governo-do-estado-quer-metroanel-ate-2030,772382,0.htm


Trecho da zona norte faria rede ficar parecida com a de Londres; até 2020, meta é passar dos atuais 70 km de trilhos para 184 km


Rodrigo Brancatelli e Rodrigo Burgarelli - O Estado de S.Paulo

Hoje com 62 estações, o Metrô de São Paulo quer chegar até 2020 com mais que o dobro de paradas, exatas 161. A rede, historicamente criticada por não dar conta de uma megalópole de 11 milhões de moradores, passaria então de atuais 70,6 km para 184,2 km de extensão, quase o mesmo índice de cidades como Tóquio e Cidade do México. Os novos ramais subterrâneos e os trechos de superfície que estão sendo planejados pelo governo estadual farão com que a Região Metropolitana ganhe até um "Metroanel" em 2030, ligando os ramais e criando um mapa metroferroviário muito parecido com o das grandes metrópoles mundiais.

Os projetos estão no plano estratégico de investimentos do Metrô, obtido pelo Estado, chamado pelos técnicos de "Expansão 2020". Esse estudo detalha todas as novas linhas já programadas, os ramais em estudo e a integração com outros meios de transporte. Até o fim de 2014, último ano da gestão Geraldo Alckmin (PSDB), R$ 27,4 bilhões serão investidos nas Linhas 5-Lilás, 15-Branca, 17-Ouro, 4-Amarela e 18-Bronze. Além delas, o governo estadual já enviou para a Assembleia Legislativa o detalhamento para a construção de duas novas linhas, a 20-Rosa (que vai ligar a Lapa, na zona oeste, ao bairro de Moema, na zona sul) e a chamada 19-Celeste (que ultrapassará os limites entre municípios e ligará a Avenida Jornalista Roberto Marinho, na zona sul, a Guarulhos).

Para além desse período, o Metrô já conta com estudos preliminares para a construção de diversos novos ramais e trechos, como a Linha 23-Preta, que pretende ligar o Pari, no centro, a São Miguel Paulista, na zona leste, e a Linha 21-Roxa, da Vila Prudente, na zona leste, a Cachoeirinha, na zona norte. Se todos os planos saírem do papel, São Paulo passaria a ter 76 pontos de conexão para os passageiros, contra apenas dez atuais. Há também planos para a criação da Linha 16, chamada de Arco Norte, que ajudaria a criar um ramal circular para ligar boa parte da rede metroferroviária.

"Seria uma espécie de Circle Line (linha circular), como a que existe em Londres, fazendo um círculo e unindo todas as outras linhas", diz o arquiteto e urbanista Alberto Epifani, gerente de Planejamento e Integração de Transportes Metropolitanos do Metrô. "A ideia é que a rede abarque realmente a Região Metropolitana. Pelos nossos estudos atuais, esses seriam os melhores investimentos a serem feitos no metrô."

Prioridades. De acordo com Epifani, os projetos até 2015 estão garantidos do jeito que estão detalhados no estudo "Expansão 2020". Para os outras linhas, novas projeções de demanda serão feitas no ano que vem, o que pode alterar detalhes e prioridades. "Não vai mudar muito o que está sendo planejado até 2020 e 2030, o que vai mudar é aumentar a prioridade de uma linha ou outra", explica. "Ainda vamos aferir as nossas pesquisas de origem e destino para saber a necessidade dos usuários. Se muda a economia, pode cair o custo de deslocamento, o que muda também a nossa projeção. Mas a intenção, o ideal para a Região Metropolitana, seria isso que está no estudo da expansão."

O Metrô também aponta em seu plano de investimentos os novos prazos de entrega dos trechos que estão atualmente em construção - isso se nenhuma ação judicial ou acidente atrasar o cronograma. Em 2013, o governo estadual espera entregar a Linha 5-Lilás até a Estação Adolfo Pinheiro e a expansão da Linha 2-Verde (conhecida como Linha 15-Branca) da Vila Prudente até a Estação Oratório.

Para 2014, essa mesma Linha 15-Branca chegará até São Mateus e o monotrilho da Linha 17-Ouro vai ligar o Morumbi a Congonhas. Já para 2015, a Linha Lilás será estendida até a Chácara Klabin e a Linha 18-Bronze vai levar da Estação Tamanduateí até o Paço Municipal de São Bernardo do Campo. "A não ser que aconteça algo fora do nosso planejamento, esses ramais estão garantidos", diz Epifani.

A gestão Alckmin também quer encaminhar o início da construção da Linha 6-Laranja, que vai da Estação São Joaquim, já existente na Linha 1-Azul, a uma futura estação em Brasilândia, na zona norte. No estudo do Metrô, já há a intenção de ampliá-la até a Rodovia dos Bandeirantes e à Cidade Líder, na zona leste.



Comentário [muito pertinente, por sinal] da notícia encontrada em um BLOG:

http://desfazendonos.wordpress.com/2011/09/16/metroanel/

13 dezembro 2011

BNDES deve aprovar financiamento a Belo Monte em 2012

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,bndes-deve-aprovar-financiamento-a-belo-monte-em-2012,95370,0.htm

As condições do empréstimo ainda estão em análise pelo banco de fomento, especialmente após a movimentação societária no consórcio que fará a usina

SÃO PAULO - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve aprovar o financiamento da hidrelétrica Belo Monte apenas em 2012, já que o banco de fomento ainda avalia as condições para concessão do empréstimo, informou a chefe do departamento de energia elétrica da instituição financeira, Márcia Leal, à Reuters.

--------------------------------------------------------------------------------


"O empréstimo-ponte foi aprovado e o de longo prazo está em análise e deve ser para o ano que vem", disse Márcia, ao acrescentar que a movimentação societária no bloco de controle da Norte Energia, empresa responsável pela usina, foi um dado a mais a ser considerado na análise do banco.


No final de outubro, a Cemig e Light fecharam a compra de uma participação de 9,77% no projeto.


O BNDES pode financiar até 85% dos itens financiáveis do projeto, desde que isso não represente mais de 80% do investimento total na usina. "No caso de Belo Monte, talvez a gente não chegue aos 80%", disse a executiva do banco ao acrescentar que os projetos de geração não tem mesmo alcançado o valor máximo de alavancagem.


O BNDES já aprovou um empréstimo-ponte no valor de r$ 1,087 bilhão à Norte Energia, cujo valor total já foi recebido pela companhia.


A executiva disse ainda que o banco pode aprovar de r$ 500 milhões a r$ 1 bilhão em empréstimos para dois projetos hidrelétricos até o fim do ano, os quais não quis mencionar quais seriam.


Desembolsos


O BNDES desembolsou R$ 4,8 bilhões de reais para hidrelétricas em 2011, sem contar as pequenas centrais hidrelétricas (PCHs).


No segmento de transmissão, o banco desembolsou R$ 1,56 bilhão e deve completar o ano com R$ 1,9 bilhão em liberações.


Já em distribuição, o banco liberou cerca de R$ 1,13 bilhão, de um total de R$ 1,68 bilhões que o banco deve desembolsar no ano.

10 dezembro 2011

Governo de São Paulo deverá investir até R$ 40 bilhões através de PPPs



Parcerias serão para projetos nas áreas de saneamento, mobilidade urbana, saúde, habitação e sistema prisional


Da Redação

Divulgação: Metrô
Linha 4 do Metrô é uma das PPPs em andamento
O valor investido pelo governo de São Paulo em parcerias público-privadas deverá chegar até R$ 40 bilhões, divididos em 18 empreendimentos. Essas PPPs deverão englobar projetos nas áreas de saneamento, mobilidade urbana, saúde, habitação e sistema prisional. "As PPPs vão deslanchar à medida que o Estado incorporar esse tipo de investimento como regra. Antes, PPP era exceção", diz Guilherme Afif Domingos, vice-governador de São Paulo.

Atualmente, o governo trabalha com três PPPs: a Linha 4 do Metrô, a estação de tratamento de água de Taiaçupeba (Sabesp) e a modernização da linha 8-Diamante da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Segundo Afif, o Estado conta com o incentivo da iniciativa privada para alavancar o processo, através das manifestações de interesses. "Precisamos da pressão do mercado para acelerar a burocracia pública."

Dentre os novos projetos colocados em estudo no Conselho Gestor de PPPs, estão empreendimentos de mobilidade urbana como o trem expresso ABC, a Linha 6-laranja do Metrô, um trem para Campos do Jordão e uma rede de trens metropolitanos formada pelas linhas que ligarão a capital a Santos, Sorocaba, Campinas e São José dos Campos.

Já no setor de saneamento, Afif Domingos citou projetos da Sabesp para investimento nos sistemas de água e esgoto nas bacias de São Lourenço, Baixada Santista, Sarapuí, Sorocaba, Médio Tietê e Litoral Norte, e a manutenção da calha do rio Tietê. Outros projetos são a construção de casas populares, piscinões, hospitais, parques tecnológicos e um pátio de desmanche de veículos, além da ampliação do Centro de Exposições Imigrantes.

27 novembro 2011

Vizinhos de Cumbica terão de sair até dezembro de 2012


AE - Agência Estado

A vista do Jardim Novo Portugal, bairro na periferia de Guarulhos, é atualmente a de um grande canteiro de obras: o Aeroporto de Cumbica, localizado a menos de 300 metros das casas. De um lado, corre a terraplenagem do futuro terceiro terminal de passageiros. De outro, a reforma das pistas de decolagem e taxiamento.

Discutida há pelo menos 20 anos, a remoção de 594 famílias agora tem prazo para ocorrer: um ano, até dezembro de 2012. É a data-limite negociada entre a prefeitura de Guarulhos e a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

Desde a época em que a construção de uma terceira pista para o aeroporto era só uma possibilidade e o terceiro terminal um plano distante, as famílias vivem entre a expectativa e o medo da retirada. Agora que as obras em Cumbica começaram de fato, a iminência de mudanças ronda o dia a dia dos moradores, toma conta da conversa entre vizinhos, vira motivo de especulações. Tudo isso enquanto se assiste à expansão do aeroporto avançando a cada dia na direção das casas.

Lá os riscos são grandes, para moradores e para o aeroporto. A falta de saneamento na região, por exemplo, é apontada como principal atrativo de urubus, um perigo na aviação - e ameaça sempre presente em Cumbica. A área onde fica o bairro já foi declarada de utilidade pública em um decreto da presidente Dilma Rousseff em junho deste ano. O governo federal afirmou que a retirada das famílias deveria ser feita "amigável ou judicialmente". A Infraero diz que a fase agora é de negociação com o Ministério das Cidades, a Caixa Econômica Federal e a prefeitura de Guarulhos para estabelecer a questão do reassentamento das famílias que optarem por receber outro imóvel em vez de indenização. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

19 novembro 2011

Procura por Engenharia Civil acompanha crescimento do País


Curso é o mais concorrido da Fuvest pela 1ª vez. Profissionais não se formam na velocidade que o mercado exige

Marina Morena Costa, iG São Paulo

Engenharia Civil tornou-se nos últimos anos um dos cursos mais procurados nas principais universidades do Brasil. A carreira, que há cinco anos atraía no máximo 20 candidatos por vaga, hoje tem cerca de 50 na disputa nos vestibulares mais concorridos. As universidades públicas do estado de São Paulo – USP, Unesp e Unicamp – tiveram neste ano crescimento entre 40% e 48% no número de inscritos para a graduação em comparação com o vestibular do ano anterior.

A procura por Engenharia Civil é reflexo do momento econômico que o País atravessa. Muitos investimentos em infraestrutura, mercado imobiliário superaquecido nas principais regiões metropolitanas e a proximidade da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016 são fatores que influenciam o fenômeno nas universidades. “O mercado está muito bom, há grandes obras e construções em diversas áreas”, aponta Antônio Alves Dias, coordenador do curso de Engenharia Civil do câmpus de São Carlos, da USP.

Segundo Dias, a procura por pós-graduação e pela docência em engenharia civil também caiu como reflexo do bom momento do mercado de trabalho. Já na graduação, a procura só aumenta: desde 2007, quando o curso contava com 636 inscritos na disputa pelas 60 vagas, a procura cresceu quase 400%. Hoje, 3.136 candidatos disputam o mesmo número de vagas em uma concorrência de 52,27, a maior da universidade.

João Paulo Chaim, de 20 anos, ingressou no curso de Engenharia Civil da USP-São Carlos em 2009, logo quando a procura começou a crescer. No vestibular daquele ano, a concorrência saltou de 11,1 candidatos por vaga para 20,52. “Tenho certeza que fiz uma boa escolha e não me arrependo nem um pouco”, diz o estudante. Ele considera o curso “excelente”, elogia os professores, a infraestrutura dos laboratórios e sabe que tem grandes chances de terminar o curso bem empregado.

Mais vagas

Muitos especialistas alertam para o déficit de engenheiros que o Brasil pode enfrentar nos próximos anos. Segundo um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), se a economia do País apresentar um crescimento médio de 3,5% ao ano, o estoque de profissionais não será suficiente para atender a demanda por engenheiros já em 2015.

Apesar do crescimento na procura, o curso da USP-São Carlos não aumentou o número de vagas nos últimos anos. “Estamos tendo um aumento da demanda, mas não da oferta”, destaca o coordenador. Dias afirma que a unidade tem um projeto em andamento para ampliar o número de vagas, mas isso será possível só em 2014.

Já nas instituições particulares, o aumento de vagas sai mais rápido. Na Pontifícia Universidade de Minas Gerais (PUC-Minas), Engenharia Civil foi o curso mais concorrido nas últimas seis edições do vestibular – o processo seletivo é semestral. A instituição passou a oferecer o curso no câmpus de Barreiro, em 2010, com 130 vagas, e no próximo semestre irá oferecer também em São Gabriel, na Grande Belo Horizonte, com 70 vagas. No total, a PUC-Minas abre semestralmente 440 vagas, em quatro câmpus.

“Tentamos repor o número de profissionais que o mercado exige, mas não conseguimos fazer na velocidade que ele demanda. Engenharia não é um curso de curta duração e apenas 30% conseguem se formar no tempo mínimo de cinco anos”, destaca João Batista Santos de Assis, coordenador de Engenharia Civil no câmpus Coração Eucarístico. Segundo dados do Censo da Educação Superior, em 2010, Engenharia Civil tinha 108.202 estudantes matriculados, mas apenas 7.213 se formaram.

Foto: Divulgação

Câmpus da USP de São Carlos. Engenharia Civil na unidade é o curso mais concorrido da universidade

Evasão

A evasão é um problema enfrentado nos cursos de engenharia de instituições públicas e particulares. Hoje, apenas metade dos estudantes (em média, 55%) que ingressam nas graduações em engenharia conclui o curso. Para combater a evasão, o governo traçou um plano nacional para alavancar a área, com estratégias traçadas que incluem bolsas de estudo, parcerias com empresas privadas, capacitação de professores, atualização de currículos e projetos para atrair jovens talentos para a carreira.

Na USP e na PUC-Minas a desistência não tem sido comum em Engenharia. Quando aparecem vagas, são preenchidas pelos processos de transferência. “Estamos até recusando alunos, porque não existem vagas ociosas. No último processo de transferência, tivemos mais de 200 inscritos para apenas 12 vagas”, destaca Assis.

Veja a concorrência por Engenharia Civil nas universidades públicas de São Paulo:

USP – São Carlos

2012 – 1º curso mais concorrido do vestibular
Inscritos: 3.136
Concorrência: 52,27
2011 – 5º curso mais concorrido do vestibular
Inscritos: 2.191
Concorrência: 36,52

Unesp - Bauru

2012 – 3º curso mais concorrido do vestibular
Inscritos: 3.138 inscritos
Concorrência: 52,3
2011 – 4 º curso mais concorrido do vestibular
Inscritos: 2.112 inscritos
Concorrência: 35,2 cv

Unicamp

2012 – 3º curso mais concorrido do vestibular
Inscritos: 3.791
Concorrência: 47,4
2011 – 4 º curso mais concorrido do vestibular
Inscritos: 2.910
Concorrência: 36,4

09 novembro 2011

Conheça os dez aeroportos mais odiados do mundo

Quem votou nessa enquete nunca fez conexão em Brasília??


Guarulhos ocupa a 10ª posição em ranking feito pela CNN. Longas filas e desorganização são os principais problemas. Você concorda?

iG São Paulo

Foto: Getty ImagesAmpliar

Longas filas e desorganização são problemas comuns dos aeroportos mais odiados do mundo

Os aeroportos mais odiados do mundo não são, necessariamente, os piores. Mas longas filas, desorganização, banheiros sujos, funcionários rudes e práticas como ter de tirar os sapatos para passar nos controles de segurança são suficientes para causar ira entre os passageiros.

Leia também:

Melhor aeroporto do Brasil é 121º em ranking global

Passageiros de aeroportos no Brasil crescerão 5 vezes até 2030

Segundo levantamento feito pela CNN, o aeroporto de Guarulhos aparece na décima posição entre os mais odiados do mundo, graças às filas de duas horas para passar nos controles de imigração, mudanças não anunciadas de portão de embarque e preços exorbitantes cobrados por lanches e bebidas – isso dentro de um prédio antigo que possui número insuficiente de funcionários. Os atrasos também contribuem para Guarulhos entrar no ranking: apenas 41% dos voos saem no horário e só 59% chegam na hora programada.

Na lista também estão aeroportos na Austrália, Nepal, Quênia, Filipinas, Honduras, Inglaterra e dois nos Estados Unidos. Mas o mais odiado de todos é o aeroporto francês Paris-Charles de Gaulle. Falta de sinalização e painéis de informação, longas filas, banheiros sujos, máquinas para escanear bagagens quebradas, tudo contribui para irritar os passageiros. "Esperar uma conexão aqui é como estar sob custódia", disse um viajante citado pela CNN.

Confira as fotos dos aeroportos mais odiados do mundo:

1- Aeroporto Paris-Charles de Gaulle, Paris, França - Foto: Getty Images
10/10