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06 novembro 2011

Apneia do sono e disfunção sexual

http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/apneia-do-sono-pode-causar-disfuncao-sexual-13102011-17.shl

Por Anahad O'Connor, The New York Times News Service/Syndicate

NYT(NYT)

A apneia do sono provoca interrupções da respiração no meio da noite e afeta mais de 12 milhões de americanos. Cansaço, pressão arterial alta e aumento de peso são alguns dos sintomas mais conhecidos.

Contudo, um número crescente de pesquisas vem descobrindo que a doença também pode prejudicar a intimidade, causando disfunção erétil nos homens e perda de libido nas mulheres.

Os cientistas suspeitam que a causa disso esteja relacionada aos hormônios sexuais, como é o caso da testosterona, hormônio que é liberado durante o sono e diminui com a falta dele. Como a apneia provoca o despertar intermitente e a falta de sono crônica, talvez a doença tenha relação direta com a redução dos níveis desses hormônios, causando a disfunção sexual.

No estudo mais recente sobre o assunto, publicado mês passado na revista The Journal of Sexual Medicine, os cientistas compararam 80 mulheres com apneia obstrutiva do sono, com idades variando de 28 a 64 anos, com 240 mulheres que não possuíam a doença. Eles descobriram que entre as pacientes com apneia as taxas de disfunção sexual eram significativamente altas. As descobertas refletiram estudos anteriores sobre mulheres e apneia. Em outro estudo realizado em 2009, os pesquisadores procuraram por indícios de problemas sexuais em 401 homens que compareceram a uma clínica com suspeita de sofrer de apneia do sono. Entre os que receberam o diagnóstico, aproximadamente 70 por cento também sofriam de disfunção erétil, comparados aos 34 por cento que não possuíam a doença.

A parte positiva é que o tratamento pode mudar essa situação. Os pacientes que são operados para corrigir anomalias faciais que contribuem com a apneia observam melhorias nas relações sexuais, bem como os que passaram a usar máscaras, que auxiliam na respiração ao gerar uma pressão positiva contínua nas vias aéreas.

Com isso, conclui-se que a apneia do sono pode aumentar o risco de disfunção sexual.

The New York Times News Service/Syndicate - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito do The New York Times.

24 setembro 2011

MÉDICO ESPANHOL DIZ QUE MUITO SEXO FAZ BEM AO CORAÇÃO


Notícia
Para ter um coração saudável é preciso comer bem, beber pouco, controlar o estresse, não fumar, fazer exercícios moderados e praticar muito sexo. Foto: Getty Images

Para ter um coração saudável é preciso comer bem, beber pouco, controlar o estresse, não fumar, fazer exercícios moderados e praticar muito sexo
Foto: Getty Images

Para ter um coração saudável é preciso comer bem, beber pouco, controlar o estresse, não fumar, fazer exercícios moderados e praticar muito sexo, de preferência com um parceiro estável, de acordo com o médico espanhol Josep María Caralps.

Essa é a fórmula do doutor Caralps para manter "em bom estado" a máquina perfeita que é o coração, que bate cerca de 100 mil vezes por dia e movimenta 10 mil litros de sangue. Um órgão também emocional, muito ligado aos sentimentos mais íntimos, e que foi chamado por Aristóteles de santuário da alma.

Os olhos e as mãos deste médico espanhol, que tem quatro décadas dedicadas à cirurgia cardíaca, viram e tocaram milhares de corações. Corações doentes e muito doentes, velhos e jovens, grandes e pequenos e de pessoas de todo tipo de raça, o que o permite falar com autoridade de "nosso músculo mais prezado", vital e carismático.

Josep María Caralps teve a honra de fazer o primeiro transplante de coração bem sucedido na Espanha, no dia 8 de abril de 1984, uma data que nunca esquecerá.

Tanta sabedoria acumulada sobre o coração o levaram a escrever Super Corazón (Super Coração, na tradução livre), no qual descreve suas experiências e conhecimento.

O livro, que chega neste domingo às livrarias, coincidindo com a celebração do Dia Mundial do Coração, é um guia para ajudar a conhecer como trabalha e porque o coração adoece, além de ensinar a mantê-lo em forma.

Na conversa com este premiado profissional da medicina ouvimos repetidamente a palavra moderação: "Podemos fazer de tudo, mas com moderação, precisamos aprender que a degustação de um cigarro após uma boa refeição, uma taça de vinho no jantar ou no almoço, não pode se transformar em dependência".

"Temos ao nosso alcance coisas que fazem nossa vida melhor. Mas precisamos ser capazes de discernir sobre o que é bom e o que é ruim. A saúde não está separada do prazer. Ao contrário, se não há prazer não há saúde", considerou.

Caralps fala em educar desde a infância como forma de prevenção e criar bons hábitos. "Ensinar às crianças que fumar é prejudicial, que o álcool pode ser agradável, reconfortante e, em algumas ocasiões, até necessário, mas sempre, sempre com moderação, com muita moderação", detalhou o médico.

"Não nos preocupamos com isso, porque achamos que podemos controlar nossos vícios. Mas, na realidade, não podemos. Ser moderado em tudo é quase impossível. Daí a necessidade de aprendermos desde pequeno", afirmou, acrescentando que as escolas também devem ensinar a "controlar mentalmente as emoções, a sermos mais humanos, termos mais cuidado com nós mesmos e com os outros".

22 setembro 2011

Sexo faz o cérebro crescer

Thiago Perin


Ontem eu era virgem; hoje, sou nerd

Ontem eu era virgem; hoje, sou nerd

Calma, gente. Por enquanto, o efeito só foi comprovado nos ratos. Mas… Tudo indica que a mesma coisa possa acontecer nos humanos. Para chegar a essa conclusão, cientistas da Universidade de Princeton, em Nova Jérsei (EUA), brincaram de cupido com dois grupos de ratinhos: um deles “teve acesso” a fêmeas sexualmente receptivas uma vez por dia, durante duas semanas. O outro, só uma única vez nesse mesmo período.

Comparados aos ratos virgens, os dois grupos saíram da experiência com mais neurônios no hipocampo (outros estudos já mostraram que as células dessa região são especialmente sensíveis a experiências ruins; a não ser que as intimidades dos ratos tenham sido bem decepcionantes, aparentemente às boas também). E, enquanto os ratinhos que só viram a fêmea uma vez registraram aumento no nível dos hormônios de estresse (!), os que mandaram ver todos os dias tiveram um up, além de em novos neurônios no hipocampo, também nas células adultas do cérebro e no número de conexões entre elas. Que beleza, não?

(Essa eu vi lá no LiveScience)


28 julho 2011

Homens ricos gostam de mulheres magras; pobres preferem gordinhas

Na semana passada, a gente recebeu uma enxurrada de comentários (bem e mal humorados) quando contou que um grupo de cientistas dos EUA defendia que um casamento tem mais chances de ser bem sucedido quando a esposa é mais magra do que o marido.

O papo de hoje é parecido – mas, infelizmente, um tanto menos polêmico.

Em testes com voluntários, outros pesquisadores dos EUA constataram que, quando os homens têm pouco dinheiro, tendem a desejar mulheres mais cheinhas. Mas quando têm a conta bancária gorda, preferem as mais magras.

A explicação é isso mesmo que vocês estão pensando. “Os homens que tinham a sensação de ‘escassez’ queriam mulheres que tivessem uns quilos a mais, quase como se a gordura da parceira pudesse protegê-los de passar fome“, diz o estudo.

Segundo os pesquisadores, a falta de dinheiro ativa um estado psicológico associado à pouca comida, à fome, à sensação de que precisamos de mais calorias – no caso, de gordura. E isso é refletido no interesse sexual. O efeito ficou ainda mais claro em um teste posterior, quando os cientistas fizeram entrevistas com diversos homens na porta de um restaurante e viram que, antes de comer, eles também demonstravam preferência pelas mulheres mais gordinhas e que, depois de satisfeitos, isso tendia a mudar. Que delícia.


07 julho 2011

Os 10 países mais promíscuos do mundo

Talvez surpreenda, mas o Brasil, país do carnaval, das praias e da mulher pelada, não está entre eles. A gente dá as caras no 18º lugar entre as nações cujos habitantes têm mais parceiros sexuais ao longo da vida, acima de países como Austrália (20º) e Estados Unidos (22º), mas numa posição mais contida do que as do pessoal da Alemanha (12º) e da Suíça (15º), por exemplo.

O ranking é da Universidade de Bradley, nos EUA, e levou em conta o comportamento de cerca de 15 mil pessoas de 48 países ao redor do globo. Durante a pesquisa, os especialistas confirmaram, ainda, crenças populares como a de que os homens são mais saidinhos do que as mulheres na hora de se relacionar com muita gente em pouco tempo. São mesmo.

Olha o top 10 aí. O estudo, na íntegra, você encontra aqui.

1. Finlândia
2. Nova Zelândia
3. Eslovênia
4. Lituânia
5. Áustria
6. Letônia
7. Croácia
8. Israel
9. Bolívia
10. Argentina

E aí, já começou a planejar a viagem?

24 junho 2011

Sexo faz o cérebro crescer

Por outro lado...

Thiago Perin 5 de agosto de 2010

Ontem eu era virgem; hoje, sou nerd

Ontem eu era virgem; hoje, sou nerd

Calma, gente. Por enquanto, o efeito só foi comprovado nos ratos. Mas… Tudo indica que a mesma coisa possa acontecer nos humanos. Para chegar a essa conclusão, cientistas da Universidade de Princeton, em Nova Jérsei (EUA), brincaram de cupido com dois grupos de ratinhos: um deles “teve acesso” a fêmeas sexualmente receptivas uma vez por dia, durante duas semanas. O outro, só uma única vez nesse mesmo período.

Comparados aos ratos virgens, os dois grupos saíram da experiência com mais neurônios no hipocampo (outros estudos já mostraram que as células dessa região são especialmente sensíveis a experiências ruins; a não ser que as intimidades dos ratos tenham sido bem decepcionantes, aparentemente às boas também). E, enquanto os ratinhos que só viram a fêmea uma vez registraram aumento no nível dos hormônios de estresse (!), os que mandaram ver todos os dias tiveram um up, além de em novos neurônios no hipocampo, também nas células adultas do cérebro e no número de conexões entre elas. Que beleza, não?

(Essa eu vi lá no LiveScience)

http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/sexo-faz-o-cerebro-crescer/

16 abril 2011

As diferenças entre o orgasmo vaginal e o clitoriano + dicas para chegar lá

As diferenças entre o orgasmo vaginal e o clitoriano + dicas para chegar lá
Dica do Dia, Sexo — Por Thaís Pontes em 10 de março de 2010 às 01:42

Fiquei assustada com um dado que vi nem uma pesquisa americana (na íntegra no final desse post) recentemente. Segundo a pesquisa, 75% das mulheres precisam estimular o clitóris para chegar ao orgasmo. As estatísticas são americanas, mas certamente se refletem ocidente a fora.

Não que eu desconhecesse a dificuldade que a maioria das meninas tem de chegar lá (de um jeito ou de outro). Muitas amigas e leitoras me procuram pra tirar dúvidas sobre isso, inclusive. Mas esse número deveras me assustou. Fico triste em saber que tantas mulheres jamais tenham conseguido ter o prazer de um orgasmo vaginal, limitando-se ao clitoriano.

E me assustou porque a razão desse absurdo deve-se, principalmente, à falta de noção que as mulheres têm do próprio corpo e do que é possível fazer com ele.

Orgasmo clitoriano
É aquele que se dá com o estímulo do clítoris, mais comum através dos dedos, via masturbação, e/ou da língua, via sexo oral. Ao contrário do que parece, não estou desfazendo dele. Ele é ótimo, mais rápido de ser alcançado e causa um prazer muito forte também. Super válido e quase sempre indispensável já nas preliminares.

Orgasmo vaginal
Ao contrário do que muitos pensam, ele não deriva apenas da penetração do penis na vagina. Ele decorre, na verdade, da contração dos músculos pélvicos (da região da vagina). Ele é mais intenso e mais duradouro que o orgasmo clitoriano, além ser responsável por um maior relaxamento do corpo, devido a uma maior liberação de endorfina (hormônio do prazer) no sangue. Sem dúvida, a satisfação é maior com ele, durante e depois do sexo.

O segredo para o orgasmo vaginal
Como já disse acima, a maior dificuldade em alcançar o orgasmo vaginal está em não conhecer o próprio corpo. E não há melhor maneira de conhecer seus músculos do que os exercitando, certo? Eles ficam mais fortes e você consegue controlá-los melhor.

Como exercitar?
Você não precisa comprar um livro de pompoarismo, se não quiser, nem fazer aulas com um profissional. Mas o ideal é que você pratique muito o exercício de contração dos músculos da vagina. É importante que ele esteja aliado ao movimento do quadril, pois ele facilita a excitação. Para dar uma passo além na sua musculação pélvica, utilize briquedinhos como as fantásticas bolinhas tailandesas e/ou próteses de gel ou cyber (que são super realistas). Esses utensílios podem ajudá-la a ter mais noção de como os músculos da sua vagina podem intervir positivamente para o seu prazer. Lembrando sempre de aliar a muscalação ao movimento do quadril.

O segundo maior inimigo do orgasmo vaginal
Existe também um problema externo que pode dificultar o orgasmo vaginal. Ele foi carinhosamente apelidado por mim de “síndrome do homem coelho”. Sabe aquele parceiro sexual que manda ver no vai e vem frenético, sem nem se importar com o ritmo da parceira? Então… depois do seu desconhecimento para com seu corpo, os “coelhinhos” são os piores inimigos do orgasmo vaginal.

Para alcançar um orgasmo vaginal durante a penetração, você deve orientar o parceiro a seguir o seu ritmo naquele momento. Você deve aliar ali a contração dos músculo e o movimento do quadril, da mesma forma que treinou anteriormente. E a velocidade, é você quem vai definir. Acho que seu parceiro não vai se “incomodar” em te ajudar um pouquinho em prol de um orgasmo mais intenso, né? Se ele não curtir tanto assim o seu ritmo, aposto que não será nenhuma tortura colaborar com você. Quando chegar a vez dele, ele regula a velocidade! Mas o bacana é quando o ritmo dos dois se encaixa perfeitamente e rolam orgasmos simultâneos. Mas isso só com muito treino (ou muita sorte)!

Mas não vai adiantar nada ter feito tudo muito direitinho se você não estiver com muito tesão. Por isso, a terceira dica para se alcançar um orgasmo vaginal é só fazer sexo quando se estiver muito excitada. Se não estiver com muita vontade, nem perca seu tempo. Leia mais sobre a importância do tesão aqui.

Então é isso, meninas. Pra se tornar boa em uma arte, é necessário praticá-la, treiná-la, exercitá-la. E, nesse caso, a recompensa vale muito a pena! Masturbação, pompoarismo, exercícios pélvicos, brinquedinhos eróticos… tudo é valido para conhecer melhor a si mesma e alcançar níveis de prazer cada vez maiores!

Proibido para menores (mas muito instrutivo para maiores!)

O poder do pompoarismo

Estive na 18ª edição da Erótika Fair na semana passada e bati um papo com uma das instrutoras de pompoarismo mais famosas do Brasil, a Lu Riva. Tentei entender um pouquinho melhor essa arte milenar de controlar a região pélvica e agora vou compartilhar com vocês ;)

O que é pomparismo?
“É uma ginástica vaginal, nada mais do que isso. Ao aprender a arte de pompoar, você fortifica a musculatura da vagina e aprende a controlar seu movimentos”.

Quais as principais vantagens do pompoarismo para a mulher?
” Como qualquer exercício físico, o pomparismo fortifica e melhora a saúde da região exercitada. Além disso, ao aprender a pompoar, controlando seus movimentos pélvicos, a mulher sensibiliza a vagina de dentro para fora e consegue alcançar orgasmos vaginais de forma cada vez mais fácil”. (Veja aqui a diferença entre orgasmos vaginais e clitorianos). “Muitas das minhas alunas procuram as aulas porque nunca conseguiram chegar ao orgasmo na vida. Pois eu dou aula há sete anos e, até hoje, nunca nenhuma aluna minha (que realmente entendeu e praticou o pompoarismo) deixou de conseguir chegar lá”.

Quais as vantagens do pomparismo para o parceiro?
“Conforme você vai aprendendo a pompoar, consegue movimentar os três principais anéis do canal da vagina separadamente. Sendo assim, é possível fazer movimentos que provocam no homem um prazer muito intenso. Existe, por exemplo, um movimento no pompoarismo que chamamos de ‘estrangular’, que é quando impedimos que ele ejacule comprimindo um desses anéis. Há também um movimento chamado ‘chupitar’, com o qual é possível imitar o sexo oral com a vagina. Meu marido sempre me diz que nossa relação era uma antes do pompoarismo e é outra depois. Provoquei nele algo que eu jamais pensava que era possível”.

Em quanto tempo fazendo os exercícios é possível notar diferenças?
“A partir de um mês, praticando pelo menos cinco minutos por dia, já é possível começar a notar diferenças na hora do sexo. Mas para fazer movimentos como o de ‘chupitar’, é necessário praticar por pelo menos seis meses. Para conseguir sugar o pênis com a vagina, é preciso praticar de oito meses a um ano”.