Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tecnologia. Mostrar todas as postagens

04 abril 2012

Google apresenta protótipo de óculos com Android

Funcionários do Google estão começando a testar protótipos dos óculos do Google com Android, que estão sendo desenvolvidos no laboratório Google X. O Google liberou hoje as primeiras fotos do novo projeto, chamado Google Glasses, a primeira tentativa da empresa em desenvolver um dispositivo que possa ser "vestido" pelo usuário. Os óculos ainda não estão prontos para venda, mas os funcionários da empresa testarão o produto em público. Confira as fotos do óculos na galeria abaixo:

Modelo mostra o protótipo do Google Glasses, que permitirá ver informações da web sem usar o celular ou tablet - Foto: DivulgaçãoAs fotos divulgadas por funcionários do Google na rede social Google+ mostram um protótipo de óculos com uma pequena tela transparente que fica localizada logo acima de um dos olhos. Os óculos podem fazer streaming de informações para a tela, como mensagens recebidas, mapas e outras informações, que podem ser acionadas por meio de comandos de voz. Os óculos também serão equipados por uma câmera para filmar e fotografar.

MATÉRIA COMPLETA:

http://tecnologia.ig.com.br/google-apresenta-prototipo-de-oculos-com-android/n1597732128481.html

05 março 2012

Vespas da "empresa mais inovadora do Brasil" reduzem custos do agronegócio

Na última sexta-feira, os sócios da Bug Agentes Biológicos almoçaram em uma churrascaria de Piracicaba (SP) com quase 70 funcionários da empresa. Foi uma comemoração merecida. Em sete anos, a companhia passou da fase experimental para um negócio com faturamento milionário e vendas em todo o país. Nos últimos dias, essa ascensão surpreendeu até os fundadores. Eles se viram, no acanhado escritório perto da cidade de Charqueada (SP) onde trabalham, segurando inesperadamente o título de “empresa mais inovadora do Brasil”.

A escolha é da respeitada revista americana Fast Company, que passou a acompanhar a Bug após descobri-la num livro sobre inovação e empreendedorismo, escrito pela jornalista Sarah Lacy. A empresa ficou na 33ª posição mundial, numa lista liderada pelo Facebook – e na frente de Petrobras, Embraer, OGX e outras potências nacionais. “Os editores acharam que a gente tinha relevância suficiente para ser premiado porque estamos em duas culturas muito importantes no País, a cana e a soja”, diz o empresário Diogo Carvalho.


MATÉRIA COMPLETA:

http://economia.ig.com.br/empresas/vespas-da-empresa-mais-inovadora-do-brasil-reduzem-custos-do-agr/n1597662306763.html

Vespas da "empresa mais inovadora do Brasil" reduzem custos do agronegócio

Na última sexta-feira, os sócios da Bug Agentes Biológicos almoçaram em uma churrascaria de Piracicaba (SP) com quase 70 funcionários da empresa. Foi uma comemoração merecida. Em sete anos, a companhia passou da fase experimental para um negócio com faturamento milionário e vendas em todo o país. Nos últimos dias, essa ascensão surpreendeu até os fundadores. Eles se viram, no acanhado escritório perto da cidade de Charqueada (SP) onde trabalham, segurando inesperadamente o título de “empresa mais inovadora do Brasil”.

A escolha é da respeitada revista americana Fast Company, que passou a acompanhar a Bug após descobri-la num livro sobre inovação e empreendedorismo, escrito pela jornalista Sarah Lacy. A empresa ficou na 33ª posição mundial, numa lista liderada pelo Facebook – e na frente de Petrobras, Embraer, OGX e outras potências nacionais. “Os editores acharam que a gente tinha relevância suficiente para ser premiado porque estamos em duas culturas muito importantes no País, a cana e a soja”, diz o empresário Diogo Carvalho.


MATÉRIA COMPLETA:

http://economia.ig.com.br/empresas/vespas-da-empresa-mais-inovadora-do-brasil-reduzem-custos-do-agr/n1597662306763.html

22 fevereiro 2012

Célula-tronco de cordão umbilical reduz neurodegeneração em roedor

Alexandre Gonçalves, O Estado de S.Paulo

Uma terapia que utiliza células-tronco adultas de cordão umbilical humano conseguiu estender a vida de camundongos com esclerose lateral amiotrófica (ELA). O estudo, divulgado na revista científica PLoS One, contou com uma coautora brasileira, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP). Os pesquisadores já têm planos de testar o tratamento em humanos.

Os cientistas utilizaram camundongos transgênicos. Os animais carregavam um gene humano defeituoso que causa a ELA. Na realidade, o gene provoca apenas 5% dos casos da doença em humanos. Ainda não há explicação para os demais.

Com 13 semanas, o camundongo transgênico começa a ficar paralítico. O quadro evolui de forma inexorável até a 17.ª semana, quando o roedor morre.

Os pesquisadores utilizaram cerca de 120 animais na experiência, divididos em quatro grupos. O primeiro recebeu apenas injeções de soro fisiológico. Os demais receberam células-tronco adultas retiradas de cordão umbilical humano. Para evitar rejeição, os cientistas administraram também um imunossupressor.

Dois grupos foram tratados depois do aparecimento da doença, na 13.ª semana - um deles com uma dose baixa de células e outro com uma dose alta. O último grupo foi tratado na 9.ª semana - portanto, antes do aparecimento da ELA -, com uma solução de poucas células.

MATÉRIA COMPLETA:

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,celula-tronco-de-cordao-umbilical-reduz-neurodegeneracao-em-roedor-,838898,0.htm

Célula-tronco de cordão umbilical reduz neurodegeneração em roedor

Alexandre Gonçalves, O Estado de S.Paulo

Uma terapia que utiliza células-tronco adultas de cordão umbilical humano conseguiu estender a vida de camundongos com esclerose lateral amiotrófica (ELA). O estudo, divulgado na revista científica PLoS One, contou com uma coautora brasileira, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP). Os pesquisadores já têm planos de testar o tratamento em humanos.

Os cientistas utilizaram camundongos transgênicos. Os animais carregavam um gene humano defeituoso que causa a ELA. Na realidade, o gene provoca apenas 5% dos casos da doença em humanos. Ainda não há explicação para os demais.

Com 13 semanas, o camundongo transgênico começa a ficar paralítico. O quadro evolui de forma inexorável até a 17.ª semana, quando o roedor morre.

Os pesquisadores utilizaram cerca de 120 animais na experiência, divididos em quatro grupos. O primeiro recebeu apenas injeções de soro fisiológico. Os demais receberam células-tronco adultas retiradas de cordão umbilical humano. Para evitar rejeição, os cientistas administraram também um imunossupressor.

Dois grupos foram tratados depois do aparecimento da doença, na 13.ª semana - um deles com uma dose baixa de células e outro com uma dose alta. O último grupo foi tratado na 9.ª semana - portanto, antes do aparecimento da ELA -, com uma solução de poucas células.

MATÉRIA COMPLETA:

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,celula-tronco-de-cordao-umbilical-reduz-neurodegeneracao-em-roedor-,838898,0.htm

Célula-tronco de cordão umbilical reduz neurodegeneração em roedor

Alexandre Gonçalves, O Estado de S.Paulo

Uma terapia que utiliza células-tronco adultas de cordão umbilical humano conseguiu estender a vida de camundongos com esclerose lateral amiotrófica (ELA). O estudo, divulgado na revista científica PLoS One, contou com uma coautora brasileira, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP). Os pesquisadores já têm planos de testar o tratamento em humanos.

Os cientistas utilizaram camundongos transgênicos. Os animais carregavam um gene humano defeituoso que causa a ELA. Na realidade, o gene provoca apenas 5% dos casos da doença em humanos. Ainda não há explicação para os demais.

Com 13 semanas, o camundongo transgênico começa a ficar paralítico. O quadro evolui de forma inexorável até a 17.ª semana, quando o roedor morre.

Os pesquisadores utilizaram cerca de 120 animais na experiência, divididos em quatro grupos. O primeiro recebeu apenas injeções de soro fisiológico. Os demais receberam células-tronco adultas retiradas de cordão umbilical humano. Para evitar rejeição, os cientistas administraram também um imunossupressor.

Dois grupos foram tratados depois do aparecimento da doença, na 13.ª semana - um deles com uma dose baixa de células e outro com uma dose alta. O último grupo foi tratado na 9.ª semana - portanto, antes do aparecimento da ELA -, com uma solução de poucas células.

MATÉRIA COMPLETA:

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,celula-tronco-de-cordao-umbilical-reduz-neurodegeneracao-em-roedor-,838898,0.htm

'Precisamos de engenheiros inovadores'

O diagnóstico de que o desenvolvimento do Brasil exige mais engenheiros já virou consenso. O País está sendo obrigado a importar pessoal qualificado, porque forma por ano cerca de 40 mil profissionais, ante 190 mil na Rússia, 220 mil na Índia e 650 mil na China, para ficar só com os Brics, o bloco dos países emergentes. Interlocutor do governo num plano para atacar a questão, o ex-reitor da Universidade de São Paulo Roberto Leal Lobo acredita que é preciso trabalhar em outra frente além da quantitativa: mudar currículos e acabar com a especialização precoce, definida ainda antes no vestibular. Para ele, o profissional do futuro precisa ter visão genérica, combinar técnica e ciência para criar inovação, gerar patentes. "Nosso engenheiro não é criado para a inovação, mas para a reprodução."


MATÉRIA COMPLETA:
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,precisamos-de-engenheiros-inovadores,838124,0.htm

Cientistas conseguem ressuscitar flor da Era do Gelo Cientistas conseguem ressuscitar flor da Era do Gelo Cientistas conseguem ressuscitar flor da

Pesquisadores russos conseguiram ressuscitar uma flor já extinta a partir dos tecidos congelados por mais de 30 mil anos no gelo permanente da Sibéria. A Silene stenophylla é a planta mais antiga a ser regenerada e, de acordo com os cientistas, ela é fértil, produz flores brancas e sementes viáveis.

Pesquisadores canadenses já haviam conseguido reavivar plantas muito mais novas que a S.stenophylla a partir de sementes. O estudo russo, no entanto, reafirmou que o tecido pode ser conservado no gelo por dezenas de milhares de anos, abrindo caminho para uma possível ressurreição de mamíferos da Era do Gelo.

O experimento comprova que o gelo permanente serve como um depósito natural de antigas formas de vida, afirmam os pesquisadores que publicaram os resultados do estudo nesta terça-feira (21) no periódico científico Proceedings of the National Academy of Sciences.

MATÉRIA COMPLETA:

http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/cientistas-conseguem-ressuscitar-flor-da-era-do-gelo/n1597648372938.html

03 janeiro 2012

Facebook, Google e outros gigantes ameaçam um "blackout" como protesto contra o SOPA Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/facebook/17221-facebook

Tela que deverá ser usada durante o protesto. (Fonte da imagem: FoxNews)

Ainda não é uma certeza, mas não se surpreenda se nas próximas semanas você vir uma tela de conteúdo bloqueado no lugar das páginas do Facebook, Google, Amazon e Twitter. Tais telas deverão ser usadas caso as empresas resolvam efetuar um blackout dos serviços como protesto contra o SOPA (Stop Online Piracy Act).

De acordo com a Fox News, essa seria uma medida drástica a ser adotada pelas empresas e, embora detalhes ainda não tenham sido revelados, a ação já estaria em consideração.

O SOPA está causando muita preocupação entre as empresas de tecnologia, pois a nova legislação tornaria qualquer site responsável por quebras de direitos autorais feitos por seus usuários. Isso é um grande problema para páginas baseadas quase que completamente em conteúdo gerado pelos visitantes.

19 dezembro 2011

Apesar do Plano Brasil Maior, Brasil ainda não incentiva a inovação, diz Iedi

http://colunistas.ig.com.br/guilhermebarros/2011/10/01/apesar-do-plano-brasil-maior-brasil-ainda-nao-incentiva-a-inovacao-diz-iedi/

O Plano Brasil Maior (PBM) adota medidas de redução do custo tributário da indústria em um momento de dificuldades do setor, mas ainda não facilita o investimento, a inovação e a exportação como fazem outros países, conforme avalia o Iedi em sua análise do setor industrial.

Para a entidade, o plano do governo federal traz ainda contribuições pioneiras, como a desoneração da folha e a instituição de um ressarcimento de até 3% das exportações por tributos não recuperados pelos exportadores.

“A nosso ver, uma política industrial pode prever incentivos mais amplos, desde que reservados para premiar os esforços de investir e inovar não só da indústria, mas de todos os setores da economia, e para promover o florescimento das atividades industriais que nos conduzirão ao futuro. Áreas de sustentabilidade e de novas tecnologias estão entre as atividades para as quais o incentivo fiscal pode ser fundamental”, diz a análise do Iedi.

A entidade ainda ressalta três lacunas no plano: o horizonte curto, a deficiência na governança da política industrial e a falta de foco na produtividade.

“Desde que estabeleçamos corretamente o perfil e a estrutura da indústria que se deseja para o Brasil, melhoremos a governança do PBM e concedamos prioridade ao avanço da produtividade industrial, a indústria brasileira responderá à altura os desafios que a necessidade de um maior desenvolvimento econômico e social coloca para todos os setores econômicos do país”, diz o Iedi.

Retrospectiva 2011: Mundo da Ciência

http://br.retrospectiva.yahoo.com/2011/br_inovacoes#Mundo%20da%20ci%C3%AAncia

Há alguns anos, a hipótese de uma pessoa paraplégica conseguir mexer as pernas soava como um fato para o futuro distante. Mas 2011 disse que não é bem assim: foi o ano em que um paciente da Fiocruz da Bahia conseguiu a ter movimentos nas áreas afetadas por um acidente ocorrido nove antes antes. Mais que isso: Miguel Nicolelis, o maior cientista do Brasil e um dos grandes do mundo, conseguiu fazer um macaco sentir um braço virtual com a força do pensamento. Com o perdão do trocadilho, são dois grandes passos para em alguns anos comemorarmos a primeira caminhada de um paraplégico.

Este ano também foi aquele em que um magnata britânico anunciou que vai passar a vender passagens para o espaço por módicos 200 mil dólares a partir de 2012. E sabe aquela gripe chata que a gente tem todo ano? Segundo uma universidade britânica, o fim dela está próxima, não importando mais quantas vezes o vírus se modifica.

Veja estes e outros acontecimentos importantes no mundo da ciência que ocorreram em 2011

http://br.retrospectiva.yahoo.com/2011/br_inovacoes#Mundo%20da%20ci%C3%AAncia

17 dezembro 2011

Pneu sem ar não tem manutenção, não fura e é ecológico


O pneu tem uma estrutura flexível, que se estende ao longo do interior dos pneus e que suporta todo o peso do veículo

  • Texto: AutoInforme
  • Fotos: Divulgação
(16-12-11) – Se o pneu que a Bridgestone anunciou - ainda como conceito - fizer sucesso, a profissão de borracheiro pode estar em via de extinção.

Ninguém mais vai precisar encher ou calibrar o pneu, nem consertar se o motorista passar em cima de um prego.

Além de ser um pneu que elimina vários problemas, como calibragem, conserto e ter um local no carro para guardar o estepe, este pneu da Bridgestone é ecologicamente correto, pois é totalmente reciclável. Elimina também o problema deste tipo de lixo, que vem causando dores de cabeça para ecologistas, governos e fábricas de pneus.

A apresentação do pneu foi feita no Salão do Automóvel de Tóquio e na ocasião foi lembrado que protótipos deste tipo já foram desenvolvidos, mas que eram inviáveis para a produção em larga escala. Este não. Segundo a Bridgestone, ele pode ser fabricado e colocado em prática.

O pneu tem uma estrutura flexível, que se estende ao longo do interior dos pneus e que suporta todo o peso do veículo, não havendo necessidade de calibrá-los periodicamente, exigindo menos manutenção. Ao mesmo tempo, a preocupação com perfurações é eliminada.

Além disso, a estrutura interna é produzida a partir de resinas termoplásticas reutilizáveis, e assim como a borracha da banda de rodagem, estes são materiais 100% recicláveis.

11 dezembro 2011

Tecnologia pode levar a carro à prova de mortes até 2020


Sistemas de segurança poderiam evitar colisões e proteger motororistas, mas ainda são polêmicos.


Todos os anos, 1,3 milhão de pessoas são mortas e 50 milhões ficam feridas em rodovias de todo o mundo. Diante desse cenário, montadoras estão investindo na criação de um carro que nunca se envolva em acidentes.

Mas isso realmente pode ser concretizado? E será que os motoristas vão aceitar um computador que controle sua maneira de dirigir?

Há menos de 30 anos, colocar o cinto de segurança era o máximo da tecnologia de ponta no que dizia respeito à segurança em estradas. Desde então, foram criados dispositivos como air-bags e sistemas de freio ABS.

Agora, o lançamento de tecnologias para se evitar acidentes promete reduzir o número de vítimas em rodovias. Entre as novidades estão sistemas que podem alertar o motorista sobre perigos e até mesmo tomar providências para se evitar acidentes.

Sem mortos e feridos

Confiante no poder dessa tecnologia, a Volvo vem dizendo que após 2020 ninguém mais vai morrer ou se ferir gravemente em estradas se estiver a bordo de um de seus novos carros.

Na verdade, o que a empresa sueca está planejando é desenvolver um veículo que vai proteger totalmente seus ocupantes e vai se envolver em menos colisões.

Outras fabricantes de carros também estão fazendo promessas parecidas. A Toyota diz que tem como objetivo zero mortos e feridos, mas não disse ainda qual o prazo em que isso pode ser alcançado.

A Ford já está vendendo seu novo Focus - com o auto-proclamado "sistema de proteção inteligente" - como um dos veículos mais seguros do mercado.

"A principal causa das batidas é o motorista não prestar atenção ou os motoristas serem distraídos por algo. Esta tecnologia dá olhos aos carros e sabe quando o motorista falha", explica Thomas Broberg, assessor técnico da Volvo no centro de pesquisas da companhia em Gotemburgo, na Suécia.

Sistemas que monitoram pontos cegos e acompanham o nivel de alerta dos motoristas, e controles eletrônicos de estabilidade - que podem detectar e ajudar a prevenir uma derrapagem - já estão sendo introduzidos em muitos novos veículos.

Alguns carros também têm hoje farois adaptados que melhoram a visibilidade noturna e instrumentos que advertem sobre uma potencial colisão ou quando um carro sai de sua trajetória.

Pesquisas

Um estudo do Instituto de Seguros dos Estados Unidos para Segurança nas Estradas estimou que quatro das tecnologias já disponíveis - aviso sobre saída da trajetória, advertência sobre colisão dianteira, detecção de pontos cegos e farois adaptáveis - podem prevenir ou mitigar uma em cada três colisões fatais e uma em cada cinco colisões que resultam em ferimentos graves ou moderados.

Pesquisas estão em curso sobre a tecnologia de freio autônomo, que pode parar um carro quando outros veículos ou obstáculos estão muito próximos, e de apoio para manter a trajetória, que aplica uma força corretiva na direção se o motorista escapar de sua faixa.

Os fabricantes também estão desenvolvendo controle adaptador de cruzeiro, que pode automaticamente manter uma velocidade segura e a distância de outros veículos, e adaptador inteligente de velocidade, que pode, em sua forma mais ativa, impedir que um motorista ultrapasse o limite de velocidade.

As pesquisas sobre a eficácia dessas tecnologias ainda está em seus primórdios. Um estudo da União Europeia feito em 2008 pelo Centro de Pesquisas Técnicas VTT, da Finlândia, verificou que a tecnologia mais promissora após o controle eletrônico de estabilidade - obrigatório nos carros na Europa - é um sistema para evitar que os motoristas escapem da estrada. Segundo o estudo , isso poderia reduzir as mortes em acidentes em cerca de 15%.

Os mesmos pesquisadores descobriram que funções que alertam motoristas de que eles estão ultrapassando o limite de velocidade e para outros potenciais perigos poderiam reduzir as morte em 13%, e que freios de emergência e alertas sobre sonolência dos motoristas poderiam reduzir as mortes em 7% e 5%, respectivamente.

Porém outros estudos são ainda mais otimistas. O Instituto de Dados para Perdas em Estradas dos Estados Unidos verificou uma redução de 27% no número de sinistros de seguros em carros equipados com o sistema de segurança da Volvo, que usa tecnologia autônoma de freio para evitar colisões de traseira.

E uma pesquisa da Universidade de Leeds verificou que a tecnologia para limitar a velocidade pode reduzir os acidentes que provocam ferimentos em quase 28%.

Responsabilidade de quem?

A tecnologia que remove a responsabilidade da tomada de decisões dos motoristas permanecem polêmicas.

Os críticos argumentam que um motorista que precisa fazer muito pouco para manter seu veículo na rua não será um motorista alerta ou seguro. A Associação de Motoristas Britânicos acredita que toda tecnologia que tira responsabilidade dos motoristas deveria ser proibida.

"Temos que confiar que a engenharia pode lidar com uma série de complexidades da mesma maneira que os seres humanos", explica Peter Rodger, examinador-chefe do Instituto Avançado de Motoristas. "Isso, para mim, é um grande salto em termos de fé."

Rodger, como outros, questiona o quanto os motoristas pouco conscientes sobre o ambiente em seu entorno poderiam ser capazes de tomar o controle quando o equipamento falhar ou em uma situação de emergência - algo amplamente conhecido como "complacência induzida pela automação".

Para Rodger, o aumento do papel da tecnologia também levanta questões sobre quem é responsável no caso de um acidente. "Quem é responsável - eu, o fabricante do carro ou o engenheiro de software?", questiona.

Automação total

Para alguns, a solução para esses problemas seria na verdade deixar que os computadores assumam a direção completamente. Veículos inteiramente inteligentes podem "ver" e se comunicar com outros veículos e com o ambiente.

"Por que não?", questiona Oliver Carsten, professor de segurança no transporte da Universidade de Leeds e um dos defensores da ideia de direção totalmente automatizada como objetivo final.

"Há fortes argumentos pela direção automatizada nas estradas, que muitas pessoas consideram chata. Elas poderiam aproveitar esse tempo para fazer outra coisa, e isso traria benefícios em termos de segurança e consumo de combustível", argumenta.

Ele acredita que acidentes múltiplos com veículos em condições difíceis, como neblina intensa, poderiam ser evitados se a direção fosse automatizada.

"O único argumento contrário poderia ser o impacto ambiental. Porque haveria um aumento de 50% na capacidade das estradas com a automação, o que significa mais veículos e mais combustível", observa.

Mas tal nível de automação ainda está "muito distante", ele sugere, assim como a construção de um carro que nunca se envolve em acidentes.

O que a maioria dos fabricantes de carros prometem hoje, ele observa, é eliminar as mortes e os ferimentos em seus veículos - não acabar com todas as colisões.

Para Broberg, da Volvo, os fabricantes não estão tentando tomar o controle da direção das mãos dos motoristas. Mas ele defende a ambição de tomar o lugar dos humanos no controle se eles tomarem decisões que ameacem as vidas de outras pessoas.

"O carro somente age se o motorista não estiver no controle - ele ajuda a pessoa a ser um motorista melhor. Você deveria ter o direito de ficar fora de controle e ser um risco para alguém? Eu não acho que isso seja certo", afirma. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

25 novembro 2011

Neurocientista brasileiro premiado participa de debate no Senado

http://www.senado.gov.br/noticias/neurocientista-brasileiro-premiado-participa-de-debate-no-senado.aspx

[Miguel Nicolelis em palestra na Universidade de Brasília (UnB) ]

Um dos mais renomados cientistas brasileiros, Miguel Nicolelis, participa na próxima quarta-feira (30) de uma audiência pública no Senado sobre o tema 'O uso democrático da ciência para a transformação social e econômica do Brasil'.

Miguel Nicolelis é fundador e diretor-científico do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS), entidade dedicada ao fomento da pesquisa científica de ponta e ao desenvolvimento educacional e socioeconômico do Rio Grande do Norte e do Nordeste brasileiro.

Formado em Medicina, Miguel Nicolelis está desde 1994 à frente de um laboratório na Universidade Duke, o Duke's Center for Neuroengineering, nos Estados Unidos, base física das avançadas experiências com implantes de microeletrodos neurais em macacos que o tornaram conhecido no mundo todo.

Professor de Neurociência na mesma universidade, as pesquisas de Miguel Nicolelis são divulgadas em inúmeras revistas cientificas, a exemplo de estudo recente publicado na edição online da Nature, em que ele e sua equipe relatam a experiência que fez um macaco movimentar e sentir braço virtual apenas com a mente.

Eleito pela Scientific American como um dos vinte cientistas mais influentes do mundo, membro das Academias de Ciências do Brasil e da França e da Pontifícia Academia das Ciências em Roma, Miguel Nicolelis coordena o projeto Walk Again. É também autor de Muito além do nosso eu - A nova neurociência que une cérebro e máquinas, e como ela pode mudar nossas vidas (552 páginas), publicado pela Companhia das Letras.

O livro retrata o avanço das pesquisas que no futuro farão com que tetraplégicos possam andar usando vestes robóticas (exoesqueletos), além de estudos que indicam o controle dos sintomas do Mal de Parkinson pela estimulação elétrica da superfície da medula espinhal, pondo fim a tremores, lentidão e dificuldade de locomoção.

As descobertas de Miguel Nicolelis e sua equipe oferecem também um caminho para a cura de distúrbios neurológicos como o Mal de Alzheimer, além das perspectivas de comunicação tátil a longa distância e de exploração do fundo do mar e do espaço.

A audiência pública é promovida em conjunto pelas Comissões de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) e de Educação, Cultura e Esporte (CE). Miguel Nicolelis participará do debate ao lado de representantes dos Ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT) e da Educação (MEC).

O requerimento da audiência pública é de autoria dos senadores Wellington Dias (PT-PI) e Walter Pinheiro (PT-BA).

A audiência pública tem início às 10h.

Neurocientista brasileiro premiado participa de debate no Senado

http://www.senado.gov.br/noticias/neurocientista-brasileiro-premiado-participa-de-debate-no-senado.aspx

[Miguel Nicolelis em palestra na Universidade de Brasília (UnB) ]

Um dos mais renomados cientistas brasileiros, Miguel Nicolelis, participa na próxima quarta-feira (30) de uma audiência pública no Senado sobre o tema 'O uso democrático da ciência para a transformação social e econômica do Brasil'.

Miguel Nicolelis é fundador e diretor-científico do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS), entidade dedicada ao fomento da pesquisa científica de ponta e ao desenvolvimento educacional e socioeconômico do Rio Grande do Norte e do Nordeste brasileiro.

Formado em Medicina, Miguel Nicolelis está desde 1994 à frente de um laboratório na Universidade Duke, o Duke's Center for Neuroengineering, nos Estados Unidos, base física das avançadas experiências com implantes de microeletrodos neurais em macacos que o tornaram conhecido no mundo todo.

Professor de Neurociência na mesma universidade, as pesquisas de Miguel Nicolelis são divulgadas em inúmeras revistas cientificas, a exemplo de estudo recente publicado na edição online da Nature, em que ele e sua equipe relatam a experiência que fez um macaco movimentar e sentir braço virtual apenas com a mente.

Eleito pela Scientific American como um dos vinte cientistas mais influentes do mundo, membro das Academias de Ciências do Brasil e da França e da Pontifícia Academia das Ciências em Roma, Miguel Nicolelis coordena o projeto Walk Again. É também autor de Muito além do nosso eu - A nova neurociência que une cérebro e máquinas, e como ela pode mudar nossas vidas (552 páginas), publicado pela Companhia das Letras.

O livro retrata o avanço das pesquisas que no futuro farão com que tetraplégicos possam andar usando vestes robóticas (exoesqueletos), além de estudos que indicam o controle dos sintomas do Mal de Parkinson pela estimulação elétrica da superfície da medula espinhal, pondo fim a tremores, lentidão e dificuldade de locomoção.

As descobertas de Miguel Nicolelis e sua equipe oferecem também um caminho para a cura de distúrbios neurológicos como o Mal de Alzheimer, além das perspectivas de comunicação tátil a longa distância e de exploração do fundo do mar e do espaço.

A audiência pública é promovida em conjunto pelas Comissões de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) e de Educação, Cultura e Esporte (CE). Miguel Nicolelis participará do debate ao lado de representantes dos Ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT) e da Educação (MEC).

O requerimento da audiência pública é de autoria dos senadores Wellington Dias (PT-PI) e Walter Pinheiro (PT-BA).

A audiência pública tem início às 10h.

24 novembro 2011

Itaquerão contrata empresa de consultoria tecnológica para atender requisitos da Fifa

Empresa contratada será responsável pela avaliação da infraestrutura tecnológica

Empresa contratada será responsável pela avaliação da infraestrutura tecnológica



O Corinthians anunciou na tarde desta quarta-feira uma parceria com a empresa Sonda IT para serviços de consultoria de tecnologia na construção do estádio em Itaquera, futuro palco de abertura da Copa do Mundo de 2014.

Segundo divulgou o clube alvinegro, a Sonda IT, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de TI, será responsável pela avaliação da infraestrutura tecnológica a ser implementada na arena.

“Como uma consultoria independente, o objetivo é analisar os requisitos da FIFA, as necessidades do clube e orientar as melhores opções de recursos tecnológicos que garantam o retorno do investimento, geração de receitas e a utilização deste legado pelo clube", explica o diretor executivo da Sonda IT, Paulo Ferreira.

A multinacional também ficou responsável pela infraestrutura no Centro de Treinamento Joaquim Grava, na região do Parque Ecológico do Tietê, zona leste de São Paulo.

No total, a nova arena corintiana deve custar mais de R$1 bilhão somando taxas bancárias, assentos removíveis e empréstimos. O dinheiro terá como origem isenções fiscais por parte da prefeitura e empréstimo de R$ 400 milhões junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social).

23 novembro 2011

Tecnologia permite que paralisados se movimentem pela "força do pensamento"


Reprodução

Reprodução

Um sinal de esperança a pessoas com membros paralisados foi lançado por pesquisadores da Universidade de Pittsburgh. Um anova pesquisa irá implantar aparelhos que convertem ondas cerebrais em sinais de movimento no cérebro de pacientes com danos na medula espinhal.

Os pacientes vão poder jogar vídeo games, interagir em um mundo virtual e controlar um braço protético, tudo isso enquanto sua atividade cerebral é gravada. Eles esperam que o implante ofereça controle dos aparelhos externos aos pacientes. “Eu espero que os pacientes consigam controlar as próteses e outros dispositivos com diferentes níveis de liberdade. Ou seja, eles extrairão sinais de controle do cérebro, o que será um salto enorme na habilidade de alguém com dificuldades severas, como uma amputação ou ferimento na medula espinhal. Eles ficarão mais independentes”, disse o pesquisador Michael Boninger.

Segundo os cientistas envolvidos no projeto, esta não é a primeira vez que se tenta implantar dispositivos no cérebro de pacientes com estes tipos de lesão, mas eles esperam que sua tentativa ofereça mais liberdade ou mais controle.

Duas interfaces de computador serão usadas nos testes com humanos. A primeira envolverá eletrocorticografia, uma série de pequenos discos que gravam a atividade da superfície do cérebro. O aparelho será colocado no cérebro do paciente por um mês. A segunda será feita de 100 pequenos pinos que penetrarão o órgão e gravarão a atividade individual de algumas células.

Os pesquisadores esperam que o aparelho esteja pronto para testes em três anos, para ser comercializado alguns anos depois.

Fonte: http://hypescience.com/tecnologia-permite-que-paralisados-se-movimentem-pela-forca-do-pensamento/

22 novembro 2011

Com a HTC, Facebook planeja celular integrado à rede social, diz site

Blog afirma que smartphone deve chegar ao mercado em mais de um ano.

Projeto teria ganhado o apelido de 'Buffy' na empresa.


O Facebook fechou uma parceria com a fabricante HTC para criar um smartphone integrado com a rede social, segundo o blog All Things Digital, do site do “Wall Street Journal”.

Ainda de acordo com o blog, o projeto do smartphone ganhou o nome de Buffy por causa da caçadora de vampiros da série “Buffy: a caçadora de vampiros”. O aparelho funcionará com uma versão modificada do sistema Android, desenvolvido do Google, mas disponível para uso e ajustes de várias empresas.

O Buffy tem sido uma área de preocupação dentro do Facebook há dois anos e é liderado por Bret Taylor, disseram as fontes do site. Ainda de acordo com fontes ouvidas pelo All Things Digital, o Facebook também tinha considerado fazer uma parceria com a Samsung, mas escolheu a HTC –as duas companhias não quiseram comentar o assunto.

A previsão de chegada do smartphone ao mercado é de 12 a 18 meses.

Brasil testa vacina contra o câncer


O protozoário Trypanosoma cruzi, causador da doença de Chagas, pode ser a nova arma da medicina contra o câncer. Pesquisadores brasileiros conseguiram criar uma vacina contra a doença usando uma variação do micro-organismo incapaz de desencadear a patologia (não-patogênico).

Os resultados da pesquisa acabam de ser publicados pela revista científica americana PNAS, uma das mais importantes do mundo.

No artigo, os brasileiros relatam sucesso em experimentos com camundongos para prevenção e tratamento de melanoma, um tipo de câncer de pele. Além disso, os cientistas testaram o Trypanosoma em células humanas in vitro e comprovaram sua capacidade de provocar respostas imunológicas adequadas contra alguns tipos de tumor.

O estudo reuniu cientistas do Centro de Pesquisas René Rachou (CPQRR-Fiocruz), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Instituto Ludwig, em Nova York. Para analisar a ação do protozoário, os brasileiros realizaram uma modificação genética, criando um microrganismo capaz de produzir a mesma molécula fabricada por células tumorais: o antígeno NY-ESO-1.

O mecanismo que explica a ação do Trypanosoma é o seguinte: quando o organismo inicia o combate ao protozoário, entra em contato com a molécula tumoral, que passa a ser vista pelo sistema imune como indicador de células com o protozoário. Induzidas, as defesas do organismo passam a destruir as células com a molécula tumoral como se lutassem apenas contra o Trypanosoma.

Como o protozoário da doença de Chagas tende a permanecer de forma crônica no corpo, o agente transgênico poderia garantir um estado de alerta contínuo contra o câncer, que duraria anos.

“É um avanço importante”, analisa o oncologista do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), Gilberto de Castro Junior. “É uma grata surpresa ver o grupo de imunologia da UFMG, já muito tradicional, publicar em uma revista tão importante como a PNAS”, completa. Segundo ele, o aspecto mais inovador da pesquisa foi usar um parasita que causa uma doença em humanos para infectar células e induzir a resposta contra os tumores.

Coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Vacinas e um dos autores do trabalho, Ricardo Gazzinelli afirma que, antes de iniciar testes clínicos em humanos, será preciso vencer a resistência em usar um parasita transgênico no combate à doença. Agora, o grupo iniciará testes em modelos mais próximos de humanos. “Testaremos em modelos de melanoma em cachorros”, diz.

Atualmente, segundo Castro Junior, a única vacina em estágio avançado de pesquisa é uma opção contra o câncer de próstata, cujos resultados foram publicados neste ano pela revista científica Nature Medicine. O objetivo dos pesquisadores, afirma, é chegar a uma vacina “que previna contra todos os tipos de câncer.”

Mais letais, menos pesquisados
A vacina contra o melanoma é a mais pesquisada no mundo na área oncológica, com 40 testes clínicos em andamento, segundo estudo publicado na quinta-feira passada pela Universidade de Michigan, nos EUA.

Os autores do artigo criticam o critério usado para definir as prioridades ligadas às vacinas anticâncer: ao escolherem o tipo de tumor, os laboratórios usam como guia o número anual de casos, e não a taxa de mortes que provocam. Entre os tipos mais letais, inclusive no Brasil, estão os tumores de pulmão, mama e estômago.

Segundo os pesquisadores, a estratégia pode limitar os benefícios aos pacientes: ter uma vacina contra um câncer curável é menos vantajoso do que obter soluções para tumores mais letais. Matthew Davis, da Universidade de Michigan, diz que hoje existem cerca de 230 ensaios clínicos para vacinas, contra 13 tipos de câncer. “A falta de conexão entre o desenvolvimento de vacinas e as mortes por câncer significa que essas vacinas podem não servir da melhor forma às necessidades dos pacientes de amanhã.”

Mariana Lenharo