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15 março 2012

Moscas rejeitadas ingerem álcool para afogar as mágoas

Foto: AP Ampliar

Imagem do estudo mostra mosca-de-frutas macho ingerindo solução com álcool após ser rejeitado por fêmea

A cena é corriqueira: o cara leva um fora e vai para o bar afogar as mágoas de um amor malsucedido. A novidade é que cientistas americanos descobriram que as moscas-de-fruta (também chamadas de drosófilas) também fazem coisa parecida quando a fêmea refuta o acasalamento. O estudo mostrou que os machos da espécie Drosophila melanogaster ingeriram mais álcool após levar um não.

A descoberta tem grande importância científica, pois foi observado que moscas que copulavam não só consumiam menos álcool como também tinham níveis mais baixos de um neurotransmissor chamado NPF- análogo a outro neurotransmissor também encontrado em mamíferos como humanos. Moscas que não copulavam tinham a taxa de NPF mais alta. Os pesquisadores acreditam que este neurotransmissor seja um componente chave para o sistema de recompensa.

MATÉRIA COMPLETA:

http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/moscas-rejeitadas-ingerem-alcool-para-afogar-as-magoas/n1597695301993.html

25 janeiro 2012

Saiba quem é a “noiva do Corinthians”

Tudo começou em uma das inúmeras comunidades do Corinthians em uma rede social. Os publicitários Lais Collino Antiga e Rodrigo Abib se encontraram entre os torcedores virtuais. Foram se conhecendo melhor, até que o relacionamento ficou tão sério quanto a paixão pelo time. O amor pela camisa do Sport Club Corinthians é tão grande que até a cerimônia de casamento do casal, em 18 de dezembro de 2010, teve direito a bandeira do time e bolo de casamento e decoração em preto e branco.

Mas a principal homenagem ao Corinthians apareceu quando a noiva caminhou até o altar: Lais casou-se com um vestido digno de uma fiel torcedora, levando uma mantilha bordada com o símbolo do clube. Na última quarta-feira, 19, a página oficial do time no Facebook publicou o modelo usado por Lais. A publicação teve mais de nove mil comentários e 35 mil compartilhamentos.

A noiva já planejava usar algo que lembrasse o time durante o casamento. “Eu sempre soube que casaria com algo do Corinthians, sem nem conhecer o Rodrigo”, afirma ela.

MATÉRIA COMPLETA:

http://delas.ig.com.br/noivas/saiba-quem-e-a-noiva-do-corinthians/n1597596793488.html

01 dezembro 2011

Trabalho ou jogos podem ser tão viciantes quanto álcool ou drogas

http://saude.ig.com.br/minhasaude/trabalho-ou-jogos-podem-ser-tao-viciantes-quanto-alcool-ou-droga/n1597383308797.html

Jogadores e workaholics enfrentam síndrome de abstinência com sintomas como depressão, ansiedade e insônia

BBC Brasil


O psicólogo britânico Mark Griffiths, professor da Nottingham Trent University, vem estudando o jogo compulsivo há 25 anos e diz acreditar "enfaticamente" que o ato de jogar e apostar, se levado ao extremo, é tão viciante quanto qualquer droga.

Neste texto escrito para a BBC, ele comenta os resultados de seu trabalho:

"Os efeitos sociais e de saúde da jogatina extremada são muitos e têm muita coisa em comum com os efeitos de vícios mais tradicionais, entre eles mau humor, problemas de relacionamento, absenteísmo do trabalho, violência doméstica e ir à falência.

Os efeitos para a saúde - para jogadores e seus parceiros e parceiras - incluem ansiedade, depressão, insônia, problemas intestinais, enxaquecas, stress, problemas estomacais e pensamentos suicidas.

Se comportamentos como a jogatina podem se tornar um vício genuíno, não existe razão em teoria que impediria alguém de se viciar em atividades como videogames, trabalho ou exercícios físicos.

Pesquisas sobre jogadores compulsivos relatam que eles sofrem ao menos um efeito colateral quando passam por períodos de abstinência, como insônia, dores de cabeça, perda de apetite, fraqueza física, palpitações cardíacas, dores musculares, dificuldades de respiração e calafrios.

Abstinência

Na verdade, jogadores compulsivos aparentam sofrer mais sintomas de abstinência física quando tentam cortar o vício do que viciados em drogas.

Mas quando é exatamente que um entusiasmo saudável se transforma em um vício? Comportamento excessivo por si só não significa que alguém seja viciado. Consigo pensar em muitas pessoas que se envolvem em atividades excessivas, mas eu não as classificaria como viciadas, já que elas parecem não sofrer qualquer efeito negativo ao apresentar tal comportamento.

Em essência, a diferença fundamental entre o excesso de entusiasmo e o vício é que os entusiastas saudáveis adicionam vida às atividades desprovidas dela.

Para qualquer comportamento ser definido como viciante, é preciso que existam consequências específicas como se tornar a atividade mais importante na vida de uma pessoa ou ser o meio pelo qual o humor dela pode melhorar.

Eles podem também começar a precisar fazer mais e mais da atividade ao longo do tempo para sentir seus efeitos e sentir sintomas físicos e psicológicos de abstinência se eles não conseguem fazê-lo.

Isso pode levar a conflitos com o trabalho e com responsabilidades pessoais e muitos podem até viver recaídas se tentam largar o vício.

A maneira pela qual os vícios se desenvolvem - sejam eles químicos ou comportamentais - é complexa.

Vícios 'ocultos'

O comportamento viciante se desenvolve a partir de uma combinação de predisposição biológica e genética de uma pessoa, o ambiente social em que elas cresceram e sua constituição psicológica, como traços de personalidade, atitudes, experiências e crenças e a própria atividade.


Muitos vícios comportamentais são vícios ''ocultos''. Diferentemente do alcoolismo, o viciado em trabalho não apresenta a fala embolada ou sai tropeçando.

Mas, no entanto, o vício comportamental é um tema relativo a saúde que precisa ser levado a sério por todos os profissionais das áreas médicas ou de saúde.

Se o principal objetivo dos profissionais da área médica é garantir a saúde de seus pacientes, então ter consciência sobre o vício comportamental e os temas que o cercam deveriam ser tão importantes quanto o conhecimento básico e o treinamento.

Diversos vícios comportamentais podem ser tão graves quanto vícios em drogas."

21 novembro 2011

Cão guarda túmulo de dono



Um cachorro tem chamado atenção em uma aldeia na província de Shandong, na China, por ficar de vigia no túmulo de seu dono. O cão pertencia a Lao Pan, que morreu no ínicio deste mês aos 68 anos de idade.
Durante uma semana, o animal foi visto ao lado da sepultura do seu melhor amigo. Como o animal estava sem se alimentar, os moradores levaram comida e água para ele. A história é bem parecida com a do filme 'Sempre ao Seu Lado'. Vale a pena assistir e se emocionar.


17 novembro 2011

O que a internet está fazendo com nossos cérebros

Carr: A tecnologia pode obstruir o aprendizado, a memória e talvez a empatia. Foto: John Todd/AFP

Quando Nicholas Carr escreveu The Shallows: What the internet is doing to our brains (A Geração Superficial: O que a internet está fazendo com o nosso cérebro), o iPad ainda era apenas uma boa promessa, o Google Wave aparecia como um provável sucesso e os e-books ainda não tinham decolado. Hoje, o Google aposentou o serviço, o iPad é sucesso no mundo todo e as vendas de e-books estouraram nos Estados Unidos. Nesta entrevista, Carr diz como os novos avanços tecnológicos e da internet continuam oferecendo riscos aos nossos cérebros.
Carta na Escola: A maneira como a web é organizada estimula um sistema de recompensas que sugere que somos explorados pelos sites em suas brigas por audiência e retorno comercial. Seria o caso de algum controle legal ou de regulação a respeito do que se pode fazer na rede? Precisamos de proteção? Isso não implicaria censura da liberdade de expressão?
Nicholas Carr: É difícil dizer o quanto de nossos hábitos online resultam de pressões comerciais e o quanto é um reflexo de nossas próprias escolhas. Em outras palavras, nós podemos estar escolhendo ser superficiais. Não estou seguro a respeito de o controle governamental ou das regulações na forma como usamos a rede ser algo aconselhável. Se quisermos mudar nossos hábitos, isso realmente depende de nós, como indivíduos e como sociedade.

CE: A invenção e a proliferação da escrita e da leitura não são uma história fácil, nem mesmo natural, como o senhor reforça. Seria justo imaginar que o futuro da leitura e da escrita será determinado apenas pela facilidade dos usuários na utilização de ferramentas tecnológicas? Não temos espaço para mais esforços cognitivos?
NC: Nossa tendência é usar tecnologias para facilitar nossa vida, não para dificultar e, com os computadores em rede, esse desejo por conveniência está tendo uma enorme influência sobre nossas vidas intelectuais, assim como em nas físicas. Acho que existem evidências de que essa tal facilidade pode obstruir nosso aprendizado e nossa memória, e talvez até mesmo nossa disposição para a empatia.
CE: Quando o senhor publicou seu livro, em 2010, os livros eletrônicos representavam apenas 35% do total das vendas da Amazon. Agora, esse número já ultrapassa o de vendas de obras impressas. Procuramos por mais narrativas longas, ao mesmo tempo que gostamos da experiência dos aparelhos eletrônicos?
NC: As primeiras versões de leitores digitais, como o Kindle original, faziam um bom trabalho na replicação da experiência de um livro impresso. Mas, como já estamos vendo nas versões recentes de aparelhos como o iPad e o Nook, mais e mais opções e funcionalidades estão sendo incorporadas – e, ao mesmo tempo, oferecendo mais distrações aos leitores. Acredito que, no longo prazo, livros digitais tendem a ser lidos de maneira mais superficial, mais distraída do que os livros impressos.

CE: Com a web 2.0, as redes sociais e as ferramentas de curadoria e seleção de conteúdos, parece que caminhamos para uma relação mais atuante na rede e que nos leva a escolher nossas leituras. No entanto, diminuímos a quantidade de conteúdos diferentes a que somos expostos. Corremos o risco de perder a dimensão da rede e de ficar presos em um mesmo grupo?
NC: Sim, acho que estamos vendo essa mudança para uma rede mais controlada, mais “personalizada”. Essa é uma tendência muito similar ao que vimos com outros meios de comunicação no passado, como o rádio, e parece ser o resultado da comercialização. Certamente, há o risco de que acabaremos sendo expostos apenas ao que nos é familiar e assim reforçaremos as nossas próprias idiossincrasias. Nós nos tornaríamos mais limitados, em vez de mais amplos em nossas perspectivas.

05 novembro 2011

Para se dar bem com as mulheres, entenda o ciclo menstrual


A menstruação não é o único dos incômodos do ciclo feminino. "A oscilação dos níveis de estrógeno e progesterona, ao longo do mês, provocam alterações drásticas no humor", afirma a médica fisiologista Cibele Fabichak, autora do livro "Sexo, Amor Endorfinas & Bobagens" (Ed. Novo Século). Essa montanha-russa hormonal costuma deixar os homens confusos, já que a mulher muda repentinamente. O ciclo tem 28 dias - e pode variar entre 21 e 40 - e é composto por quatro fases que costumam durar, em média, uma semana cada, com características bem distintas. Quer saber como lidar com elas em meio a tantos altos e baixos? Veja a seguir:

Reportagem: Heloísa Noronha - Colaboração para o UOL
Consultoria: Rosa Maria Neme, ginecologista e diretora do Centro de Endometriose de São Paulo e Cibele Fabichak, fisiologista e autora do livro "Sexo, Amor Endorfinas & Bobagens" (Ed. Novo Século)
Ilustração: Lumi Mae

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16 agosto 2011

Ser bonzinho no trabalho é um mau negócio, diz pesquisa

Estudo mostra que pessoas legais ganham menos do que as apontadas como desagradáveis;
Ser uma pessoa legal no trabalho não é um bom negócio quando de trata de ganhar salários mais altos ou conquistar uma vaga de emprego. Pesquisa divulgada esta semana nos Estados Unidos mostra que as pessoas que se classificam como muito agradáveis tendem a ganhar menos do que as que se consideram rudes. A diferença pode chegar a US$ 9,8 mil (R$ 15,6 mil) por ano entre os homens e a US$ 1,8 mil (R$ 2,8 mil) no caso das mulheres.

O estudo “Do nice guys - and gals - really finish last?” (Os caras bonzinhos realmente terminam por último?), elaborado pelos pesquisadores Beth Livingston, Timothy Judge e Charlice Hurst, reuniu dados coletados ao longo de 20 anos em três diferentes pesquisas, o que levou a um universo de 10 mil pessoas de diferentes profissões, salários e idades.

Os pesquisadores também conduziram um estudo paralelo com 460 estudantes de graduação em negócios, que deveriam agir como gerentes de recursos humanos de uma companhia fictícia e apresentar descrições resumidas de candidatos para uma vaga de trabalho. Essa pesquisa concluiu que homens descritos como extremamente agradáveis tinham menos chances de conquistar a vaga.

Os pesquisadores avaliam que os homens legais no ambiente de trabalho são penalizados por não corresponderem às expectativas de que profissionais do sexo masculino precisam ser agressivos, combativos e até mesmo rudes. Já as mulheres não sofrem tanto, uma vez que o esperado é que sejam mais colaborativas que os homens.

(Com agências)

28 julho 2011

Homens ricos gostam de mulheres magras; pobres preferem gordinhas

Na semana passada, a gente recebeu uma enxurrada de comentários (bem e mal humorados) quando contou que um grupo de cientistas dos EUA defendia que um casamento tem mais chances de ser bem sucedido quando a esposa é mais magra do que o marido.

O papo de hoje é parecido – mas, infelizmente, um tanto menos polêmico.

Em testes com voluntários, outros pesquisadores dos EUA constataram que, quando os homens têm pouco dinheiro, tendem a desejar mulheres mais cheinhas. Mas quando têm a conta bancária gorda, preferem as mais magras.

A explicação é isso mesmo que vocês estão pensando. “Os homens que tinham a sensação de ‘escassez’ queriam mulheres que tivessem uns quilos a mais, quase como se a gordura da parceira pudesse protegê-los de passar fome“, diz o estudo.

Segundo os pesquisadores, a falta de dinheiro ativa um estado psicológico associado à pouca comida, à fome, à sensação de que precisamos de mais calorias – no caso, de gordura. E isso é refletido no interesse sexual. O efeito ficou ainda mais claro em um teste posterior, quando os cientistas fizeram entrevistas com diversos homens na porta de um restaurante e viram que, antes de comer, eles também demonstravam preferência pelas mulheres mais gordinhas e que, depois de satisfeitos, isso tendia a mudar. Que delícia.


24 junho 2011

Sexo faz o cérebro crescer

Por outro lado...

Thiago Perin 5 de agosto de 2010

Ontem eu era virgem; hoje, sou nerd

Ontem eu era virgem; hoje, sou nerd

Calma, gente. Por enquanto, o efeito só foi comprovado nos ratos. Mas… Tudo indica que a mesma coisa possa acontecer nos humanos. Para chegar a essa conclusão, cientistas da Universidade de Princeton, em Nova Jérsei (EUA), brincaram de cupido com dois grupos de ratinhos: um deles “teve acesso” a fêmeas sexualmente receptivas uma vez por dia, durante duas semanas. O outro, só uma única vez nesse mesmo período.

Comparados aos ratos virgens, os dois grupos saíram da experiência com mais neurônios no hipocampo (outros estudos já mostraram que as células dessa região são especialmente sensíveis a experiências ruins; a não ser que as intimidades dos ratos tenham sido bem decepcionantes, aparentemente às boas também). E, enquanto os ratinhos que só viram a fêmea uma vez registraram aumento no nível dos hormônios de estresse (!), os que mandaram ver todos os dias tiveram um up, além de em novos neurônios no hipocampo, também nas células adultas do cérebro e no número de conexões entre elas. Que beleza, não?

(Essa eu vi lá no LiveScience)

http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/sexo-faz-o-cerebro-crescer/

Religião faz o cérebro encolher

Thiago Perin 1 de junho de 2011

O CIÊNCIA MALUCA adora uma boa banalidade – e não vê problema algum nisso. Mas o papo hoje é um pouquinho mais sério.

Tem um milhão de estudos por aí que apontam uma série de benefícios da religião para o cérebro. Mas, na ciência (ainda mais quando a gente inclui o “maluca” no meio), pouca coisa é unanimidade.

Pesquisadores da Universidade de Duke, nos EUA, observaram os cérebros de 268 homens e mulheres com mais de 58 anos e notaram que o hipocampo – região envolvida, principalmente, na formação de memórias – era significativamente menor naqueles que se identificavam com grupos religiosos específicos ou que tinham passado por experiências religiosas de mudança de vida – aquela coisa de estar quase morrendo e “nascer” de novo, por exemplo.

Por quê? Hum, ninguém tem certeza ainda. Mas a principal hipótese do estudo é que certos aspectos da religião causem, em algumas pessoas, um estado constante de estresse.

Um indivíduo que faz parte de uma minoria religiosa e sofre preconceito por isso vive num estado de nervos mais delicado. Também pode acontecer com o sujeito que vive com o medo de ser punido por Deus por isso ou aquilo, ou então com o que tem ideias conflitantes com certos dogmas da religião. Ao longo do tempo, a liberação constante dos hormônios do estresse diminuiria o volume do hipocampo.

Tenso, né?

http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/religiao-faz-o-cerebro-encolher/

20 abril 2011

Homem cria software que detecta infidelidade

Homem cria software que detecta infidelidade

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DA EFE, EM TAIPÉ

Um homem taiwanês criou um software que ajuda a identificar parceiros infiéis, revisando as chamadas e mensagens telefônicas e eletrônicas do parceiro, anunciou nesta quarta-feira um jornal local.

Huang Kuo-Tai revelou que seu programa pode detectar as traições com apenas teclando o número de telefone e as contas de e-mail do parceiro.

O programa fornece dados das chamadas realizadas e detecta o uso de expressões como "te amo", "não posso falar agora", "passa e me pega" e outras frases similares.

"O melhor do programa é a análise das chamadas e a detecção das que são suspeitas, por exemplo as que superam os 20 minutos disparam alerta", diz Huang.

Até o momento, o programa não pode processar as mensagens instantâneas das redes sociais, mas Huang acredita que poderá fazê-lo em um futuro próximo.

O software pode ser baixado de graça na ilha e Huang está recopilando dados de usuários antes de lançá-lo no mercado.

http://www1.folha.uol.com.br/tec/905203-homem-cria-software-que-detecta-infidelidade.shtml

19 abril 2011

Falar um "belo" palavrão ajuda a aliviar a dor

Efeito analgésico funciona quatro mais vezes melhor em pessoas que não costumam xingar

Do R7
Getty ImagesGetty Images

Se você não costuma xingar muito, só use palavrões quando a dor foi muito forte

Pesquisadores do Reino Unido descobriram que falar palavrão quando sentimos dor ajuda a aliviá-la, pelo menos quando não os usamos com frequência.

Para quem não tem o costume, ao sentir dor um xingamento é quatro vezes mais eficiente do que para quem vive com a "boca suja".

Os pesquisadores da Universidade Keele dividiram jovens adultos em dois grupos: aqueles que normalmente falam menos de dez palavrões por dia e os que falam até 40.

Todos os 71 voluntários tiveram de mergulhar suas mãos em água gelada e mantê-las lá dentro pelo maior tempo possível. Primeiro, eles tiveram de repetir uma palavra comum enquanto mantinham a mão na água. Depois, eles repetiam um palavrão de sua escolha.
Aqueles que geralmente xingam menos conseguiram resistir à água gelada enquanto falavam o palavrão por 45 segundos a mais do que aqueles que não tinham o costume. Já as pessoas que falam palavrões com frequência só conseguiram resistir por apenas dez segundos a mais do que as que não xingam.

Segundo o chefe do estudo, Richard Stevens, os resultados mostram que os palavrões podem liberar endorfinas analgésicas.

- O xingamento provoca uma resposta emocional diante do estresse parecida com a reação de correr ou lutar [como o corpo reage a ameaças ou perigos].

O também mostra que se as pessoas querem tirar proveito dos palavrões devem usá-los só quando for realmente necessário e quando estiverem com uma dor verdadeira.

No entanto, como xingar é considerado algo mal educado, podendo causar mais problemas, o médico diz que em locais públicos ainda é melhor tomar um analgésico do que falar palavrão.

http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/falar-um-belo-palavrao-ajuda-a-aliviar-a-dor-20110419.html

15 abril 2011

87% dos autores de ataques a escolas no mundo sofreram bullying, diz estudo

Início do conteúdo

Pesquisa feita pelo Serviço Secreto americano diz ainda que adolescentes tinham fácil acesso às armas

15 de abril de 2011 | 19h 08

PEDRO DANTAS - O Estado de S. Paulo

RIO - O psiquiatra americano Timothy Brewerton, que tratou alguns dos estudantes sobreviventes ao massacre de 13 alunos na escola da cidade de Columbine em 1999, apresentou nesta sexta-feira, 15, no Rio, um estudo realizado pelo Serviço Secreto americano cujo resultado apontou que, nos 66 ataques em escolas que ocorreram no mundo, de 1966 até 2011, 87% dos atiradores sofriam bullying e foram movidos pelo desejo de vingança. A mesma motivação alegada pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, que matou 12 crianças na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio.

"O Bullying pode ser considerado a chave para entender o problema e um enorme fator de risco, mas outras características são importantes, como tendências suicidas, problemas mentais e acessos de ira. Não acredito em um estereótipo ou perfil para um assassino potencial nas escolas", afirmou.

A pesquisa apontou que em 76% dos ataques no mundo os assassinos eram adolescentes e tinham fácil acesso às armas de parentes. "Além do controle ao acesso às armas, recomendamos também que os pais fiquem atentos a alguns comportamentos, como maus tratos contra animais, alternância de estados de humor, tendências incendiárias, alteração de humor, isolamento e indiferença", disse Brewerton.

70% dos ataques aconteceram nos Estados Unidos. O levantamento apontou que, por dia, naquele país, 160 mil alunos faltam ao colégio com medo de sofrer humilhações, surras ou agressões verbais. O americano acredita que é possível prevenir os ataques e defendeu que cabe aos educadores identificar na escola as crianças com problemas mentais, que podem resultar em comportamentos violentos deste tipo. Ele afirmou que muitas vezes um transtorno mental não identificado pelos pais causa a falta de comunicação com os colegas, o isolamento social e, algumas vezes, o bullying. "Os problemas psicológicos associados com violência, como a esquizofrenia e o distúrbio bipolar, se manifestam pela primeira vez na infância. Este é o momento de interferir e tratar. Mais adiante esta atitude vai fazer uma imensa diferença no processo de crescimento desta pessoa", disse.

Ele deu uma palestras para psiquiatras da Santa Casa do Rio e alertou que as crianças são mais vulneráveis aos traumas psicológicos e podem desenvolver o transtorno de estresse pós-traumático, depois de presenciar eventos violentos, como o massacre na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio. "Elas passam a generalizar e pensar que o mundo é apenas um lugar perigoso e que a escola não é segura", afirmou. Segundo ele, o transtorno aparece dois meses depois do trauma sofrido pelo paciente e os sintomas vão do isolamento social até o desenvolvimento de distúrbios físicos e mentais.

Brewerton recomendou paciência aos pais. "Se as crianças querem dormir com a luz acessa, os pais devem deixar até que elas não necessitem mais. Nos primeiros dias de escola, os pais devem acompanhar as crianças e, se possível, até ficar com elas durante a aula. Apenas se o medo persistir, os pais devem procurar ajuda profissional", recomendou. O psiquiatra disse que a boa notícia é que geralmente as crianças são mais fáceis de tratar do que os adultos, pois não possuem outros traumas no passado.

04 abril 2011

Práticas de autocontrole levam a comportamento 'raivoso'

Mau humor durante dietas é um bom exemplo dos resultados de estudo norte-americano

SÃO PAULO - Pessoas que praticam o autocontrole tendem a ser mais agressivas e serem atraídas por mensagens e rostos que expressam este tipo de sentimento. O estudo, conduzido pelas pesquisadoras David Gal e Wendy Liu nos Estados Unidos, também mostrou que estas pessoas não gostavam de frases que diziam o que elas deveriam fazer.

"Nós avaliamos se exercer o autocontrole poderia de fato levar a comportamentos agressivos, até mesmo naquelas situações em que este tipo de comportamento possa parecer sutil", disse as autoras.

É comum encontrar pessoas de dieta que acabam ficando de mau humor. Em uma das observações, uma pessoa que escolheu comer uma maça ao invés de uma barra de chocolate acabou preferindo filmes mais "raivosos", dos tipos que mostram algum tipo de vingança.

Em outro exemplo, pessoas que precisavam controlar os gastos e escolheram um cupom-presente de guloseimas no lugar de um serviço de spa mostraram mais interesse em olhar para rostos com expressões raivosas e menos interesse em faces que indicavam medo.

Palavras que indicam o que elas devem fazer também pareceram ser um problema para quem pratica o autocontrole. Aqueles que escolheram lanches mais saudáveis ficavam irritados quando se deparavam com mensagens de marketing que usavam palavras do tipo "você tem que" e "você precisa de".

"Os responsáveis por políticas públicas devem ficar alertas sobre o resultado potencialmente negativo do encorajamento público do autocontrole nas escolhas diárias das pessoas", disseram as autoras do trabalho. Para elas, melhor do que promover intervenções comportamentais, seria mais interessante incentivar ações positivas visando metas a longo prazo.