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12 dezembro 2011

As mulheres com poder sobre entidades em prol da educação


Em um ano marcado pela liderança feminina, conheça as que decidem a pauta de importantes instituições não governamentais do setor

iG São Paulo

Uma fez magistério, outra, sociologia, uma terceira, psicologia e duas, administração. A mais velha tem mais que o dobro de idade da mais nova. Tem uma que tem certeza que a solução para a educação no País é a formação dos professores enquanto outra acha que a receita é o apoio a líderes multiplicadores. As diferenças nas histórias de vida e atuação também são enormes, mas as cinco chegaram a um ponto em comum: são mulheres à frente de algumas das instituições em prol da educação mais importantes no País.

A prioridade delas tende a entrar na pauta da área como prioridade para o Brasil. Wanda Engel é superintendente-executiva do Instituto Unibanco, que tenta reformar o precário ensino médio brasileiro. A diretora-geral acadêmica do Instituto Singularidades, Gisela Wajskop, quer mudar o currículo dos professores a partir das experiências que desenvolve. Priscila Cruz dirige o Todos Pela Educação, que monitora indicadores para o Brasil atingir cinco metas consideradas essenciais pela sociedade civil. Viviane Sena preside o instituto com o mesmo sobrenome que trabalha em parceria com governos para dar melhores condições de aprendizado a 2 milhões de estudantes por ano. E Thais Junqueira aposta na mudança do Brasil com o apoio para que jovens talentos se desenvolvam.

As carreiras e ideias inspiradoras de cada uma delas podem ser acessadas no quadro abaixo:


05 novembro 2011

Para se dar bem com as mulheres, entenda o ciclo menstrual


A menstruação não é o único dos incômodos do ciclo feminino. "A oscilação dos níveis de estrógeno e progesterona, ao longo do mês, provocam alterações drásticas no humor", afirma a médica fisiologista Cibele Fabichak, autora do livro "Sexo, Amor Endorfinas & Bobagens" (Ed. Novo Século). Essa montanha-russa hormonal costuma deixar os homens confusos, já que a mulher muda repentinamente. O ciclo tem 28 dias - e pode variar entre 21 e 40 - e é composto por quatro fases que costumam durar, em média, uma semana cada, com características bem distintas. Quer saber como lidar com elas em meio a tantos altos e baixos? Veja a seguir:

Reportagem: Heloísa Noronha - Colaboração para o UOL
Consultoria: Rosa Maria Neme, ginecologista e diretora do Centro de Endometriose de São Paulo e Cibele Fabichak, fisiologista e autora do livro "Sexo, Amor Endorfinas & Bobagens" (Ed. Novo Século)
Ilustração: Lumi Mae

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05 abril 2011

Mulher do futuro será menor, mais gordinha e mais fértil, diz estudo

da New Scientist

As mulheres do futuro serão levemente mais baixas e rechonchudas, terão corações saudáveis e um tempo reprodutivo mais extenso. Estas mudanças são previstas a partir de extensas provas para documentar que o processo evolutivo ainda atua sobre os humanos.

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Os avanços médicos significam que muitas pessoas cujas mortes ocorreriam durante a juventude agora vivem até a terceira idade. Isso leva a uma crença de que a seleção natural não afeta seres humanos e que estes, portanto, pararam de evoluir.

Divulgação

Mulheres do futuro serão levemente mais baixas e rechonchudas, terão corações saudáveis e um tempo reprodutivo mais extenso

Mulheres do futuro serão levemente mais baixas e rechonchudas, terão corações saudáveis e um tempo reprodutivo mais extenso

"Isso é simplesmente falso", disse Stephen Stearns, biólogo evolucionista da Universidade de Yale. Ele afirma que, embora as diferenças na sobrevivência já não possam mais selecionar aqueles com maior aptidão e seus genes, as diferenças na reprodução ainda podem. A questão é se mulheres que têm mais crianças possuem esses traços distintivos, que elas repassariam aos seus descendentes.

Para desvendar a questão, Stearns e seus colegas trabalharam com dados do Framingham Heart Study, que trazia o histórico médico de mais de 14 mil residentes da cidade de Framingham, Massachusetts, desde 1948 --que englobam três gerações em algumas famílias.

Passando adiante

A equipe estudou 2.238 mulheres que haviam passado da menopausa, e então cruzaram os dados com as respectivas vidas reprodutivas. Para este grupo, a equipe de Stearns testou a altura, peso, pressão arterial, colesterol e outras características correlacionadas com o número de crianças a que elas deram à luz. Eles controlaram alterações devido a fatores sociais e culturais, para calcular o quão forte é a seleção natural para moldar estas características fisiológicas.

E é muito, segundo se confirmou. Mulheres mais baixas e gordas tendem a ter mais filhos, em média, do que outras, mais altas e magras. Mulheres cujos colesterol e pressão eram baixos também tinham mais filhos, e --não surpreendentemente-- tiveram seu primeiro na juventude e entraram na menopausa mais tarde. A surpresa foi que estas características foram passadas para suas filhas que, por sua vez, também tiveram mais crianças.

Caso a tendência persista por dez gerações, calcula Stearns, a mulher média em 2409 será 2 cm mais baixa e 1 kg mais pesada do que ela é atualmente. Ela dará à luz o seu primeiro filho cinco meses mais cedo e entrará na menopausa dez meses mais tarde, em relação à média atual.

Decodificação de cultura

É difícil dizer o que direciona para estas características, e discernir se elas estão sendo disseminadas por genes de mulheres, mas, pelo fato de Stearns controlar muitos dos fatores sociais e culturais, é provável que isso tenha resultado em um documento genético, em vez de um trabalho acerca de evolução cultural.

Não é o primeiro estudo concluindo que a seleção natural está "operando" nos humanos atualmente; a diferença é que muitos dos trabalhos anteriores foram concluídos de diferenças geográficas nas frequências de genes, e não de avaliações diretas do sucesso reprodutivo. Isso deixa o estudo de Stearn como, talvez, a mais detalhada medição da evolução humana atual.

"É interessante que o quadro biológico subjacente ainda é detectado sob a cultura", diz ele. Análises a longo prazo de outros conjunto de dados médicos pode jogar mais luzes sobre a interação entre genética e cultura.

30 março 2011

CDH: mulheres que sustentam família podem ter 20% dos recursos para habitação

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) analisa nesta quinta-feira (31) o Projeto de Lei da Câmara nº 47/2009, que reserva para as mulheres responsáveis pelo sustento da família 20% dos recursos públicos destinados à habitação.

Na justificativa do projeto o autor argumenta que, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 20% das famílias brasileiras são chefiadas por mulheres. O relator da matéria é o senador Magno Malta (PR-ES). Se aprovado, o texto segue para sanção da presidente da República.

Outro assunto da pauta da CDH é o Projeto de Lei do Senado nº 3/2010, que assegura o registro público aos prenomes indígenas. O projeto, de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), acrescenta um parágrafo ao artigo 55 da Lei 6015/1973. O artigo proíbe o registro de nomes passíveis de expor o portador ao ridículo, e o novo texto cria a exceção para os nomes indígenas. De acordo com o senador, a regra não deve ser aplicada aos nomes de integrantes de cultura indígena, "porque os seus valores e a sua cultura são diferentes dos nossos".

"Há nomes indígenas que não são familiares à língua portuguesa, talvez por sua maior dificuldade de pronúncia, pois resultam da tradição das tribos, tanto quanto aqueles por nós assimilados. Esses nomes têm valor especial para os integrantes do grupo ou da etnia, e não deve a lei proibí-los, como faz com as pessoas de cultura não índia", argumenta o senador em sua justificativa.

A CDH também vai debater o Projeto de Lei do Senado nº 201/2010, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS). O projeto prorroga para 31 de julho de 2020 o prazo de isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de automóveis para serem utilizados como táxi e estende a isenção para pessoas portadoras de deficiência. O senador Vicentinho Alves (PR-TO) é o relator.

Pessoas com deficiência

Outro tema da reunião da CDH é a inclusão de mecanismos de acesso dos deficientes visuais a livros adquiridos por programas governamentais (Projeto de Lei do Senado nº 111/2008). A comissão também vai discutir o apoio às pessoas portadoras de deficiência e sua integração social, para tratar do direito à moradia (Projeto de Lei do Senado nº 142/2010). O projeto também prevê substituir vários termos na lei pela expressão "pessoa com deficiência". A CDH ainda vai debater a instituição do Sistema Nacional Integrado de Atendimento à Pessoa Autista. A sugestão do sistema foi apresentada pela Associação em Defesa do Autista (Adefa) e tem a senadora Ana Rita (PT-ES) como relatora.

As principais razões que fazer as mulheres traírem

Não custa fazer um benchmarking... kkkkk

As principais razões que levam as mulheres a trair
A falta de atenção do companheiro – Os homens possuem a tendência de ignorar as pequenas coisas que deixam as mulheres felizes. Não elogiar a roupa e cabelo, e esquecer de datas comemorativas pode acabar com o seu relacionamento
Estar com uma pessoa sem gostar verdadeiramente – Se a mulher se envolve com alguém sem sentir o mínimo de afeto por essa pessoa, ela vai acabar procurando por outro alguém
Perder a admiração – As mulheres gostam de admirar os homens pelo o que eles são e pelas suas conquistas, se deixarem de admirá-los, não terão mais respeito e, conseqüentemente, irão traí-lo
Vingança – Uma mulher traída é o pior inimigo que um homem pode ter. As mulheres traídas são capazes de qualquer coisa para voltar a sentirem-se bem consigo mesmas
Ter a certeza que ainda ama o seu namorado – Existe uma fase no relacionamento em que as mulheres se questionam se ainda amam o seu companheiro. Muitas vezes, elas usam essa dúvida como desculpa para trair e tirar essa dúvida

Você já pensou neste assunto? Pesquisa realizada pela USP, sob a orientação da médica Camila Abdo, mostra que metade das mulheres ouvidas em levantamento do Prosex, um projeto ligado à sexualidade, do Curso de Medicina da Universidade, já traíram seus companheiros. Por quê?

Outro estudo, este realizado no Rio de Janeiro, mostrou que a principal justificativa para a traição feminina é a insatisfação com o parceiro. A antropóloga Mirian Goldenberg, autora de vários livros sobre o assunto, entre eles “Por que homens e mulheres traem?”, foi quem dirigiu a pesquisa.

Quase todas as mulheres entrevistadas disseram que faltava amor, romance e atenção por parte dos seus companheiros. Algumas alegaram ainda vingança e melhora da auto-estima. Dá só uma olhada nas principais causas alegadas:

A falta de atenção do companheiro – Os homens possuem a tendência de ignorar as pequenas coisas que deixam as mulheres felizes. Não elogiar a roupa e o cabelo, e esquecer de datas comemorativas, podem acabar com o seu relacionamento;

Estar com uma pessoa sem gostar verdadeiramente – Se a mulher se envolve com alguém sem sentir o mínimo de afeto por essa pessoa, ela vai acabar procurando por outro alguém;

Perder a admiração – As mulheres gostam de admirar os homens pelo o que eles são e pelas suas conquistas, se deixarem de admirá-los, não terão mais respeito e, conseqüentemente, irão traí-lo;

Vingança – Uma mulher traída é o pior inimigo que um homem pode ter. As mulheres traídas são capazes de qualquer coisa para voltar a sentirem-se bem consigo mesmas;

Ter a certeza que ainda ama o seu namorado – Existe uma fase no relacionamento em que as mulheres se questionam se ainda amam o seu companheiro. Muitas vezes, elas usam essa dúvida como desculpa para trair.