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26 dezembro 2011

Ficar grudado não é prova de amor e pode destruir a relação

RENATA RODE
Colaboração para o UOL

Estar junto o tempo todo nem sempre é bom para o relacionamento e, segundo especialistas, casais que não dão importância à individualidade podem ter os dias da relação contados. Laila Pincelli, psicóloga especializada em terapia de casal, revela que é comum presenciar depoimentos de frustrações de parceiros que abdicaram parte de sua vida pelo outro.

“Isso é muito comum, principalmente entre as mulheres. Geralmente, quem age desta maneira imagina que está agradando o parceiro e que essa atitude fará com que o outro a veja como uma pessoa especial e dedicada. Muitas vezes, o processo de abrir mão de suas coisas acontece gradativamente e sem que a pessoas tenha consciência dele e de suas consequências”, diz Laila.

A terapeuta ainda afirma que esse comportamento pode, inicialmente, ser confundido com uma prova de amor. “Algumas pessoas agem assim na ânsia de querer mostrar ao outro o quanto a relação é importante. No entanto, com o tempo, começam a surgir as cobranças e os ressentimentos. O casal que faz tudo junto e deixa de lado a individualidade tende a transformar o dia a dia em uma rotina cansativa, sem atrativos e alegria; inclusive, sem diálogo. Já vi muitos parceiros que não conversam mais por não ter o que falar. Afinal, ambos vivem na redoma de fazer tudo junto e em uma rotina metódica.”

Para Ceci Akamatsu, terapeuta e autora do livro “Para que o Amor Aconteça - Deixe as Ilusões de Lado e Transforme sua Vida Afetiva” (R$ 24,90, Verus Editora), ainda há outro problema a ser discutido: o grude não significa proximidade e intimidade dos casais.

“Nossa interação com o outro vai além do nível físico. Compromete também as dimensões emocional, mental e espiritual e para que tudo esteja em harmonia, é necessário que existam momentos isolados, em que precisamos estar bem e sozinhos para pensar ou meditar. Se não soubermos distinguir o que é nosso ou do outro, a interação passa a acontecer de forma distorcida e, em algum momento, esse desequilíbrio aparece na relação, seja na forma de cobranças, brigas, traições ou outras situações desagradáveis”, diz.

MATÉRIA COMPLETA:

http://estilo.uol.com.br/comportamento/ultimas-noticias/2011/12/23/ficar-grudado-nao-e-prova-de-amor-e-pode-destruir-a-relacao.htm

23 setembro 2011

SER MANDONA COMPROMETE VIDA AMOROSA, DIZ PESQUISA

http://mulher.terra.com.br/noticias/0%2c%2cOI5367931-EI16610%2c00-Ser+mandona+compromete+vida+amorosa+diz+pesquisa.html

Uma pesquisa aponta que as mandonas no lar ficam até 100 vezes mais tempo sem fazer sexo. Foto: Getty Images

Uma pesquisa aponta que as mandonas no lar ficam até 100 vezes mais tempo sem fazer sexo
Foto: Getty Images

MICHELLE ACHKAR

Assumir a liderança e tomar todas as decisões a respeito da casa e da vida familiar não tem nada de errado, mas pode comprometer a vida amorosa. Uma pesquisa aponta que as "mandonas" no lar ficam até 100 vezes mais tempo sem fazer sexo do que as que costumam dividir as decisões com os companheiros. As informações são do site do jornal inglês Daily Mail.

O levantamento foi feito com mulheres em seis países da África, divididas em dois grupos: as que conduziam tudo sozinhas e as que discutiam e tinham a participação dos homens no planejamento e execução de tarefas, que incluem a definição do orçamento familiar semanal ou mensal, compras, visitas a amigos, consultas médicas, entre outros itens.

"Quanto mais decisões a mulher tomou sozinha, maior foi o tempo sem sexo, que aumentou de três a 100 vezes", disse Michelle Hindin, professora da Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, em Baltimore, Estados Unidos.

No entanto, os pesquisadores alertaram que a diminuição na frequência sexual também pode ser uma decisão das mulheres. Eles consideram que pode ser uma consequência do estilo mandão das parceiras, que poderia intimidar os homens, mas também uma atitude delas, que nem no quarto querem perder o controle e por isso não cedem à paixão.