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03 janeiro 2012

Facebook, Google e outros gigantes ameaçam um "blackout" como protesto contra o SOPA Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/facebook/17221-facebook

Tela que deverá ser usada durante o protesto. (Fonte da imagem: FoxNews)

Ainda não é uma certeza, mas não se surpreenda se nas próximas semanas você vir uma tela de conteúdo bloqueado no lugar das páginas do Facebook, Google, Amazon e Twitter. Tais telas deverão ser usadas caso as empresas resolvam efetuar um blackout dos serviços como protesto contra o SOPA (Stop Online Piracy Act).

De acordo com a Fox News, essa seria uma medida drástica a ser adotada pelas empresas e, embora detalhes ainda não tenham sido revelados, a ação já estaria em consideração.

O SOPA está causando muita preocupação entre as empresas de tecnologia, pois a nova legislação tornaria qualquer site responsável por quebras de direitos autorais feitos por seus usuários. Isso é um grande problema para páginas baseadas quase que completamente em conteúdo gerado pelos visitantes.

22 dezembro 2011

G++ permite integrar Facebook e Twitter ao Google Plus



E cada vez mais vão surgindo opções para integrar todas as redes sociais em uma única plataforma, e agora surge G++.

Se trata de uma extensão que mostra as atualizações do Facebook e Twitter dentro do Google +, permitindo também atualizar estas redes sociais desde o próprio painel de Google.

Podemos ativá-la ou desativá-la a qualquer momento com a opção na parte superior direita, e comentar os textos do Facebook, marcar com “curtir”… uma das melhores integrações vistas até agora.

MATÉRIA COMPLETA:

http://br.wwwhatsnew.com/2011/08/g-permite-integrar-facebook-e-twitter-ao-google-plus/

Como integrar Facebook e Twitter


Facebook e Twitter estão entre os serviços mais populares entre usuários de redes sociais. E um mecanismo de vinculação permite que textos publicados no perfil do Twitter sejam compartilhados também no Facebook. Veja a seguir como vincular seu perfil do Facebook ao Twitter.

MATÉRIA COMPLETA:

31 março 2011

http://blogs.estadao.com.br/radar-politico/2011/03/31/via-twitter-outro-deputado-faz-comentarios-contra-a-gays-e-africanos

Lucas de Abreu Maia, de O Estado de S. Paulo

Depois da polêmica gerada pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que foi acusado de racismo depois de uma entrevista ao programa CQC, da Band, foi a vez de Marco Feliciano (PSC-SP) causar rebuliço no Twitter com uma série de comentários contra africanos e homossexuais. “Africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé. Isso é fato”, tuitou na tarde desta quinta-feira, 31, o deputado, que é pastor evangélico. Em post anterior, Feliciano escreveu: “A maldição que Noé lança sobre seu neto, canaã, respinga sobre continente africano, daí a fome, pestes, doenças, guerras étnicas!”. Em um tweet que posteriormente foi removido, o deputado afirmou que a África sofre com a “maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, aids (sic)”.

Contra gays, o pastor tuitou: “Amamos os homossexuais mas abominamos suas praticas promiscuas!”.

Pelo próprio Twitter, Feliciano rejeitou as acusações de racismo: “Eu seria contra minha própria mãe se fosse racista”.

No início da semana, o deputado Jair Bolsonaro já causara polêmica ao responder a uma pergunta da cantora Preta Gil no programa CQC. Preta questionou qual seria a reação do deputado se seu filho se apaixonasse por uma negra. “Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco porque meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambiente como, lamentavelmente, é o teu”, respondeu Bolsonaro. Posteriormente, ele se retratou e afirmou que havia interpretado a pergunta como qual seria sua reação se seu filho tivesse um relacionamento gay.

Leviandade. Em entrevista ao Radar Político, o deputado Marco Feliciano reagiu afirmando que acusá-lo de racismo é “uma leviandade” e que as manifestações contra ele “chegam a dar nojo”. “Esta é uma questão teológica”, disse o pastor, que recebeu mais de 200 mil votos nas eleições de 2010. Segundo ele, os descendentes amaldiçoados de Noé se estabeleceram na Etiópia, “ou seja, no Continente Africano”. Feliciano alega que a suposta maldição “não tem nada a ver com racismo”. “É uma questão teológica, uma maldição patriarcal antiquíssima que está na Líbia”, disse.

O deputado se disse perseguido na internet “por um grupo de homoafetivos”, que, segundo ele, distorcem suas palavras. “Eu tenho quase 30 mil seguidores. Entre eles, tem gente ameaçando a mim e a minha família de morte”, disse. “Tudo o que eu escrevo, eles fazem maldade.”

Feliciano não endossou as declarações de Jair Bolsonaro ao CQC: “Só tomei conhecimento hoje. Não tenho tempo para isso, mas espero que um ser humano não se disponha a falar o que ele disse”.

Na entrevista, o pastor evangélico atribuiu, ainda, tragédias recentes – como o terremoto no Japão – ao “fim dos tempos”. “Jesus disse que no fim dos tempos haveria guerras, fomes, pestes, terremotos por causa da promiscuidade e do pecado da humanidade. Claro que um homem sem fé vai atribuir o problema do terremoto [no Japão] às placas tectônicas, mas nós, cristãos, não somos regidos por isso”, afirmou.

Post atualizado às 17h52 para acréscimo de informações

http://blogs.estadao.com.br/radar-politico/2011/03/31/via-twitter-outro-deputado-faz-comentarios-contra-a-gays-e-africanos

Lucas de Abreu Maia, de O Estado de S. Paulo

Depois da polêmica gerada pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que foi acusado de racismo depois de uma entrevista ao programa CQC, da Band, foi a vez de Marco Feliciano (PSC-SP) causar rebuliço no Twitter com uma série de comentários contra africanos e homossexuais. “Africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé. Isso é fato”, tuitou na tarde desta quinta-feira, 31, o deputado, que é pastor evangélico. Em post anterior, Feliciano escreveu: “A maldição que Noé lança sobre seu neto, canaã, respinga sobre continente africano, daí a fome, pestes, doenças, guerras étnicas!”. Em um tweet que posteriormente foi removido, o deputado afirmou que a África sofre com a “maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, aids (sic)”.

Contra gays, o pastor tuitou: “Amamos os homossexuais mas abominamos suas praticas promiscuas!”.

Pelo próprio Twitter, Feliciano rejeitou as acusações de racismo: “Eu seria contra minha própria mãe se fosse racista”.

No início da semana, o deputado Jair Bolsonaro já causara polêmica ao responder a uma pergunta da cantora Preta Gil no programa CQC. Preta questionou qual seria a reação do deputado se seu filho se apaixonasse por uma negra. “Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco porque meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambiente como, lamentavelmente, é o teu”, respondeu Bolsonaro. Posteriormente, ele se retratou e afirmou que havia interpretado a pergunta como qual seria sua reação se seu filho tivesse um relacionamento gay.

Leviandade. Em entrevista ao Radar Político, o deputado Marco Feliciano reagiu afirmando que acusá-lo de racismo é “uma leviandade” e que as manifestações contra ele “chegam a dar nojo”. “Esta é uma questão teológica”, disse o pastor, que recebeu mais de 200 mil votos nas eleições de 2010. Segundo ele, os descendentes amaldiçoados de Noé se estabeleceram na Etiópia, “ou seja, no Continente Africano”. Feliciano alega que a suposta maldição “não tem nada a ver com racismo”. “É uma questão teológica, uma maldição patriarcal antiquíssima que está na Líbia”, disse.

O deputado se disse perseguido na internet “por um grupo de homoafetivos”, que, segundo ele, distorcem suas palavras. “Eu tenho quase 30 mil seguidores. Entre eles, tem gente ameaçando a mim e a minha família de morte”, disse. “Tudo o que eu escrevo, eles fazem maldade.”

Feliciano não endossou as declarações de Jair Bolsonaro ao CQC: “Só tomei conhecimento hoje. Não tenho tempo para isso, mas espero que um ser humano não se disponha a falar o que ele disse”.

Na entrevista, o pastor evangélico atribuiu, ainda, tragédias recentes – como o terremoto no Japão – ao “fim dos tempos”. “Jesus disse que no fim dos tempos haveria guerras, fomes, pestes, terremotos por causa da promiscuidade e do pecado da humanidade. Claro que um homem sem fé vai atribuir o problema do terremoto [no Japão] às placas tectônicas, mas nós, cristãos, não somos regidos por isso”, afirmou.

Post atualizado às 17h52 para acréscimo de informações

29 março 2011

Twitter de Marina Silva vence "Oscar" do microblog

Atualizado às 17h17.

O Twitter @silva_marina foi o vencedor na categoria "Políticos" da terceira edição anual do Shorty Awards, considerado o Oscar dos Twitters pelo jornal "The New York Times" --que também participa do júri da votação.

Trata-se da única brasileira a ganhar o prêmio que, no ano passado, também coroou o apresentador de telejornal William Bonner e a cantora Ivete Sangalo.

O microblog de Marina Silva surgiu durante a pré-campanha eleitoral de 2010, quando a então senadora se lançou à disputa pela Presidência da República. A candidatura de Marina pelo PV conquistou 19,6 milhões de votos.

Marina tem mais de 418 mil seguidores.

Ao saber da premiação, a ex-presidenciável tomou a iniciativa de agradecer a todos os internautas que votaram no @silva_marina. "Esse gesto é estímulo para ficarmos cada vez mais ligados", disse.

Marina também fez questão de ressaltar que o conteúdo do microblog é "fruto de ação coletiva e não de um indivíduo".

"O Shorty Awards é o reconhecimento desse trabalho coletivo, que envolve a militância socioambiental, os profissionais de suporte e todos os que aportam o seu saber e suas reflexões para a formulação do conteúdo político", afirmou a ex-senadora.