Mostrando postagens com marcador obesidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador obesidade. Mostrar todas as postagens

25 janeiro 2012

Obesidade no Exército brasileiro cresce 300%

Foto: Felipe Bryan Sampaio/ iG

Pesquisa mostra que recrutas estão mais gordos

Os recrutas brasileiros estão mais gordos e mais próximos de problemas de saúde como diabetes,hipertensão e impotência sexual.

Uma pesquisa conduzida pelo cardiologista do Hospital do Coração (Hcor), Daniel Magnoni, mostrou que os jovens com 18 anos, interessados em ingressar nas Forças Armadas Brasileiras, chegam ao Exército já com excesso de gordura em níveis prejudiciais ao organismo.

Em 30 anos (1978 e 2008), o aumento das taxas de obesidade nesta população foi de 300%, saindo de 0,9% há três décadas para atuais 2,8%. O sobrepeso aumentou 200%, saindo de 6,8% para 15,5%

A conclusão foi feita com base em 2 milhões de homens recrutas. Para Magnoni, a pesquisa espelha uma situação preocupante em uma parcela da população muito jovem. “Esperávamos que estivessem menos gordos e mais saudáveis. Eles tinham 18 anos quando foram avaliados”, afirmou o

MATÉRIA COMPLETA:

http://saude.ig.com.br/bemestar/obesidade-no-exercito-brasileiro-cresce-300/n1597596488224.html

25 novembro 2011

Trabalhar à noite favorece o ganho de peso



  • http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/trabalhar-a-noite-favorece-o-ganho-de-peso/

  • 25 de novembro de 2011 |
  • 22h52 |
  • Tweet este Post
  • Categoria: Saúde

    Quem trabalha à noite fica predisposto a engordar. Isso porque, de acordo com um estudo da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o turno noturno provoca alterações hormonais que fazem com que o organismo não reconheça mais sinais de saciedade. “Já havia uma ideia de que pessoas que trabalham à noite comem mais, mas não se sabia se elas sentiam ou não mais fome e o porquê disso”, explica o endocrinologista Bruno Geloneze Neto, e coordenador do estudo.

    Para entender a influência do turno noturno sobre o comportamento alimentar, os pesquisadores avaliaram 24 trabalhadoras do Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (HC – Unicamp). Elas foram submetidas a refeições padrão, que consistem na ingestão de 515 calorias, com uma dieta hiperproteica e hiperlipídica. Além disso, todas tinham a mesma faixa de índice de massa corpórea (entre 25 e 35), padrões semelhantes de atividade física e de condições socioeconômicas e culturais. Do total, 12 funcionárias trabalhavam à noite e 12 eram do turno diurno.

    Após as refeições as mulheres ficavam por observação durante quatro horas. Segundo Geloneze, ao terminarem de comer, as funcionárias que trabalham à noite não passavam pela queda do hormônio grelina nem pelo aumento da substância xenina – são elas que geram a saciedade no organismo. Por outro lado, esse balanço hormonal costuma ocorrer em qualquer pessoa que leve uma rotina normal. A grelina também reduz o gasto de energia, promove a retenção da gordura e aumenta a produção de glicose no corpo.

    A conclusão do estudo da Unicamp é de que os trabalhadores noturnos apresentam deficiências no mecanismo da saciedade. “Acreditamos que isso ocorra porque há uma alteração no ritmo circadiano (período de aproximadamente um dia sobre o qual se baseia todo o ciclo biológico do corpo humano. O organismo trabalha em momentos nos quais o corpo deveria estar descansando e, assim, a produção dos hormônios fica totalmente bagunçada. Nosso corpo não foi feito para sentir fome à noite, ir ao banheiro”, exemplifica Geloneze.

    Para ele, a descoberta indica que a obesidade resultante do turno noturno não deve ser tratada como um quadro simples de excesso de peso. “Nestes casos deve haver uma individualização do tratamento com drogas que modulem a produção de xenina e grelina. Essas substâncias já estão sendo pesquisadas”, conta. Um dos pontos altos do estudo é justamente a análise desses hormônios, que ainda são “pouco estudados”, segundo a endocrinologista Edna de Melo, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

    Pizza e frituras

    O músico Deivison de Araújo Júnior, de 27 anos, está convencido de que a madrugada é inimiga da balança. Ele conta que já engordou 12 quilos desde que começou a trabalhar à noite. “Durmo de dia, fico acordado à noite tocando e como alguma coisa sempre que tenho um intervalo. Mas é só lanche, salgado, pizza, fritura”, diz.

    “Nesse horário, as pessoas acabam escolhendo as opções mais práticas, que geralmente são também as menos saudáveis”, critica a nutricionista Ioná Zimberg, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

    Qualidade do sono interfere em casos de obesidade

    A qualidade ruim do sono, de uma forma geral, tem ligação com o ganho de peso, mesmo em pessoas que não trabalham à noite. Quando um indivíduo dorme pouco, em geral menos de 7 ou 8 horas por noite, o corpo libera quantidades mais elevadas do hormônio cortisol, que está ligado ao estresse e também tem uma relação direta com o acúmulo de gordura corporal.

    Segundo a neurologista Dalva Poyares, do Instituto do Sono, os estudos epidemiológicos apontam que o encurtamento do sono é um fator de risco para o desenvolvimento da obesidade e de síndromes metabólicas. “Além disso, dormir pouco também favorece eventos cardiovasculares”, comenta.

    Há, ainda, um fator comportamental envolvido na questão. “Essas pessoas desenvolvem um estilo de vida não saudável: porque dormem pouco, querem descansar nas horas livres e praticam pouco exercício também”, diz Poyares.

    A literatura científica internacional já vinha sugerindo que os trabalhadores noturnos apresentam uma tendência maior para o ganho de peso, mas os mecanismos envolvidos nesse processo, elucidados pelo trabalho da Unicamp, ainda não eram completamente conhecidos

    Tatiana Piva

    31 agosto 2011

    Trecho duplicado de cromossomo aumenta chances de magreza

    Segundo estudo europeu, problemas em um mesmo cromossomo, o 16, estão ligados tanto a magreza excessiva quanto ao sobrepeso

    Alessandro Greco, especial para o iG 31/08/2011 14:28
    http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/trecho+duplicado+de+cromossomo+aumenta+chances+de+magreza/n1597187240294.html


    Ano passado um grupo de cientistas europeus descobriu que a perda de uma pequena parte do cromossomo 16, já associada a problemas de aprendizado e sinais de autismo, aumenta brutalmente os riscos de obesidade grave. Em um novo estudo publicado nesta quarta-feira (31) no periódico científico Nature o mesmo grupo mostrou que a duplicação da mesma parte do cromossomo 16 está associada à magreza extrema e também a problemas de desenvolvimento. “Ficamos totalmente surpresos quando descobrimos ano passado que esta conhecida e já descrita deleção [no cromossomo 16] estava associada a uma forma de obesidade não descrita ainda e que era responsável por 0,5% dos casos de obesidade mórbida. E ficamos surpresos ainda quando descobrimos que a duplicação [do mesmo trecho do cromossomo 16], já associada a problemas psicológicos, também está ligada à excesso de magreza”, afirmou ao iG Jacques Beckmann, um dos autores do artigo, do Centro Universitário Hospitalar de Vaudois, em Lausanne, Suíça.

    O estudo é mais uma constatação de que o excesso de magreza não é exclusivamente um fenômeno cultural, mas também genético. “O que demonstramos é que além dos fatores não genéticos há aqueles relacionados aos genes e que eles são muito significativos. Uma criança pode ter um índice de massa corporal muito alto [obeso] ou muito baixo [magreza extrema] não porque damos a ela muita ou pouca comida, mas por conta de seus genes, sem qualquer relação à conduta de seus pais. E enquanto nos casos de obesidade há uma grande preocupação em relação aos fatores genéticos quase nada é conhecido sobre o outro extremo, a extrema magreza. Este estudo começa a construir o caminho para se demonstrar as bases genéticas dela”, explicou Beckmann

    Os pesquisadores também constataram que há outras características, além da extrema magreza, relacionadas à duplicação deste trecho do cromosossomo 16. “Outro fator surpreendente foi a variedade de fenótipos […] como circunferência da cabeça, autimo, problemas psicológicos. A questão é: estas características estão todas relacionadas ou seja a mesma mutação é responsável por todas elas ou é mera coincidência”, afirmou Beckmann.

    Um dos próximos passos do trabalho será identificar os genes que controlam essas características.

    18 abril 2011

    Pesquisa aponta que 15% dos brasileiros são obesos

    Equipe AE - 18/04/2011 - 17:36

    Pesquisa do Ministério da Saúde revela que os brasileiros acima do peso no País já são quase metade da população (48,1%) e os obesos já somam 15%. Conforme o estudo, essa proporção, há cinco anos, era de 42,7% e 11,4%, respectivamente. Para o ministério, o Brasil segue uma tendência mundial de aumento da obesidade por conta de uma alimentação inadequada aliada ao sedentarismo.

    Os dados fazem parte da pesquisa anual Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), que no ano passado entrevistou 54.339 adultos nas 27 capitais do País. A proporção de homens acima do peso passou de 47,2% em 2006 para 52,1% no ano passado. Já entre as mulheres, o crescimento foi de 38,5% para 44,3%.

    De acordo com coordenadora de Vigilância de Agravos e Doenças Não Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde, Deborah Malta, a obesidade é "um reflexo do baixo consumo de alimentos saudáveis como frutas, legumes e verduras e do uso em excesso de produtos industrializados com elevado teor de calorias, como gorduras e açúcares, além de baixos níveis de atividade física".




    http://www.hojeemdia.com.br/cmlink/hoje-em-dia/noticias/brasil/pesquisa-aponta-que-15-dos-brasileiros-s-o-obesos-1.268091

    http://www.abeso.org.br/pdf/Obesidade%20no%20Brasil%20VIGITEL%202009%20POF2008_09%20%20II.pdf