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22 fevereiro 2012

Descoberto fungo amazônico que degrada plástico mesmo sem oxigênio

Pesquisadores americanos descobriram um fungo na Amazônia equatoriana capaz de degradar poliuretano, um tipo de polímero muito usado para a confecção de espumas, adesivos e tintas. O trabalho, publicado na Applied and Environmental Microbiology, pode levar a estratégias inovadoras para reduzir o impacto ambiental dos plásticos.

Ambientalistas argumentam que os plásticos demoram muito para se decompor na natureza. O polietileno, por exemplo, leva cerca de 50 anos. O PET, usado na produção de garrafas plásticas, permanece até 200 anos no ambiente. Cientistas explicam que fungos e bactérias ainda não desenvolveram o arsenal de enzimas necessário para degradar as longas cadeias sintéticas de carbono, hidrogênio e outros elementos que constituem os plásticos.

Daí a necessidade de pesquisas e ações para remediar o problema. Um acordo, ainda em fase de implementação, do governo paulista e da Associação Paulista de Supermercados (Apas), pretende banir a distribuição de sacolas plásticas nos supermercados do Estado, um gesto para evitar que 2,4 milhões de unidades - cada uma leva, no mínimo, 40 anos para se decompor - sejam lançadas no ambiente todos os meses.

MATÉRIA COMPLETA:
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,descoberto-fungo-amazonico-que-degrada-plastico-mesmo-sem-oxigenio,838081,0.htm

23 janeiro 2012

http://economia.ig.com.br/fabricantes-de-sacolas-verdes-reduzem-custos-e-brigam-por-mercad/n1597593939683.html

Os fabricantes de sacolas plásticas andam vivendo dias de aparente indecisão. De um lado, gritam quase em uníssono pela voz de sua entidade de classe – a Abief – que o acordo entre os supermercados e o Estado de São Paulo é apenas um engodo à população, que tem como objetivo verdadeiro melhorar a imagem do governo e encher ainda mais os bolsos das grandes empresas que dominam o setor. Do outro, de forma bem mais silenciosa, essas mesmas empresas travam uma batalha para conquistar um mercado que promete ser crescente e lucrativo: o das sacolas plásticas biodegradáveis, eleitas por essas mesmas empresas como as inimigas número um do setor.


MATÉRIA COMPLETA:
http://economia.ig.com.br/fabricantes-de-sacolas-verdes-reduzem-custos-e-brigam-por-mercad/n1597593939683.html

26 novembro 2011

Empresa Japonesa cria máquina que transforma garrafas plásticas em gasolina

Clique acima para assistir o video.
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O plástico é um dos grandes vilões do meio ambiente e não é por menos, sua matéria-prima é o petróleo um recurso natural limitado e os produtos feitos com o material demoram milhares de anos para se biodegradar.

7% do petróleo mundial é utilizado para produção de plástico. Para se ter uma idéia este número é maior do que todo o consumo de petróleo do continente Africano.

Agora me diga, para aonde vão todos estes produtos feitos de plásticos? São três destinos certos: ou eles vão parar em lixões criando montanhas de lixo, são incenerados liberando perigosos tóxicos ou no pior caso vão parar nos oceanos criando lixões flutuantes gigantescos como o Lixão do Oceano Pacífico.

Um outro ponto crítico é que a maioria dos produtos feitos de plástico só são utilizados uma única vez. Em nosso dia a dia estamos acustumados a usar embalagens descartáveis, garrafinhas de plástico, sacolinhas e copos sem necessidade, é possível utilizar outros produtos mais eficientes ou criar estes mesmos produtos com matérias-primas mais sustentáveis.

Para um planeta mais limpo é preciso reduzir o consumo de produtos feitos de plástico e reciclar os já existentes! Apesar dos avanços na conscientização hoje nós produzimos 20 vezes mais plástico doque a 50 anos atrás.

Pensando no problema do descarte a empresa japonesa Blest criou uma máquina que consegue transformar diversos tipos de plástico em um óleo refinado pode se transformado em óleo diesel, querosone e gasolina. A máquina é pequena, simples e segura. Veja o video no começo do post e entenda a proposta.

Achei a máquina incrível, parece ficção cientifica. Hoje elas só estão disponíveis para empresas mas o idelizador das máquina o professor Akinori Ito luta para que elas fiquem mais baratas e acessíveis para que todos possam ter uma em casa.

17 novembro 2011

Plástico ‘verde‘ chega aos estádios


O Amsterdam Arena, usado pelo clube holandês Ajax, será o primeiro estádio do mundo a utilizar assentos feitos usando cana de açúcar. O material será fornecido pela Braskem, maior produtora mundial de resinas fabricadas com fontes renováveis. O projeto da Amsterdam Arena, empresa responsável pela gestão do estádio holandês, é substituir dentro dos próximos dois anos um total de 54 mil assentos.

O anúncio da parceria será feito hoje, na Holanda, e é cercado de simbologias. A previsão da organização do evento é de que a cerimônia ocorra às 11h11 (08h11, no horário de Brasília). Além da escolha do número 11, presente também no dia e mês do ano, a data também foi escolhida por representar o Dia da Sustentabilidade na Holanda, país no qual o tema tem dimensões culturais. “O objetivo da prefeitura é tornar Amsterdã o município mais sustentável do mundo”, destaca o diretor de marketing corporativo da Braskem, Frank Alcântara, que representará a companhia brasileira durante o evento.

A parceria também marcará simbolicamente a entrada do polietileno produzido com a cana de açúcar no universo futebolístico. “Temos o desejo de fornecer o produto para as arenas da Copa no Brasil. E esperamos que o anúncio na Holanda influencie as negociações aqui”, diz o diretor de negócios de químicos verdes da Braskem, Marcelo Nunes.

As conversas sobre a utilização do chamado plástico verde em estádios ainda estão em fase inicial e, dentre os projetos em construção no Brasil, a Arena Fonte Nova seria uma candidata natural a adotar a novidade. A obra baiana está sendo construída pelo Consórcio Arena Salvador, constituído pela Odebrecht Infraestrutura e Construtora OAS. Além do envolvimento do grupo Odebrecht (controlador da Braskem) com o projeto, a arena conta com a consultoria da Amsterdam Arena.

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A utilização do plástico verde em estádios de futebol traz pouco ganho à Braskem do ponto de vista comercial – serão utilizadas cerca de 100 toneladas do produto no estádio holandês.

Há, por outro lado, a atratividade da divulgação do material, também utilizado na fabricação dos troféus entregues aos pilotos no Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 em 2009.

A produção comercial da resina teve início em setembro do ano passado, após meses de testes. A fabricação acontece em uma unidade localizada no município de Triunfo (RS), com capacidade anual de 200 mil toneladas de eteno verde, produto posteriormente convertido em polietileno. Desde então, a Braskem anunciou acordos de fornecimento do material para diversas empresas, entre elas Nestlé, Natura e Tetra Pak.

A divulgação do produto brasileiro será facilitada porque a cerimônia na Holanda reunirá outras 34 empresas, com as quais a Amsterdam Arena anunciará parcerias. O objetivo é tornar o campo do Ajax o estádio mais sustentável do mundo, com a previsão de emissão zero de gás carbônico até 2015.