http://colunistas.ig.com.br/guilhermebarros/2011/10/01/apesar-do-plano-brasil-maior-brasil-ainda-nao-incentiva-a-inovacao-diz-iedi/
O Plano Brasil Maior (PBM) adota medidas de redução do custo tributário da indústria em um momento de dificuldades do setor, mas ainda não facilita o investimento, a inovação e a exportação como fazem outros países, conforme avalia o Iedi em sua análise do setor industrial.
Para a entidade, o plano do governo federal traz ainda contribuições pioneiras, como a desoneração da folha e a instituição de um ressarcimento de até 3% das exportações por tributos não recuperados pelos exportadores.
“A nosso ver, uma política industrial pode prever incentivos mais amplos, desde que reservados para premiar os esforços de investir e inovar não só da indústria, mas de todos os setores da economia, e para promover o florescimento das atividades industriais que nos conduzirão ao futuro. Áreas de sustentabilidade e de novas tecnologias estão entre as atividades para as quais o incentivo fiscal pode ser fundamental”, diz a análise do Iedi.
A entidade ainda ressalta três lacunas no plano: o horizonte curto, a deficiência na governança da política industrial e a falta de foco na produtividade.
“Desde que estabeleçamos corretamente o perfil e a estrutura da indústria que se deseja para o Brasil, melhoremos a governança do PBM e concedamos prioridade ao avanço da produtividade industrial, a indústria brasileira responderá à altura os desafios que a necessidade de um maior desenvolvimento econômico e social coloca para todos os setores econômicos do país”, diz o Iedi.
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19 dezembro 2011
21 setembro 2011
Governo deixou erradicação do analfabetismo de lado
Plano plurianual com as metas detalhadas do governo até 2015 não prevê acabar com os 14 milhões que não sabem ler nem escrever
AE 17/09/2011 08:28
Governo deixou erradicação do analfabetismo de ladoPlano plurianual com as metas detalhadas do governo até 2015 não prevê acabar com os 14 milhões que não sabem ler nem escrever Seu nome* Seu e-mail* Mensagem
Com quase 14 milhões de brasileiros sem saber ler nem escrever um bilhete simples, a presidenta Dilma Rousseff deixou de lado o compromisso de campanha de erradicar o analfabetismo no País. O objetivo não aparece no Brasil Maior, o plano plurianual com as metas detalhadas do governo até 2015, recentemente enviado pelo governo ao Congresso.
Onze meses após a presidente ter assumido o compromisso em um debate na televisão, a erradicação do analfabetismo saiu de cena. Em seu lugar, o governo se compromete agora a "reduzir a taxa de analfabetismo, especialmente entre as mulheres, a população do campo e afrodescendentes".
O problema não é com a palavra erradicação, que se repete com frequência nos documentos do "Brasil Maior". O plano plurianual fala em erradicar a extrema pobreza, prioridade do governo, e também se compromete com a erradicação do trabalho infantil, do trabalho escravo, do sub-registro de nascimento, de pragas vegetais, doenças animais, da mosca da carambola e até de casos de escalpelamento.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, diz que o compromisso do governo, fixado no Plano Nacional de Educação (PNE), é erradicar o analfabetismo até 2020. "É uma tarefa árdua", calcula o ministro, com base nos resultados obtidos até aqui de lenta redução do analfabetismo.
À reportagem, ele alegou que não se lembrava de ter ouvido Dilma assumir compromisso com o fim do problema, que ainda atinge quase 10% da população de jovens e adultos no País.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
AE 17/09/2011 08:28
Governo deixou erradicação do analfabetismo de ladoPlano plurianual com as metas detalhadas do governo até 2015 não prevê acabar com os 14 milhões que não sabem ler nem escrever Seu nome* Seu e-mail* Mensagem
Com quase 14 milhões de brasileiros sem saber ler nem escrever um bilhete simples, a presidenta Dilma Rousseff deixou de lado o compromisso de campanha de erradicar o analfabetismo no País. O objetivo não aparece no Brasil Maior, o plano plurianual com as metas detalhadas do governo até 2015, recentemente enviado pelo governo ao Congresso.
Onze meses após a presidente ter assumido o compromisso em um debate na televisão, a erradicação do analfabetismo saiu de cena. Em seu lugar, o governo se compromete agora a "reduzir a taxa de analfabetismo, especialmente entre as mulheres, a população do campo e afrodescendentes".
O problema não é com a palavra erradicação, que se repete com frequência nos documentos do "Brasil Maior". O plano plurianual fala em erradicar a extrema pobreza, prioridade do governo, e também se compromete com a erradicação do trabalho infantil, do trabalho escravo, do sub-registro de nascimento, de pragas vegetais, doenças animais, da mosca da carambola e até de casos de escalpelamento.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, diz que o compromisso do governo, fixado no Plano Nacional de Educação (PNE), é erradicar o analfabetismo até 2020. "É uma tarefa árdua", calcula o ministro, com base nos resultados obtidos até aqui de lenta redução do analfabetismo.
À reportagem, ele alegou que não se lembrava de ter ouvido Dilma assumir compromisso com o fim do problema, que ainda atinge quase 10% da população de jovens e adultos no País.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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