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15 março 2012

Moscas rejeitadas ingerem álcool para afogar as mágoas

Foto: AP Ampliar

Imagem do estudo mostra mosca-de-frutas macho ingerindo solução com álcool após ser rejeitado por fêmea

A cena é corriqueira: o cara leva um fora e vai para o bar afogar as mágoas de um amor malsucedido. A novidade é que cientistas americanos descobriram que as moscas-de-fruta (também chamadas de drosófilas) também fazem coisa parecida quando a fêmea refuta o acasalamento. O estudo mostrou que os machos da espécie Drosophila melanogaster ingeriram mais álcool após levar um não.

A descoberta tem grande importância científica, pois foi observado que moscas que copulavam não só consumiam menos álcool como também tinham níveis mais baixos de um neurotransmissor chamado NPF- análogo a outro neurotransmissor também encontrado em mamíferos como humanos. Moscas que não copulavam tinham a taxa de NPF mais alta. Os pesquisadores acreditam que este neurotransmissor seja um componente chave para o sistema de recompensa.

MATÉRIA COMPLETA:

http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/moscas-rejeitadas-ingerem-alcool-para-afogar-as-magoas/n1597695301993.html

13 outubro 2011

Estudo desenvolve pílula que deixa a pessoa sóbria

http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2011/09/30/estudo-desenvolve-pilula-que-deixa-pessoa-sobria-925478814.asp

Plantão Publicada em 30/09/2011 às 11h44m
O Globo (ciencia@oglobo.com.br)

RIO - Cientistas tentam desenvolver uma pílula que é o sonho de qualquer pessoa que goste de beber. A ideia é criar um comprimido que mantém a pessoa sóbria, ou seja, ela bebe o quanto quiser, mas o efeito do álcool sobre as células do cérebro é mínimo.

Em testes feitos com camundongos, os roedores que receberam a droga não apresentaram nenhum sinal de desequilíbrio, a despeito de terem ingerido uma quantidade suficientes de álcool para fazê-los tropeçar e mesmo cair. O estudo, acreditam, abre caminho para um comprimido que impeça as pessoas de passarem por situações constrangedoras durante noitadas.

E pode ajudar pesquisas futuras a rastrearem a razão por que algumas pessoas começam a enrolar a língua depois de apenas uma taça de vinho, enquanto outras são capazes de beber a noite inteira sem demonstrar muitos sinais da bebedeira.

Os cientistas americanos e australianos que participaram da pesquisa centraram seu estudo na forma pela qual o álcool afeta as células glias, que compõem até 90% do cérebro. Elas têm um papel fundamental no sistema imunológico, ajudando a combater infecções como a meningite. Na pesquisa, foi revelado também que "desligar" essa resposta imune produz efeito significativo de impedir que o camundongo ficasse bêbado. O estudo foi publicado na "British Journal of Pharmacology".


Não apenas os reflexos dos animais se apresentaram muito melhores, como também eles tiveram mais facilidade para andar do que os camundongos cujas células imunológicas estavam funcionando normalmente.

O pesquisador Mark Hutchinson, da Universidade de Adelaide, na Austrália, afirmou:

- Um camundongo bêbado é muito parecido com um homem bêbado. Ele não consegue trabalhar sua coordenação motora com propriedade. Mas se você faz com que as células imunológicas parem de funcionar, os animais não ficam bêbados.

20 setembro 2011

Estudo mostra que cerveja hidrata igual à água após prática esportiva


Segundo análise, reação do corpo à ingestão de ambos os líquidos é semelhante; pesquisadores, porém, esclarecem que o consumo da bebida alcoólica deve ser em quantidade moderada

BRUXELAS - Um estudo apresentado nesta terça-feira, 20, em Bruxelas comprova que o consumo moderado de cerveja após exercícios físicos é tão eficaz quanto a água para a hidratação, segundo especialistas médicos.
Conclusão é de que uma quantidade moderada de cerveja 'não prejudica a hidratação após o exercício' - Arquivo/AE
Arquivo/AE
Conclusão é de que uma quantidade moderada de cerveja 'não prejudica a hidratação após o exercício'

Esta é uma das conclusões apresentadas no "VI Simpósio Europeu de Cerveja e Saúde", onde participaram especialistas em medicina, nutrição e alimentação da União Europeia.


O pesquisador Manuel Castillo, da Universidade de Granada, expôs os resultados de um estudo que consistiu em medir a reação do corpo à ingestão de água ou cerveja após a realização de esforço físico intenso. "Realizamos o estudo para comprovar se o costume de tomar cerveja depois do exercício era recomendável", explicou Castillo.


A conclusão foi de que uma quantidade moderada de cerveja "não prejudica a hidratação após o exercício". Tomar cerveja seria "a mesma coisa que tomar água", por isso é recomendado o consumo da bebida fermentada a todas as pessoas que não tenham nenhuma contraindicação.


"Não foi encontrado nenhum efeito negativo que pudesse ser atribuído à ingestão de cerveja em comparação com a ingestão de água", disse Castillo, que também afirmou que durante as conferências será apresentado outro estudo que descarta que exista "qualquer relação" entre o consumo da bebida e a tendência a desenvolver "barriga de chopp".

O médico Ramón Estruch, do Hospital Clínico de Barcelona, afirmou que os resultados dos estudos mostram que o consumo moderado de cerveja "ajuda na prevenção de acidentes cardiovasculares, graças aos efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios das artérias". Além disso, proporciona proteção contra fatores de risco cardiovascular, como diabetes, melhora a pressão arterial, regula o colesterol e previne a arterioesclerose, segundo a pesquisa.


Estruch informou que atualmente estão sendo feitas pesquisas para determinar se os benefícios da cerveja com álcool são maiores que os da cerveja "sem", embora haja indícios de que a primeira tem efeitos mais positivos. De qualquer forma, Estruch ressaltou a importância de "consumir a cerveja dentro de um padrão de alimentação saudável, preferencialmente a dieta mediterrânea".

Maria Teresa Fernandez Aguilar, pesquisadora da Agência da Saúde de Valência, informou sobre os efeitos benéficos da cerveja sem álcool para as mães lactantes. Ela citou o estudo que demonstrou que crianças amamentadas por mães que consumiram duas cervejas sem álcool durante a lactação têm menos possibilidades padecer de doenças como câncer e arteriosclerose, devido à transmissão dos componentes antioxidantes de bebida.


"Os resultados nos surpreenderam", afirmou Maria Fernandez, acrescentando que a cerveja sem álcool seria mais recomendável que outras bebidas gasosas com base química.

19 agosto 2011

Beber moderadamente reduz risco de Alzheimer

Pesquisa sugere que até duas doses diárias podem diminuir chances de problemas cognitivos
por Redação Galileu

Cientistas da Universidade Loyola, nos Estados Unidos, revisaram estudos produzidos em 34 com 365 mil pessoas sobre o consumo de álcool e problemas cognitivos. Os resultados mostraram que os bebedores moderados têm 23% menos chances de desenvolverem Alzheimer e doenças parecidas.

Editora Globo

Mas não vá encher a cara todo dia achando que vai ficar livre de doenças cerebrais no futuro. Os pesquisadores só averiguaram os benefícios em um consumo moderado de álcool, que significa até duas doses diárias para homens e apenas uma para mulheres. Além disso, ele parecem tem encontrado uma relação mais favorável quando a bebida era o vinho. No entanto, não podem afirmar que o vinho seja melhor que cerveja porque muitos estudos não abordavam o tipo de bebida consumida.

Algumas pesquisas anteriores já mostram resultados positivos relacionados a um consumo moderado de bebidas alcoólicas. As hipóteses para o benefício são várias: o álcool poderia ajudar a melhorar o fluxo sanguíneo no cérebro; ou a bebida poderia funcionar como uma “vacina” para o cérebro, provocando pequenos danos ao longo da vida ela deixaria o órgão mais acostumado a lidar com os danos maiores provocados pela idade.

Outra hipótese é que o estudo não conte com aquelas pessoas que bebiam de forma intensa, deixaram de beber, mas já haviam provocado danos ao cérebro. Mesmo assim, como muitos desses bebedores acabam se tornando consumidores moderados de álcool, os benefícios da bebida ainda parecem fazer sentido para os pesquisadores.

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI257960-17770,00-BEBER%20MODERADAMENTE%20DIMINUI%20RISCO%20DE%20ALZHEIMER.html

Beber moderadamente reduz risco de Alzheimer

Beber moderadamente reduz risco de Alzheimer

Pesquisa sugere que até duas doses diárias podem diminuir chances de problemas cognitivos

por Redação Galileu

Cientistas da Universidade Loyola, nos Estados Unidos, revisaram estudos produzidos em 34 com 365 mil pessoas sobre o consumo de álcool e problemas cognitivos. Os resultados mostraram que os bebedores moderados têm 23% menos chances de desenvolverem Alzheimer e doenças parecidas.

Editora Globo

Mas não vá encher a cara todo dia achando que vai ficar livre de doenças cerebrais no futuro. Os pesquisadores só averiguaram os benefícios em um consumo moderado de álcool, que significa até duas doses diárias para homens e apenas uma para mulheres. Além disso, ele parecem tem encontrado uma relação mais favorável quando a bebida era o vinho. No entanto, não podem afirmar que o vinho seja melhor que cerveja porque muitos estudos não abordavam o tipo de bebida consumida.

Algumas pesquisas anteriores já mostram resultados positivos relacionados a um consumo moderado de bebidas alcoólicas. As hipóteses para o benefício são várias: o álcool poderia ajudar a melhorar o fluxo sanguíneo no cérebro; ou a bebida poderia funcionar como uma “vacina” para o cérebro, provocando pequenos danos ao longo da vida ela deixaria o órgão mais acostumado a lidar com os danos maiores provocados pela idade.

Outra hipótese é que o estudo não conte com aquelas pessoas que bebiam de forma intensa, deixaram de beber, mas já haviam provocado danos ao cérebro. Mesmo assim, como muitos desses bebedores acabam se tornando consumidores moderados de álcool, os benefícios da bebida ainda parecem fazer sentido para os pesquisadores.

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI257960-17770,00-BEBER%20MODERADAMENTE%20DIMINUI%20RISCO%20DE%20ALZHEIMER.html