Mostrando postagens com marcador política. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador política. Mostrar todas as postagens

10 março 2012

PTB de Jefferson quer ficha limpa para eleitor

Partido presidido pelo ex-deputado Roberto Jefferson, réu no processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal, o PTB deve discutir em breve a implantação da 'ficha limpa' para seus filiados, ideia dele, e também até para o eleitor, proposta do deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP), procurador da Câmara. Pela ideia, ninguém que tivesse condenação na Justiça por órgão colegiado poderia filiar-se ao partido. E a proposta de Marquezelli iria mais além: não poderia nem votar. As propostas serão levadas à executiva nacional. Jefferson, porém, quer cautela. "Vamos fazer primeiro a ficha limpa interna, e depois discutir a outra, quando Marquezelli apresentar", diz o presidente do partido.

http://congressoemfoco.uol.com.br/ptb-quer-exigir-ficha-limpa-tambem-do-eleitor.html

11 dezembro 2011

Sem Maluf, Russomanno se alia à Igreja Universal para disputar prefeitura

É, acho que teremos saudades do Maluf... [sinal dos tempos!]

Um velho conhecido do eleitor paulistano arrumou novas companhias para voltar à cena política como candidato a prefeito em 2012.

Depois de 15 anos ao lado de Paulo Maluf, o ex-deputado Celso Russomanno, 55, rompeu os laços com o padrinho e deixou o PP para se filiar ao PRB, sigla nanica controlada pela Igreja Universal.

À primeira vista, a aproximação pode causar estranhamento. O apresentador de TV cresceu numa família católica e tem um perfil distante do estilo de vida pregado pelos bispos: namorou capas da "Playboy" e começou a carreira vendendo fitas com cenas picantes do carnaval.

De perto, o casamento parece ser "bom para ambas as partes", como dizia o bordão que o alçou dos programas populares à política. O PRB buscava um puxador de votos, e Russomanno percebeu que o malufismo parou de render dividendos nas urnas.

Fabio Braga-24.nov.2011/Folhapress
Celso Russomano (à esq.) dá as mãos para o Bispo Jean Madeira, presidente estadual do PRB em evento do partido
Russomano (à esq.) dá as mãos para o Bispo Jean Madeira, presidente estadual do PRB em evento da sigla

"A melhor coisa que eu fiz foi mudar de partido. Você não sabe o que é ter que carregar nas costas o peso de um Paulo Maluf...", suspirou, ao deixar um ato do novo partido no fim de novembro.

Faltavam quinze minutos para a meia-noite e Russomanno saía de um encontro com cerca de 300 jovens fiéis, numa faculdade particular em Santana (zona norte).

"Este evento tem o intuito de apresentar o nosso pré-candidato a vocês", disse na abertura o bispo Marcos Pereira, homem de confiança de Edir Macedo que há sete meses trocou a cúpula da TV Record pela presidência do PRB.

Atribuindo o número 10 da legenda a "uma bênção de Deus", ele pediu votos para o novo aliado e disse que, no cenário sem Marta Suplicy (PT), ele dividia com José Serra (PSDB) a liderança da primeira pesquisa Datafolha, divulgada em setembro.

"E quando tiram o Serra, que ninguém sabe se vai ser candidato, o Celso fica em primeiro lugar!", completou, tentando animar a plateia.

Dos oito cenários pesquisados, Russomanno lidera três, com até 21% das intenções de voto. Mas ele sabe que a posição inicial se deve ao recall da campanha para governador no ano passado, ainda sob as asas de Maluf.

Num partido pequeno, terá que atrair outras siglas para suportar a pressão do ex-presidente Lula, que quer o apoio dos bispos a Fernando Haddad (PT), e não despencar rápido nas pesquisas.

O pacote do PRB incluiu a promessa de um programa na Record, que deve estrear nas próximas semanas. "O convite da TV foi anterior ao do partido", diz o ex-deputado.

"Mas isso não tem mal nenhum. A única coisa que o Celso Russomanno fez a vida inteira foi televisão", afirma, falando de si na terceira pessoa. "Vou sair do ar na data em que a lei eleitoral exigir."

O pré-candidato diz que a amizade com os bispos precedeu a política. "Fui o primeiro funcionário contratado depois que o bispo Macedo comprou a Record da família Machado de Carvalho."

Sobre as ligações do PRB com a Universal, ele afirma: "Não é um partido que só aceita quem é da igreja."

No último dia 18, a sigla convocou seus dirigentes e parlamentares paulistas para traçar as metas da campanha à prefeitura.

Além do presidente Marcos Pereira, participaram o deputado federal Antonio Bulhões, os deputados Gilmaci Santos e Sebastião Santos e o vereador Atílio Francisco.

Os cinco, sem exceção, são bispos ou pastores da igreja.

Gilmaci Santos, que preside a sigla no Estado, é autor de um projeto de lei que tenta livrar os templos religiosos do pagamento de ICMS.

O plano da Universal para Russomanno é claro: usar sua popularidade para repetir em São Paulo seu sucesso no Rio com o senador Marcelo Crivella, reeleito em 2010.

Bispo licenciado da igreja, Crivella costuma contar com a militância espontânea de fiéis da igreja, como os que se reuniram para ouvir o pré-candidato paulistano.

"Eu adoraria ter um batalhão de jovens do meu lado", disse Russomanno no fim do encontro. "Já estou aqui com vocês, agora quero que vocês também estejam comigo."

29 outubro 2011

Tiririca vai destinar R$ 3 mi em emenda parlamentar à Cultura


O deputado Tiririca (PR-SP) pediu audiência com Andrea Matarazzo, secretário da Cultura de São Paulo, informa a coluna de Mônica Bergamo, publicada na Folha deste sábado (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Avisou que vai destinar R$ 3 milhões em emenda parlamentar à área.

Leia mais na edição da Folha deste sábado, que já está nas bancas.

13 outubro 2011

Blog divulga bons projetos que dormem nas gavetas do Congresso Nacional por falta de mobilização

http://www.cristovam.org.br/portal2/index.php?option=com_content&view=article&id=4478:blog-divulga-bons-projetos-que-dormem-nas-gavetas-do-congresso-nacional-por-falta-de-mobilizacao&catid=16&Itemid=100050

Leonardo Cazes - O GLOBO

RIO - Para a maioria dos mortais, o noticiário político é um tanto hermético. É um balaio de siglas, comissões, trâmites, ritos quase incompreensíveis e, é claro, bandalheira. Pelo menos, é isso que ganha destaque. Com a proposta de desmistificar essa imagem e provocar as pessoas a participarem mais, uma jornalista carioca de 23 anos resolveu criar o blog "Política do Bem". A ideia é dar publicidade a boas iniciativas apresentadas por parlamentares, mas que dormem nas gavetas do congresso por falta de interesse. Deles, é claro.

Um dos projetos de Lei é de autoria do senador Cristovam Buarque e prevê que os filhos de políticos devem estudar em escola pública, como uma forma de pressão para a melhoria da qualidade do ensino oferecido. Apresentado em 2007, ele voltou à tona recentemente através de mobilizações na internet. Isso sem falar nas marchas contra corrupção articuladas através das redes sociais.

- A ideia básica é que as pessoas conheçam mais a vida parlamentar, saibam o que se passa. Tramitam bons projetos no Congresso, mas que não são votados, ficam engavetados. No Brasil, todos falam mal da política, mas há iniciativas que merecem destaque e precisam de mobilização para acontecer - explica Paula Filizola, que se mudou no início do mês para Brasília, onde trabalhará e poderá trazer mais informações para o blog.

A jornalista também mergulha nos assuntos que estão em debate, mas muitas vezes são pouco compreendidos: código florestal, emenda 29 (que destina mais recursos para a saúde) e voto distrital são alguns dos temas já abordados. Antes de fazer militância em prol de uma proposta, Paula quer dar mais subsídios para que as pessoas tomem suas decisões.

- Eu quero aproximar principalmente a linguagem, muita gente lê e não entende, é muito complicado. Comissões, siglas, há um desconhecimento muito grande. Quero que as pessoas conheçam política de forma mais acessível. Vários assuntos estão sendo votados e nem sabemos o que se passa - diz.

Focar em iniciativas, afirma Paula, é uma forma de sensibilizar principalmente os jovens. Afinal, cada vez menos eles se identificam com os partidos políticos tradicionais e se engajam em torno de bandeiras específicas. Contra a descrença, só mesmo a informação.

11 outubro 2011

Presidente do PMDB defende redução de 38 para 28 ministérios

Hein?! Deve ser pegadinha do malandro, né?


Valdir Raupp sugere que cada sigla abra mão de metade das suas pastas. PMDB é um dos partidos com mais postos no governo federal
Texto:

selo

Foto: Divulgação

Valdir Raupp, senador por Rondônia e presidente nacional do PMDB

O presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), defendeu hoje a redução do número de ministérios dos atuais 38 para 28 como forma de racionalizar a máquina pública.

Leia também: PMDB cobra mais cargos do governo Dilma

"Eu sou favorável a que voltasse ao que era antes", afirmou ao ser questionado sobre a possibilidade de fusão dos ministérios da Previdência e do Trabalho. Raupp ressalvou que não tem conhecimento de nenhum estudo no governo para "enxugar" o número de pastas, hoje loteadas entre os partidos aliados da presidentaDilma Rousseff. "Seria bom enxugar um pouco, tem ministério demais", alegou.

Sobre os reflexos de uma eventual redução de ministérios nos partidos da base, o senador sugeriu que cada uma das legendas abra mão das pastas que controla. "Assim, quem tem quatro ficaria com dois. Quem tem dois ficaria com um, quem tem um ficaria sem nenhum", propôs, enquanto aguardava o carro para levá-lo ao Ministério da Previdência, onde trataria da ida do ministro Garibaldi Alves a Rondônia, onde serão inaugurados novos postos do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).

Seria bom enxugar um pouco, tem ministério demais"

PSD

O senador Valdir Raupp ainda apontou a Bahia como o Estado onde houve o maior desfalque de prefeitos peemedebistas que se filiaram ao PSD. De um total de 117 prefeitos, 60 deles aderiram ao novo partido.

O partido do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, também obteve a filiação do vice-governador do Estado, Otto Alencar, informou Raupp. Quanto à desfiliação do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, tido como um possíveis candidatos a prefeito ou ao governo de São Paulo pelo PSD, o senador disse que o gesto não surpreendeu "porque ele nunca foi tido como peemedebista". Citou como exemplo, o fato de Meirelles não ter comunicado ao partido sobre os convites que recebeu para ocupar o Conselho Público Olímpico (CPO) e o Conselho da Copa do Mundo de 2014.

Presidente do PMDB defende redução de 38 para 28 ministérios

Hein?! Deve ser pegadinha do malandro, né?


Valdir Raupp sugere que cada sigla abra mão de metade das suas pastas. PMDB é um dos partidos com mais postos no governo federal
Texto:

selo

Foto: Divulgação

Valdir Raupp, senador por Rondônia e presidente nacional do PMDB

O presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), defendeu hoje a redução do número de ministérios dos atuais 38 para 28 como forma de racionalizar a máquina pública.

Leia também: PMDB cobra mais cargos do governo Dilma

"Eu sou favorável a que voltasse ao que era antes", afirmou ao ser questionado sobre a possibilidade de fusão dos ministérios da Previdência e do Trabalho. Raupp ressalvou que não tem conhecimento de nenhum estudo no governo para "enxugar" o número de pastas, hoje loteadas entre os partidos aliados da presidentaDilma Rousseff. "Seria bom enxugar um pouco, tem ministério demais", alegou.

Sobre os reflexos de uma eventual redução de ministérios nos partidos da base, o senador sugeriu que cada uma das legendas abra mão das pastas que controla. "Assim, quem tem quatro ficaria com dois. Quem tem dois ficaria com um, quem tem um ficaria sem nenhum", propôs, enquanto aguardava o carro para levá-lo ao Ministério da Previdência, onde trataria da ida do ministro Garibaldi Alves a Rondônia, onde serão inaugurados novos postos do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).

Seria bom enxugar um pouco, tem ministério demais"

PSD

O senador Valdir Raupp ainda apontou a Bahia como o Estado onde houve o maior desfalque de prefeitos peemedebistas que se filiaram ao PSD. De um total de 117 prefeitos, 60 deles aderiram ao novo partido.

O partido do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, também obteve a filiação do vice-governador do Estado, Otto Alencar, informou Raupp. Quanto à desfiliação do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, tido como um possíveis candidatos a prefeito ou ao governo de São Paulo pelo PSD, o senador disse que o gesto não surpreendeu "porque ele nunca foi tido como peemedebista". Citou como exemplo, o fato de Meirelles não ter comunicado ao partido sobre os convites que recebeu para ocupar o Conselho Público Olímpico (CPO) e o Conselho da Copa do Mundo de 2014.