Estaria tudo na normalidade das pesquisas (sic) não fosse um abuso da Band: numa lista com 11 nomes, ela excluiu o nome do candidato Celso Russomanno. Simplesmente o político que lidera a pesquisa DataFolha em quatro de cinco cenários possíveis. Leia aqui.
28 dezembro 2011
Quem fez a encomenda?
01 novembro 2011
Governo paulista quer centro de pesquisa da Petrobrás
Baixada Santista ou ABC Paulista seriam possíveis localizações do centro
SÃO PAULO - O secretário de Energia do Estado de São Paulo, José Aníbal, disse nesta terça-feira, 1°, que o governo de São Paulo está elaborando uma pauta para levar em reunião que deve ser realizada com a Petrobrás. Entre as demandas que o governo paulista possui está o desenvolvimento de um centro de pesquisas no Estado, semelhante ao que a estatal construiu no Rio de Janeiro.
"Queremos pesquisa em São Paulo. A pesquisa da Petrobrás hoje está totalmente estabelecida no Rio de Janeiro. Ela entra nos institutos aqui e acolá, por meio de parceria como com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), da Universidade de São Paulo (USP). Queremos um centro de pesquisa semelhante ao que a companhia tem na Ilha do Fundão", disse o secretário, no seminário "Desafio pensando no futuro: Pré-Sal", que está sendo realizado hoje na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
O secretário sugeriu até possíveis localizações do centro: na Baixada Santista ou no ABC Paulista. Ele lembrou que o Estado já busca desenvolver programas de qualificação profissional voltados à indústria do petróleo, seja na USP ou nas escolas e faculdades técnicas estaduais, destacando a criação do campus da USP em Santos, que a partir do ano que vem já deve oferecer um curso de graduação em Engenharia de Petróleo.
30 outubro 2011
Universidade quer ampliar o impacto de sua pesquisa
Em abril, a Universidade de São Paulo anunciou o investimento de R$ 70 milhões em 43 projetos inscritos em seu Programa de Apoio à Pesquisa. Sete deles são centros de instrumentação. O Centro Interdisciplinar em Tecnologias Interativas foi um dos projetos selecionados.
"A universidade já investe em pesquisa três vezes mais o que capta externamente, mas de maneira difusa", afirmou o pró-reitor de Pesquisa da USP, Marco Antonio Zago. "Com os centros, é possível reunir grupos independentes que trabalham em temas correlatos, num objetivo claro de pesquisa."
Cada centro de instrumentação receberá R$ 1,5 milhão do programa. Além de recursos, terão outras vantagens, como viagens de pesquisadores ao exterior. "Esperamos uma melhora no impacto e na qualidade da pesquisa", disse Zago. / R.C.
11 abril 2011
China promete a Dilma abrir um centro de pesquisa em Campinas
China promete a Dilma abrir um centro de pesquisa em Campinas
04 abril 2011
Práticas de autocontrole levam a comportamento 'raivoso'
SÃO PAULO - Pessoas que praticam o autocontrole tendem a ser mais agressivas e serem atraídas por mensagens e rostos que expressam este tipo de sentimento. O estudo, conduzido pelas pesquisadoras David Gal e Wendy Liu nos Estados Unidos, também mostrou que estas pessoas não gostavam de frases que diziam o que elas deveriam fazer.
"Nós avaliamos se exercer o autocontrole poderia de fato levar a comportamentos agressivos, até mesmo naquelas situações em que este tipo de comportamento possa parecer sutil", disse as autoras.
É comum encontrar pessoas de dieta que acabam ficando de mau humor. Em uma das observações, uma pessoa que escolheu comer uma maça ao invés de uma barra de chocolate acabou preferindo filmes mais "raivosos", dos tipos que mostram algum tipo de vingança.
Em outro exemplo, pessoas que precisavam controlar os gastos e escolheram um cupom-presente de guloseimas no lugar de um serviço de spa mostraram mais interesse em olhar para rostos com expressões raivosas e menos interesse em faces que indicavam medo.
Palavras que indicam o que elas devem fazer também pareceram ser um problema para quem pratica o autocontrole. Aqueles que escolheram lanches mais saudáveis ficavam irritados quando se deparavam com mensagens de marketing que usavam palavras do tipo "você tem que" e "você precisa de".
"Os responsáveis por políticas públicas devem ficar alertas sobre o resultado potencialmente negativo do encorajamento público do autocontrole nas escolhas diárias das pessoas", disseram as autoras do trabalho. Para elas, melhor do que promover intervenções comportamentais, seria mais interessante incentivar ações positivas visando metas a longo prazo.