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17 janeiro 2012

Recife vai se transformar em galeria de arte a céu aberto

Foto: Divulgação/Prefeitura do RecifeAmpliar

Obra que o artista Zé Cláudio criou para enfeitar o Recife

Recife, que já é conhecida por seu mega carnaval, anunciou em coletiva na sede da prefeitura, no centro, que a decoração da festa este ano vai transformar as ruas da cidade em galeria de arte a céu aberto. A novidade é que a cenografia fica a cargo de um dos homenageados, o artista plástico José Cláudio, que divide a homenagem com o cantor Alceu Valença.

Foto: DivulgaçãoAmpliar

No gabinete do prefeito, o artista José Cláudio e o prefeito, João da Costa, anunciam as novidades


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http://carnaval.ig.com.br/recife-vai-se-transformar-em-galeria-de-arte-a-ceu-aberto/n1597574108036.html

O prefeito João da Costa disse que a cidade terá pontes e ruas ornamentadas com a arte de um dos homenageados. “A obra de Zé Cláudio tem tudo a ver com o povo do Recife e o carnaval será uma porta aberta para que a população tenha acesso a ela”, afirmou o prefeito.

Foto: Divulgação/Prefeitura do RecifeAmpliar

Uma das obras que o artista José Cláudio criou para a decoração do carnaval 2012

Alceu Valença também será retratado na decoração. As mulheres cantadas por ele em “Morena Tropicana”, “Diabo Louro” e “Belle de Jour” estarão ilustradas com passarinhos e frutas tropicais nos desenhos de Zé Cláudio, entusiasmado com a visibilidade que sua arte vai alcançar. “Estou feliz por mostrar ao público minhas obras na rua, de onde eu vim.”

22 dezembro 2011

Lixo hospitalar voltará para os EUA


Os dois contêineres com 46 toneladas de lixo hospitalar interditados e lacrados desde os dias 11 e 13 de outubro pela Receita Federal no Porto de Suape, região metropolitana do Recife, quando chegaram dos Estados Unidos, serão devolvidos ao país de origem em janeiro. A empresa Na Intimidade, com sede em Santa Cruz do Capibaribe (PE), que importava o material para fazer forro de bolso, será responsável pela devolução e pelos custos. A informação foi divulgada ontem pela Alfândega da Receita Federal, que autorizou a devolução. A legislação brasileira prevê a destruição de carga irregular.


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25 novembro 2011

Vias da Zona Sul do Recife sofrem intervenção por tempo indeterminado

Lá vem mais confusão no caminho para Suape...

Avenida Dom João VI terá ruas bloqueadas para expansão de obras.

Rua General Edson Amâncio não serve mais de rota para Imbiribeira.



Avenida Antônio Falcão dá acesso à Mascarenhas de Morais, na Imbiribeira (Foto: Vanessa Bahé/G1)Avenida Antônio Falcão dá acesso à Mascarenhas
de Morais, na Imbiribeira (Foto: Vanessa Bahé/G1)

A partir deste sábado (26), a Avenida Dom João VI e a Rua General Edson Amâncio Ramalho, situadas nas imediações dos canais do Jordão e Setúbal, na Zona Sul do Recife, sofrerão mudanças no trânsito, por tempo indeterminado, em decorrência da construção de quatro viadutos. As vias passarão sobre a Avenida Antônio Falcão e integram as obras da Via Mangue, uma das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento ) da Copa, realizada em Pernambuco.

As duas vias da Avenida Dom João VI que margeiam o canal do Jordão, no trecho entre a Avenida Antônio Falcão e a Rua Antônio Torres Falcão serão bloqueadas para a expansão do canteiro de obras. Também será fechado o trecho da Dom João VI entre as ruas Alfredo Marcondes e a Antônio Torres Galvão.

Dois percursos podem ser escolhidos por motoristas que utilizavam a via para seguir em direção à Piedade: a primeira opção é utilizar a Rua Silvinho Macedo, dobrar à esquerda na Rua José da Silva Lucena, para fazer a conversão, à direta, para a Dom João VI. O segundo caminho é seguir pela Antônio Torres Galvão e dobrar na Rua Fernando Simões Barbosa.

Os condutores que utilizavam como via a Dom João VI para se dirigir até a Avenida Antônio Falcão terão que seguir em frente até a Francisco Cunha, onde deverão entrar para mudar de sentindo.

A Rua General Edson Amâncio Ramalho, que já sofre bloqueios parciais, não poderá ser usada pelos motoristas que seguem para a Imbiribeira. Ela será fechada, no trecho compreendido entre a Rua Antônio Torres Galvão e a Avenida Antônio Falcão. A opção é seguir em frente, entrar na Francisco Cunha em direção à Antônio Falcão.

27 outubro 2011

Não há sinal de queda no preço dos imóveis, diz Ibope

http://economia.ig.com.br/financas/casapropria/nao-ha-sinal-de-queda-no-preco-dos-imoveis-diz-ibope/n1597325773468.html

Rio de Janeiro e Recife registraram as maiores altas nos últimos seis meses, com valorização média de 18%

Danielle Assalve, iG Sâo Paulo


Mesmo com a crise econômica, os preços dos imóveis seguem em firme tendência de alta no Brasil. Segundo pesquisa divulgada pelo Ibope Inteligência nesta terça-feira, apartamentos novos e usados nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife registraram expressiva valorização nos últimos seis meses.

Foto: AEAmpliar

Preços dos imóveis seguem em firme tendência de alta no Brasil, diz Ibope

“Os preços mantêm uma tendência altista exagerada que tem sido observada desde 2009. Não há nenhum sinal de desaceleração no médio prazo”, diz Antônio Carlos Ruótolo, diretor de geonegócios do Ibope Inteligência.

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As maiores altas foram verificadas nas cidades do Rio de Janeiro e Recife, ambas com crescimento de 18% no preço dos apartamentos novos entre abril e outubro deste ano – considerando a média dos imóveis nos bairros comparáveis. No Rio de Janeiro, o preço do metro quadrado vale, em média, R$ 4.656, enquanto em Recife o valor é de R$ 4.020.

Já o preço dos apartamentos usados nas duas capitais subiu ainda mais que o dos imóveis novos. Em Recife, os imóveis usados registraram alta de 20% no período, para um valor médio de R$ 3.066 por metro quadrado. No Rio, a alta foi de 19%, com o metro quadrado valendo R$ 5.047.

Segundo Ruótolo, o fato do preço médio dos imóveis usados subir mais que o dos novos é “uma indicação de anomalia no mercado, algo atípico e temporário”. No caso de Recife, o diretor do Ibope acredita que o movimento tem relação com o crescimento da cidade, puxado pelo complexo industrial portuário de Suape, que resultou em um aumento inesperado da demanda por imóveis. Como o número de lançamentos não tem acompanhado o movimento, cresce a procura por apartamentos usados.

No Rio de Janeiro, Ruótolo acredita que a alta dos preços de usados tem relação com a carência de lançamentos e de terrenos para construir, em especial na área sul. “O Rio está crescendo para a periferia, em regiões como Zona Oeste, Bangu. E a classe média em geral prefere morar em outros lugares, o que aumenta a transação de usados em certas áreas da cidade.”

Em São Paulo e Porto Alegre, os preços dos imóveis novos e usados também registraram forte valorização – embora dentro de padrões mais estáveis. Os apartamentos novos ficaram, em média, 14% mais caros em São Paulo, com valor de R$ 6.030 por metro quadrado – maior valor entre as quatro cidades pesquisadas. Em Porto Alegre, houve alta de 11% nos últimos seis meses, para R$R$ 4.567 o metro quadrado.

No caso das residências usadas, São Paulo registrou alta de 11%, para R$ 4.554 por metro quadrado, enquanto Porto Alegre teve valorização de 8%, para R$ 2.998.

Considerando a média de todos os imóveis em outubro, o metro quadrado custa, em média, R$ 6.019 em São Paulo, R$ 6 mil no Rio de Janeiro, R$ 4.501 em Porto Alegre e R$ 4.074 em Recife. Já o metro quadrado dos apartamentos usados vale, em outubro, R$ 4.979 em São Paulo, R$ 5.106 no Rio de Janeiro, R$ 2.922 em Porto Alegre e R$ 3.066 em Recife.

Crescimento anual segue forte

Na avaliação de Ruótolo, os resultados da pesquisa mostram que o mercado imobiliário segue aquecido – embora os preços tenham até diminuído em poucos bairros. Considerando a variação de preços desde 2009, quando teve início a pesquisa do Ibope, os imóveis novos ficaram, em média, 85% mais caros em São Paulo nos últimos dois anos e, em 2011, registram crescem em ritmo anual a uma taxa de 28%.

No Rio de Janeiro, os preços subiram 79% desde 2009 e apontam crescimento anualizado de 34% em 2011. Em Porto Alegre, a pesquisa mostra alta de 63% nos últimos dois anos e ritmo de crescimento anual de 22%. O levantamento do Ibope em Recife começou a ser feito em abril, portanto o único dado disponível é a alta média anualizada de 36% em 2011.

Para o diretor do Ibope, fatores como forte queda do desemprego no País, reajustes salariais e financiamento abundante têm levado muitos a realizar o sonho de comprar a casa própria. “Os preços estão altos, em patamares que não são sustentáveis no longo prazo, mas não vemos até agora nenhum sinal de acomodação do mercado, apesar da crise”, diz Ruótolo.

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19 abril 2011

19-Abril-11: Recife tem um verdadeiro dia de Veneza

Simplesmente um absurdo um bairro como Boa Viagem testemunhar cenas como essas. E que fique claro que isso se repetiu por toda a cidade!
Surpreendente como o Poder Público pode ser incompetente a ponto de fazer vistas grossas para uma situação dessas?
Muitos serão cínicos a ponto de alegar que se trata de uma chuva muito além do normal para a época, tentando fazer de uma meia-verdade justificativa para o descaso da situação urbana dessa linda capital.
Na verdade, quem testemunha o dia-a-dia dessa metrópole, sabe que qualquer chuva de intensidade média é capaz de causar transtornos suficientes para prejudicar muita gente. Não há galerias pluviais que atendam a vazão de chuva e, as que existem, estão sempre entupidas pois não há coleta de lixo eficiente nem tampouco lixeiras nas ruas. A população, verdade seja dita, colabora para piorar a situação jogando o lixo no chão. Caminhões de concreto a serviços dos contáveis espigões que brotam todos os dias despejam suas sobras nos bueiros... enfim, um caos total agravado pela falta de fiscalização.
Também haverá quem diga que não há recursos para investir em macro-drenagem e saneamento básico (notem pelas fotos que o rio que virou a minha rua não é de água, mas de esgoto). Gostaria de lembrar que esse é um dos estados que mais crescem no país. Claro que anos de descaso não serão recuperados do dia para a noite, mas o fato é que não se vê nenhum esforço sério para isso.
Enfim, fica o desabafo de quem fugiu de SP pensando que não iria se deparar mais com essas coisas, mas passo a crer que o futuro de Recife não será muito diferente, se não for pior. Melhor comprar uma gôndola para ir ao trabalho...