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20 dezembro 2011

Boletim de Desmatamento (SAD) Outubro de 2011


Hayashi, S., Souza Jr., C., Sales, M. & Veríssimo, A. 2011.

Ações do documento

Boletim de Desmatamento (SAD) Outubro de 2011

Em outubro de 2011, o SAD detectou 102 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal. Isso representou redução de 33% do desmatamento em relação a outubro de 2010 quando o desmatamento foi de 153 quilômetros quadrados. Desse total, 33% ocorreram no Mato Grosso, seguido por Rondônia (26%), Pará (24%) e Tocantins (9%).

O desmatamento acumulado no período de agosto de 2011 a outubro de 2011, correspondendo aos três primeiros meses do calendário atual de desmatamento, totalizou 512 quilômetros quadrados. Houve redução de 4% em relação ao ano anterior (agosto de 2010 a outubro de 2010) quando o desmatamento somou 533 quilômetros quadrados.

As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 456 quilômetros quadrados em outubro de 2011. Em relação a outubro de 2010 houve uma redução de 18% quando a degradação florestal somou 559 quilômetros quadrados. A grande maioria (81%) ocorreu no Mato Grosso, seguido pelo Pará (14%) e Rondônia (5%). A degradação florestal acumulada no período de agosto de 2011 a outubro de 2011 totalizou 1.246 quilômetros quadrados. Em relação ao período anterior (agosto de 2010 a outubro de 2010) houve redução de 52% quando a degradação florestal somou 2.599 quilômetros quadrados.

Em outubro de 2011, o desmatamento detectado pelo SAD comprometeu 7,7 milhões de toneladas de CO2 equivalente o que representa uma redução de 19% em relação a outubro de 2010. No acumulado do período (agosto 2011 - outubro 2011) as emissões de C02 equivalentes comprometidas com o desmatamento totalizaram 32 milhões de toneladas, o que representa pequeno aumento de 1% em relação ao período anterior (agosto de 2010 a outubro de 2010).

Foi possível monitorar 51% da área florestal na Amazônia Legal em outubro de 2011. Os outros 49% estavam cobertos por nuvem o que dificultou o monitoramento na região.

01 julho 2011

Contra 'lado negro' da Volks, ambientalistas fazem vídeos bem-humorados

Contra 'lado negro' da Volks, ambientalistas fazem vídeos bem-humorados
Da Redação

Rebeldes mirins enfrentam o vilão Volks Vader em vídeo divulgado pela ONG Greenpeace

Rebeldes mirins enfrentam o vilão "Volks Vader" em vídeo divulgado pela ONG Greenpeace

A ONG internacional Greenpeace, famosa pelos seus atos radicais pela causa ambiental, escolheu um novo alvo: a Volkswagen. Segundo os ambientalistas, a Volks ajuda a financiar lobbies contra a aprovação de leis que restringem as emissões de gás carbônico (CO2, causador do efeito estufa) na Europa. Para o Greenpeace, apesar de a companhia tentar passar uma imagem de amiga do meio-ambiente, na verdade ela não apóia causas como a redução do consumo de petróleo e a proteção de regiões sensíveis, como o Ártico.

A campanha publicitária de lançamento da sétima geração do VW Passat, veiculada este ano durante o intervalo do Super Bowl, a grande final do campeonato norte-americano de futebol americano, mostra uma criança vestida de Darth Vader, o vilão da série de filmes "Guerra nas Estrelas", demonstrando seus "poderes" diante do sedã. O Greenpeace decidiu utilizar essa propaganda como base para propor uma "aliança rebelde" (novamente em alusão à série de filmes) contra a Volks.
ONG propõe ação contra a vilã VW

A ONG afirma em um manifesto que "vê um lado bom na VW, pois ela possui engenheiros capazes de fazer alguns dos carros mais eficientes do mundo. Mas para cada carro eficiente que a companhia vende, ela comercializa outros 15 que emitem muito mais gás carbônico". O Volkswagen Group inclui marcas como Porsche, Lamborghini e Bugatti, cujos bólidos consomem muito combustível. Por outro lado, possui linhas "ecológicas", como a gama Bluemotion, que na Europa possui modelos que fazem mais de 20 km/litro de diesel.

Atualmente, políticos europeus discutem uma restrição ainda maior às emissões de gás carbônico. A meta é, considerando os níveis permitidos em 1990, propor uma redução de 20% a 30%, a qual entraria em vigor em 2020. O Greenpeace salienta que companhias como o Google, a Sony e a Unilever (nenhuma delas fabricante de carros) apóiam a causa, e que isso deveria servir de exemplo para a Volkswagen.

Por fim, os ambientalistas propõem uma postura para a fabricante alemã de veículos: estipular uma meta para que, em 2040, todos os carros fabricados pela companhia sejam totalmente independentes do uso de petróleo. A Volkswagen, que tem como meta ser a maior fabricante de carros do mundo em 2018, ainda não se manifestou a respeito das acusações.

http://carros.uol.com.br/ultnot/2011/07/01/contra-lado-negro-da-vw-ambientalistas-fazem-campanha-bem-humorada-na-web.jhtm