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24 fevereiro 2012

Pacote de R$ 1,8 bi prevê mais 8 km de Marginal do Pinheiros na zona sul

E o transporte público mesmo?! R$ 1,8 bilhões acho que é mais do que custou toda a Linha 4 do Metrô, mas isso parece não ser mais importante do que abrir mais uma frente para a especulação imobiliária...

SÃO PAULO - A margem direita da Marginal do Pinheiros, sentido zona sul, vai ganhar 8 quilômetros de pista na região de Interlagos. O prolongamento faz parte do novo plano viário apresentado pela Prefeitura para desafogar o trânsito local. Com investimento previsto em R$ 1,8 bilhão, o projeto lista ainda outras nove intervenções em vias próximas, como as Avenidas Guarapiranga, Cachoeirinha e M’Boi Mirim, em um prazo de quatro anos.

A extensão começa na Avenida Guido Caloi, na altura da Ponte Transamérica. Para esse ponto, estão programadas três novas faixas de tráfego, além de uma ciclovia com 3 metros de largura até a Ponte Vitorino Goulart da Silva, já nas proximidades do Autódromo de Interlagos. O conjunto ainda prevê uma nova ponte sobre o rio e outra sobre um dos canais da Represa do Guarapiranga.

MATÉRIA COMPLETA:

http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,pacote-de-r-18-bi-preve-mais-8-km-de-marginal-do-pinheiros-na-zona-sul,839679,0.htm

16 dezembro 2011

Lei aprovada na Câmara de SP autoriza mais prédios na Faria Lima

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1022148-lei-aprovada-na-camara-de-sp-autoriza-mais-predios-na-faria-lima.shtml

EVANDRO SPINELLI
VANESSA CORREA
DE SÃO PAULO

A Câmara de São Paulo aprovou nesta quinta-feira projeto de lei que autoriza a prefeitura a vender títulos imobiliários estimados em até R$ 1,5 bilhão para novos empreendimentos na região da Faria Lima.

Com a venda dos títulos, o prefeito Gilberto Kassab (PSD) vai abrir brecha para a construção de novos prédios na área e, com isso, conseguir dinheiro para cumprir a promessa de campanha de investir R$ 1 bilhão no metrô.

Especialistas defendem o adensamento da região, que tem trânsito intenso, com a ressalva de que precisam ser construídos prédios residenciais e que parte do dinheiro seja usada para investimentos em transporte coletivo.

O projeto prevê a construção de uma nova linha de metrô no eixo da av. Faria Lima --a construção da linha 20-rosa, que ligará Lapa a Moema.

13 dezembro 2011

Plano da Prefeitura de construir prédios deve dobrar trânsito na Faria Lima

http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,plano-da-prefeitura-de-construir-predios-deve-dobrar-transito-na-faria-lima,808500,0.htm

Urbanistas alertam para consequências da liberação de construção de 410 mil m², já aprovada
08 de dezembro de 2011 23h 43
Notícia
A+ A- Assine a Newsletter Tiago Dantas - Jornal da Tarde
SÃO PAULO - O volume de tráfego na já congestionada região das Avenidas Brigadeiro Faria Lima e Presidente Juscelino Kubitschek, entre Pinheiros e Vila Olímpia, na zona oeste da capital, deve dobrar nos próximos anos. Segundos urbanistas, esse é um dos efeitos da construção de mais 410 mil m² em prédios residenciais e comerciais, aprovada em primeira votação pela Câmara na quinta-feira passada - a segunda votação pode ocorrer ainda neste ano.


Filipe Araújo/AETrânsito deve ficar ainda pior na Faria Lima e adjacênciasSe o projeto proposto pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD) for aceito, o perímetro da Operação Urbana Faria Lima pode receber 24 arranha-céus iguais ao Edifício Altino Arantes, a Torre do Banespa, que fica no centro de São Paulo. Com base na média de uma vaga de estacionamento a cada 35 m² de construção - parâmetro utilizado por arquitetos e técnicos da própria administração municipal -, os novos empreendimentos da área absorveriam 11.700 veículos.

A quantidade é maior que os atuais 9.600 carros que passam pela Juscelino na hora de maior movimento de manhã e os 7 mil automóveis que entopem a Faria Lima no horário de pico da tarde. "É só passar às 18h perto do Shopping Iguatemi para ver que a região não suporta mais carros. Como vai ficar com os prédios novos?", pergunta o advogado Heitor Marzagão Tomassini, integrante do Conselho Gestor da Operação Urbana Faria Lima e presidente do Movimento Defenda São Paulo.

Para técnicos da Prefeitura e dirigentes de imobiliárias, a construção de novos edifícios não significa, necessariamente, mais trânsito. "A região recebeu duas estações de Metrô (Pinheiros e Faria Lima), o que reduz o trânsito. Além disso, acho que a área, que até agora foi ocupada por prédios comerciais, vai receber mais empreendimentos residenciais e as pessoas vão ficar perto do trabalho", avalia o diretor de legislação urbana do Sindicato da Habitação (Secovi), Eduardo Della Manna.

"A questão da mobilidade é constante, um problema difícil de se resolver. Tornar a cidade mais compacta, com emprego perto de residência, é positivo. Mas qualquer projeto de adensamento tem de ser acompanhado de um estudo consistente", argumenta o arquiteto Valter Caldana, diretor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do Mackenzie. A falta de um levantamento como esse é um dos questionamentos de Tomassini.

A Prefeitura, por sua vez, diz que não está criando um novo teto de verticalização, mas apenas possibilitando que se construa a quantidade de prédios prevista para a área desde 1995, quando a Operação Urbana Faria Lima foi lançada por Paulo Maluf. De um total de 1,3 milhão de m² que poderiam ser construídos no bairro, cerca de 890 mil m² foram utilizados.

Para levantar seus edifícios, as imobiliárias precisam comprar títulos chamados de Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepac)."Mesmo que isso já estivesse previsto, acho importante fazer uma análise para saber o impacto que os novos prédios terão, principalmente no sistema viário", afirma o dirigente do Defenda São Paulo.

‘Não dá para andar’. Quem trabalha na região, um dos maiores polos econômicos da cidade, tem opiniões divergentes. "O trânsito vai ficar ainda pior. Não é à toa que todo prédio tem heliponto. Não dá mais para andar aqui", diz o consultor financeiro Alécio Ramos de Souza, de 28 anos.

Já a gerente executiva Clarissa Ferraz, de 32, acredita que novos edifícios podem deixar a paisagem mais agradável. "As pessoas acham solução para o trânsito: táxi, metrô, bicicleta. Mas acho que prédios são o que fazem daqui um lugar bonito."

25 novembro 2011

Vias da Zona Sul do Recife sofrem intervenção por tempo indeterminado

Lá vem mais confusão no caminho para Suape...

Avenida Dom João VI terá ruas bloqueadas para expansão de obras.

Rua General Edson Amâncio não serve mais de rota para Imbiribeira.



Avenida Antônio Falcão dá acesso à Mascarenhas de Morais, na Imbiribeira (Foto: Vanessa Bahé/G1)Avenida Antônio Falcão dá acesso à Mascarenhas
de Morais, na Imbiribeira (Foto: Vanessa Bahé/G1)

A partir deste sábado (26), a Avenida Dom João VI e a Rua General Edson Amâncio Ramalho, situadas nas imediações dos canais do Jordão e Setúbal, na Zona Sul do Recife, sofrerão mudanças no trânsito, por tempo indeterminado, em decorrência da construção de quatro viadutos. As vias passarão sobre a Avenida Antônio Falcão e integram as obras da Via Mangue, uma das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento ) da Copa, realizada em Pernambuco.

As duas vias da Avenida Dom João VI que margeiam o canal do Jordão, no trecho entre a Avenida Antônio Falcão e a Rua Antônio Torres Falcão serão bloqueadas para a expansão do canteiro de obras. Também será fechado o trecho da Dom João VI entre as ruas Alfredo Marcondes e a Antônio Torres Galvão.

Dois percursos podem ser escolhidos por motoristas que utilizavam a via para seguir em direção à Piedade: a primeira opção é utilizar a Rua Silvinho Macedo, dobrar à esquerda na Rua José da Silva Lucena, para fazer a conversão, à direta, para a Dom João VI. O segundo caminho é seguir pela Antônio Torres Galvão e dobrar na Rua Fernando Simões Barbosa.

Os condutores que utilizavam como via a Dom João VI para se dirigir até a Avenida Antônio Falcão terão que seguir em frente até a Francisco Cunha, onde deverão entrar para mudar de sentindo.

A Rua General Edson Amâncio Ramalho, que já sofre bloqueios parciais, não poderá ser usada pelos motoristas que seguem para a Imbiribeira. Ela será fechada, no trecho compreendido entre a Rua Antônio Torres Galvão e a Avenida Antônio Falcão. A opção é seguir em frente, entrar na Francisco Cunha em direção à Antônio Falcão.

08 novembro 2011

São Paulo desiste das motofaixas

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,sao-paulo-desiste-das-motofaixas,796035,0.htm


Agência Estado
A cidade de São Paulo não vai ter mais nenhuma motofaixa como as da Rua Vergueiro e da Avenida Sumaré e cogita retirar as duas faixas existentes. Isso porque, em vez de reduzir os acidentes, as vias exclusivas fizeram o número de colisões e atropelamentos com motos crescer. A informação foi dada hoje pelo secretário municipal de Transportes, Marcelo Cardinale Branco, na Câmara Municipal.



"Os resultados não são os que nós esperávamos. Como não ocorreu redução de acidentes, houve um aumento, hoje não temos mais nenhum desenho de motofaixa sendo feito", afirmou o secretário. A Secretaria Municipal dos Transportes diz estar finalizando um balanço do total de acidentes nessas vias para decidir se vai manter as motofaixas ou retirá-las. Mas projetos em novas vias - como na Marginal do Tietê, local em que uma faixa chegou a ser estudada - já estão descartados.
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,sao-paulo-desiste-das-motofaixas,796035,0.htm

As motofaixas eram, desde o início de 2008, a principal aposta para tentar reduzir o número de mortes com motociclistas. No Plano de Metas 2009-2012, o prefeito Gilberto Kassab (PSD) chegou a assegurar a criação de oito delas. A meta foi reduzida para três no ano passado, com a criação da faixa na Vergueiro. Mas, para 2012, último ano do atual governo, não existe nenhum investimento previsto.


Mesmo após a inauguração das duas faixas exclusivas, os acidentes com os motociclistas vêm aumentando na capital. Em 2010, houve uma elevação de 11,7% no número de motoqueiros mortos, o que interrompeu uma tendência de queda verificada em 2009. Apesar das motos serem apenas 12% da frota de veículos, os motoqueiros são 35% das pessoas que morrem no trânsito paulistano todos os anos.

13 outubro 2011

Aperto na Linha 4 do Metrô de São Paulo vai continuar

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,aperto-na-linha-4-do-metro-de-sao-paulo-vai-continuar,783218,0.htm

AE - Agência Estado
Na semana em que o governo do Estado de São Paulo apresentou o maior orçamento para obras de Metrô da história - R$ 4,9 bilhões em um ano -, o secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, admite que nem as 11 obras metroferroviárias que devem estar em andamento até a metade do ano que vem vão dar conta de resolver os problemas de trânsito da capital. Ele defende a construção de mais corredores de ônibus.



O aperto que os usuários da nova Linha 4-Amarela enfrentaram nas estações nas duas últimas semanas deve continuar pelo menos pelos próximos três anos, segundo ele. "Por que estamos sofrendo hoje com as Estações Paulista e Consolação? Por que a Linha 5 atrasou. Se ela estivesse pronta, como era previsto, a população da zona sul teria mais opções e não desembocaria todo mundo na Linha 4", explica. "Com o atraso, ainda vamos passar aí mais uns três anos com lotação."


A Linha 4-Amarela começou a funcionar em tempo integral (das 4h40 à meia-noite, exceto aos domingos) em 26 de setembro. A possibilidade de baldeação entre o ramal e as demais linhas do Metrô trouxe mais gente do que os corredores das estações puderam aguentar, batendo nos 405 mil usuários. Nos horários de pico, a travessia do túnel entre as Estações Paulista e Consolação chegou a durar 15 minutos.


Fernandes nega que as estações tenham sido mal dimensionadas para o tamanho da demanda. "Não adianta fazer uma estação enorme que vá ficar ociosa no futuro. Não dá para fazer um dimensionamento para uma situação que não é permanente." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

01 setembro 2011

Plano para gargalos no trânsito está parado há dois anos

Obras em 15 pontos de congestionamentos fazem parte da Agenda 2012. Para dois deles, nem projeto há

01 de setembro de 2011 4h 02
JORNAL DA TARDE
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,plano-para-gargalos-no-transito-esta-parado-ha-dois-anos,766990,0.htm


O plano de obras criado para melhorar o trânsito em 15 cruzamentos da cidade de São Paulo está parado há pelo menos dois anos. Em março de 2009, a Prefeitura anunciou que faria intervenções nesses pontos, considerados de congestionamentos crônicos. Mas 29 meses após incluir essas obras como uma das metas da Agenda 2012, todos esses locais estão sem intervenção.

Para 13 desses gargalos, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informa que já tem projetos prontos. Já para os outros dois, nem essa etapa foi finalizada. A companhia prevê que as mudanças fiquem prontas até dezembro de 2012. Entre elas, estão alterações no sentido da circulação de veículos, alargamento de vias, abertura de canteiros e reconfiguração geométrica.

O cruzamento das avenidas do Estado e Cruzeiro do Sul, no Pari, na região central, é um dos 15 pontos críticos. No local, o tráfego de caminhões e ônibus é intenso, por conta do corredor de acesso para as Marginais, Via Dutra e Rodovia Castelo Branco. "Desde que os caminhões foram proibidos de circular na Marginal do Pinheiros e na Avenida dos Bandeirantes, essa região ficou intransitável", disse o mecânico José Gonçalves, de 56 anos, que trabalha na região há 30.

O comerciante Heleno Bernardo, de 52 anos, dono de um restaurante a poucos metros do cruzamento, chega a levar uma hora para percorrer uma distância de cerca de 2 km até o Parque Dom Pedro. "fica tudo travado. E não tenho opção", reclamou.

Para resolver o problema nesse cruzamento, a CET planeja fazer o alargamento da via e abertura do canteiro central.

Cuidado. Segundo o engenheiro Flamínio Fichmann, consultor de engenharia de tráfego, é preciso analisar cada intervenção, para saber se é necessária. "Muitas vezes é feito um investimento elevadíssimo para um retorno pífio. Às vezes, uma intervenção barata, como regular os semáforos, é mais eficiente".

No trecho que deve passar por intervenção na Radial Leste, entre o Viaduto Pires do Rio e Avenida Álvaro Ramos, no Tatuapé, já funciona uma faixa reversível nos horários de pico. A CET planeja agora alargar a via nesse ponto. Já na Avenida Rebouças, próximo ao Viaduto Okuhara Koei, os motoristas dizem que é preciso programar melhor os semáforos. "Quando o do início da Rebouças abre, para quem faz o retorno para a Avenida Paulista, o sinal de quem vem da Dr. Arnaldo fica fechado. Seria necessário instalar uns semáforos inteligentes na região", sugeriu o agente de serviço André de Araújo, de 29 anos. Para o local, a CET prevê alargamento de via e adequação geométrica. Depois, deve haver também intervenções no sistema de semáforos.

A CET estima que com as obras haverá aumento da velocidade média dos veículos e, assim, melhoria na fluidez e segurança viária. A companhia informou ainda que está elaborando o orçamento dos projetos para viabilizar as obras.

Crítica

Para o engenheiro Sérgio Ejzemberg, a Prefeitura já deveria ter planejado e executado um plano de fluidez. "Pequenas intervenções não levam mais de seis meses para o estudo e o projeto."

16 agosto 2011

SP: ação pró-pedestre multa 16 por hora

Atualizado em terça-feira, 16 de agosto de 2011 - 8h52
Nos seis primeiros dias de atuação, a CET já multou 2.270 motoristas
Carros não respeitando a faixa de pedrestre / Leo Martins / Futura PressCarros não respeitando a faixa de pedrestreLeo Martins / Futura Press

A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) multou 2.270 motoristas nos primeiros seis dias de fiscalização à infrações que põem em risco a vida dos pedestres na cidade de São Paulo. Entre segunda-feira e sábado, foram 378 autuações por dia, média de 16 por hora.

Por enquanto, as multas estão sendo aplicadas apenas na região que vai do centro à avenida Paulista. A partir de setembro, a promessa é de que a fiscalização seja intensificada em toda a cidade.

Mesmo assim, o número é bem superior à média registrada no ano passado em toda a cidade. Em 2010, foram apenas 1.009 multas por desrespeito aos pedestres, média de apenas três por dia.

A medida faz parte de uma campanha de proteção ao pedestre, lançada em maio pela prefeitura para reduzir o número de atropelamentos na cidade.


http://www.band.com.br/noticias/transito-sp/noticia/?id=100000449937

Em 2010, das 1.357 mortes registradas no trânsito da cidade, quase metade (630) era de pedestres. As principais infrações são parar em cima da faixa de segurança, não aguardar o pedestre completar a travessia e deixar de dar preferência a quem está a pé na hora de fazer uma conversão.

08 agosto 2011

Motorista que ignorar pedestre será multado em SP

Excelente iniciativa! O próximo passo é multar quem joga lixo na rua e merda de cachorro na rua!!

Quem não respeitar o pedestre na faixa, será multado pela CET

Quem não respeitar o pedestre na faixa, será multado pela CET


Os motoristas que não respeitaram a travessia de pedestres nas ruas da cidade de São Paulo estarão sujeitos a multas a partir de hoje. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) vai intensificar a fiscalização aos motoristas e motociclistas que deixarem de dar preferência aos pedestres durante a travessia. Inicialmente, a ação será concentrada no espaço compreendido pelas regiões central e da Avenida Paulista, as primeiras a receber os orientadores de travessia do Programa de Proteção ao Pedestre, lançado em 11 de maio.

Leia mais
Estudo: Motorista ainda desrespeita pedestre em São Paulo

Haverá 154 agentes de trânsito da CET para fiscalizar a região, divididos em três turnos ao longo do dia. Alguns deles, além de autuar os condutores que desrespeitarem a faixa de travessia, estarão também em outras atividades, como fiscalização de zona azul.

Para orientar os motoristas, serão implantadas em cruzamentos 142 faixas de sinalização com os dizeres: "Pare antes da faixa. Evite multas e pontos na carteira" e "A faixa é do pedestre. Evite multas e pontos na carteira". Nos principais terminais de ônibus da SPTrans haverá distribuição de panfletos com divulgação do Programa de Proteção ao Pedestre.

A multa por deixar de dar preferência a pedestres varia de R$ 127,69 a R$ 191,53, e rendem de cinco a sete pontos na carteira. Parar sobre a faixa de pedestres na mudança de sinal luminoso é motivo de multa de R$ 85,12 e 3 pontos na carteira.


09 maio 2011

Em São Paulo, 89% desrespeitam faixa de pedestre, diz estudo

São Paulo - O trânsito de São Paulo é um exemplo de caso em que discurso e prática não caminham juntos. Quando questionados se respeitam a prioridade dos pedestres, 76,8% dos motoristas disseram que param nos cruzamentos para esperar a travessia. O detalhe é que, momentos antes, 89,6% do total desses mesmos entrevistados se comportaram de maneira oposta e haviam cometido infrações que colocaram em risco os pedestres na faixa.

Os dados fazem parte de um estudo da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) que analisou o comportamento dos motoristas em movimentados cruzamentos do centro da capital paulista. Foram registradas 675 situações em que houve "conflito" entre os pedestres e os automóveis e qual foi a decisão tomada pelo condutor do veículo.

Mais do que dissimulação dos motoristas, os números podem indicar uma grande falha na formação dos condutores. "Como é mal ensinado, pode ser um desconhecimento total da regra. É um hábito tão antigo (não esperar a travessia de pedestres) que os motoristas não percebem mais que fizeram errado", diz o gerente de Educação no Trânsito da CET e coordenador do estudo, Luiz Carlos Néspoli.

Batida

Uma tentativa de elevar o respeito à faixa de segurança para evitar atropelamentos precisa em primeiro lugar reverter uma ideia preconcebida de muitos motoristas: que isso vai, por ironia, aumentar o número de acidentes. O estudo da CET mostra que o principal motivo alegado para não dar preferência aos pedestres (40,8% dos entrevistados) é que o carro que vem atrás está muito perto e pode haver uma batida se o da frente parar na área estabelecida.

A resposta foi dada quando motoristas foram indagados sobre possíveis desconfortos ao parar na faixa. A sensação de proximidade entre os carros mostra que, mais do que o respeito ao pedestre, o que não está sendo seguido também são distância e velocidade de segurança.

"Os motoristas precisam respeitar uma distância de segurança entre os veículos. E além disso é preciso ter consciência da necessidade de reduzir a velocidade ao se aproximar de qualquer cruzamento, porque são locais mais delicados, onde pode haver entrada de veículos, travessia de pedestres ou ciclistas", afirma Néspoli. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/2011/05/09/em-sp-89-desrespeitam-faixa-de-pedestre-diz-estudo.jhtm

Em São Paulo, 89% desrespeitam faixa de pedestre, diz estudo

São Paulo - O trânsito de São Paulo é um exemplo de caso em que discurso e prática não caminham juntos. Quando questionados se respeitam a prioridade dos pedestres, 76,8% dos motoristas disseram que param nos cruzamentos para esperar a travessia. O detalhe é que, momentos antes, 89,6% do total desses mesmos entrevistados se comportaram de maneira oposta e haviam cometido infrações que colocaram em risco os pedestres na faixa.

Os dados fazem parte de um estudo da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) que analisou o comportamento dos motoristas em movimentados cruzamentos do centro da capital paulista. Foram registradas 675 situações em que houve "conflito" entre os pedestres e os automóveis e qual foi a decisão tomada pelo condutor do veículo.

Mais do que dissimulação dos motoristas, os números podem indicar uma grande falha na formação dos condutores. "Como é mal ensinado, pode ser um desconhecimento total da regra. É um hábito tão antigo (não esperar a travessia de pedestres) que os motoristas não percebem mais que fizeram errado", diz o gerente de Educação no Trânsito da CET e coordenador do estudo, Luiz Carlos Néspoli.

Batida

Uma tentativa de elevar o respeito à faixa de segurança para evitar atropelamentos precisa em primeiro lugar reverter uma ideia preconcebida de muitos motoristas: que isso vai, por ironia, aumentar o número de acidentes. O estudo da CET mostra que o principal motivo alegado para não dar preferência aos pedestres (40,8% dos entrevistados) é que o carro que vem atrás está muito perto e pode haver uma batida se o da frente parar na área estabelecida.

A resposta foi dada quando motoristas foram indagados sobre possíveis desconfortos ao parar na faixa. A sensação de proximidade entre os carros mostra que, mais do que o respeito ao pedestre, o que não está sendo seguido também são distância e velocidade de segurança.

"Os motoristas precisam respeitar uma distância de segurança entre os veículos. E além disso é preciso ter consciência da necessidade de reduzir a velocidade ao se aproximar de qualquer cruzamento, porque são locais mais delicados, onde pode haver entrada de veículos, travessia de pedestres ou ciclistas", afirma Néspoli. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/2011/05/09/em-sp-89-desrespeitam-faixa-de-pedestre-diz-estudo.jhtm

27 março 2011

Marginal Pinheiros é a 'vilã do trânsito' da manhã em SP

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ANDRÉ MONTEIRO
ALENCAR IZIDORO
DE SÃO PAULO

Após um ano da ampliação da marginal Tietê e do trecho sul do Rodoanel, a média dos engarrafamentos paulistanos diminuiu, mas a marginal Pinheiros é hoje um gargalo para os motoristas.

Das principais vias expressas, ela foi a que menos sentiu os impactos das novas obras ou restrições aos caminhões impostas pelo prefeito Gilberto Kassab_ que anunciou sua saída do DEM para fundar um novo partido.

E na retomada da vida normal da cidade num ano de Carnaval tardio, a marginal Pinheiros tem sido a principal vilã no trânsito da manhã, período que tem registrado índices tão ruins quanto os do final da tarde.

Levantamento da Folha mostra que, das 7h às 10h, ela acumula neste mês 350 km de filas pelas medições horárias da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego).


Adriano Vizoni/Folhapress
Tráfego intenso às 10h de sexta-feira (25) na marginal Pinheiros, em São Paulo, na altura do Jockey Clube
Tráfego intenso às 10h de sexta-feira (25) na marginal Pinheiros, em São Paulo, na altura do Jockey Clube

Isso representa 48% a mais do que os 236 km da Tietê --que em anos anteriores tinha mais do que o dobro de congestionamento da Pinheiros ao longo do dia.

Há explicações variadas, mas uma já era esperada: com a ampliação restrita à marginal Tietê, há um afunilamento na Pinheiros.

"É como alargar um rio em um ponto. Aumenta a vazão, a água chega mais rápido no outro. Os carros andam mais na Tietê. Mas, enquanto não houver solução para os pontos críticos da Pinheiros, não adianta", afirma Alexandre Zum Winkel, consultor em trânsito que trabalhou mais de duas décadas na CET.

Mas por que a lentidão tem se concentrado de manhã?

"A zona sul está mal atendida por transporte público e é alvo de grande expansão comercial e residencial. Na ida, as viagens são para lá. Na volta, sai de uma via saturada para um rio largo, a Tietê. Escoa melhor", diz.

Lentidão em São Paulo
Local 2º semestre 2009* 2º semestre 2010* Redução
Cidade 72,9 56,9 22%
Av. dos Bandeirantes 5,3 1,6 70%
Marginal Tietê 18,4 8,9 52%
Marginal Pinheiros 7,4 6,4 14%

Fonte: CET *dados em km considerando o dia todo e mudança na base de cálculo em abril de 2010

NOVA ROTINA

O diagnóstico da CET sobre o semestre passado aponta uma queda de 52% do trânsito na marginal Tietê, de 70% na av. dos Bandeirantes e de 22% na média da capital.

Na marginal Pinheiros, a melhoria se limitou a 14%.

"O espaço da retirada dos caminhões foi ocupado por carros", avalia Winkel. Em um ano, a frota da cidade cresceu 250 mil veículos e beira hoje os 7 milhões.

As queixas ao trânsito parado por lá se multiplicam em redes sociais na internet.

"Aconteceu algo na marginal Pinheiros? Estão dando algo grátis? Por que tanto carro, Senhor?", queixava-se Renato Suk na última sexta-feira (25).

A mudança de rotina não atinge apenas as vias mais afetadas, mas os horários.

Em fevereiro, a lentidão em São Paulo melhorou 5% à tarde e piorou 5% de manhã em relação ao ano passado.

Na prática, a média das 7h às 10h (99 km) quase igualou a das 17h às 20h (100 km).

Uma situação atípica até então, agravada, entre outras coisas, pela permissão a algumas atividades do transporte de cargas pela manhã (como alimentos perecíveis, mudança e construção civil).

Velocidade na marginal Tietê*
Período Manhã (sentido Castello Branco) Tarde (sentido Ayrton Senna)
1.abr.09 a 28.fev.10 68 km/h 13 km/h
1.abr.10 a 28.fev.11 81 km/h 56 km/h
Aumento 19% 331%


Lentidão em km na cidade Velocidade em km/h na cidade


2010 2011 Variação 2010 2011 Variação
Janeiro Manhã 55 47 -15% 38 43 13%
Tarde 96 72 -25% 17 31 82%
Fevereiro Manhã 94 99 5% 31 37 19%
Tarde 105 100 -5% 18 23 28%
Acidentes na marginal Tietê
Tipo Abril/setembro de 2009 Abril/setembro de 2010 Redução
Acidente com vítima 375 314 16%
Acidente com vítima e moto 274 195 29%

Fonte: CET *Trecho entre as pontes do Limão e Julio de Mesquita Neto pela pista expressa

25 março 2011

Ibope: cai número de paulistanos que usa carro todos os dias

Jornal do Brasil

O uso do carro entre os paulistanos diminuiu, segundo a pesquisa Movimento Nossa São Paulo/Ibope - Dia Mundial Sem Carro 2010, lançada na manhã desta quinta-feira. O número de quem usa automóvel todos os dias ou quase todos os dias caiu de 29% para 26%. De 2008 a 2010 -caiu de 30% para 26%. Outro destaque da pesquisa foi em relação ao transporte público. A disposição das pessoas para usar transporte público com o motivo de melhorar o meio ambiente aumentou. Subiu de 40% para 52%, mais da metade, os que estão dispostos a deixar de usar carro diariamente para usar mais transporte público.

De acordo com a pesquisa, o paulistano dá nota 3,3 - em uma escala de 1 a 10 - para a situação do trânsito na cidade. Os aspectos mais bem avaliados no tema locomoção são "quantidade da faixa de pedestres" e "localização da faixa de pedestres", com média 5,2.

Entre 11 aspectos de urbanização e meio ambiente avaliados, a qualidade do ar e o controle da poluição receberam as piores notas. A média para qualidade do ar caiu de 3,6 (em 2009) para 3 (em 2010); a média do controle da poluição desceu de 3,7 (em 2009) para 3,2 (em 2010). A satisfação com parques e áreas verdes é a maior, mas caiu de 5,3 para 5,2.

O levantamento, na quarta edição da pesquisa, foi realizado pelo Ibope entre os dias 25 e 30 de agosto e ouviu 805 paulistanos com 16 anos ou mais. A margem de erro estimada é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. A divulgação da pesquisa faz parte da programação da Semana da Mobilidade, que vai de 16 a 22 de setembro, quando é comemorado o Dia Mundial Sem Carro.