07 dezembro 2012

Corintiano ganha estádio que terá a sua própria cara

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http://www.estadao.com.br/especiais/corintiano-ganha-estadio-que-tera-a-sua-propria-cara-,189229.htm



06 dezembro 2012

Governo anuncia investimentos de R$ 54,2 bilhões em portos até 2017


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http://economia.ig.com.br/empresas/infraestrutura/2012-12-06/investimento-em-portos-somara-r-542-bilhoes-ate-2017.html
O governo anunciou nesta quinta-feira investimentos de R$ 54,2 bilhões até 2017 para o setor portuário. A medida contempla ainda novas concessões, a centralização do planejamento dos portos na Secretaria de Portos, a criação de uma Comissão Nacional de Praticagem e aportes em dragagem e nas estruturas portuárias. Segundo a presidenta Dilma Rousseff, o objetivo é conseguir a "maior eficiência possível, com maior movimentação de carga e menor tarifa possível".
"Esse programa de investimento em logística para o setor portuário é uma espécie de continuidade da abertura dos portos que, uma vez no passado, Dom João VI fez às nações amigas", afirmou a presidenta no anúncio. "É um passo para abrir os portos não mais às nações amigas, mas às forças produtivas do país e à iniciativa privada."
A presidenta afirmou que os R$ 54,2 bilhões serão obtidos a partir de investimentos públicos e também privados. O dinheiro será aplicado em arrendamentos e terminais de uso privativo (TUP), sendo R$ 31 bilhões em 2014 e 2015 e R$ 23,2 bilhões em 2016 e 2017. "Queremos uma explosão de investimentos no que se refere à expansão e melhoria dos portos quanto ao que se refere á parceria com setor privado", afirmou.
Os portos beneficiados são Espírito Santo, Rio de Janeiro, Itaguaí, Santos, Cabedelo, Itaqui, Pecém, Suape, Aratu e Porto Sul/Ilhéus. Também estão incluídos Porto Velho, Santana, Manaus/Itacoatiara, Santarém, Vila do Conde e Belém/Miramar/Outeiro, Porto Alegre Paranaguá/Antonina, São Francisco do Sul, Itajaí/Imbituba e Rio Grande.
Outros R$ 2,6 bilhões serão investidos em acessos hidroviários, ferroviários e rodoviários e em pátios de regularização de tráfego nos 18 principais portos públicos brasileiros. O Ministério dos Transportes entrará com R$ 1 bilhão e o restante será executado por Estados e iniciativa privada.

05 dezembro 2012

Volume de crédito é de R$ 100 bi para 2013, diz Mantega

Não teria sido mais correto investir esse dinheiro em infraestrutura, especialmente logísitica?

http://br.financas.yahoo.com/noticias/volume-cr%C3%A9dito-%C3%A9-r-100-bi-2013-diz-193300732--finance.html


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta quarta-feira que a nova linha de crédito para o Programa de Sustentação do Investimento (PSI) em 2013 terá um volume de recursos de R$ 100 bilhões. Segundo ele, R$ 85 bilhões serão tomados no sistema do Banco nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pelos bancos credenciados na instituição. O restante, os outros R$ 15 bilhões, vão ser destinados diretamente ao sistema bancário. Mantega disse que o novo PSI também terá liberação mais rápida e com menos burocracia.

O ministro anunciou que haverá também uma linha de crédito para financiamento de leasing. "A empresa que não precisa comprar máquinas e equipamentos poderá fazer leasing com taxas do PSI", afirmou.
Mantega destacou que o programa tem taxas de juros muito reduzidas e financia principalmente máquinas e equipamentos, peças e componentes, ônibus e caminhões e exportações

Violência: câmera flagra ladrão sendo roubado em São Paulo

Só pode ser pegadinha mesmo, ou a cara de pau passou de todos os limites!!!!!!!!!!

04 dezembro 2012

Pegadinha Ivo Holanda Ratazana

Essa é antiga, mas é de mijar de rir!

Metrô contrata estudos para três novas linhas na Zona Norte de SP

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http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/08/metro-contrata-estudos-para-tres-novas-linhas-na-zona-norte-de-sp.html


arte

Linha 6 do Metrô terá 3 terminais e garagem

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http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,linha-6-do-metro-tera-3-terminais-e-garagem,859901,0.htm


SÃO PAULO - Um estacionamento subterrâneo, três terminais de ônibus, muitas escadas rolantes e grandes claraboias. Esses são alguns dos elementos que os passageiros encontrarão nas estações da futura Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo. Desenhos do projeto preliminar de arquitetura revelam os diferenciais das paradas, que devem começar a abrir em 2016 - a previsão de início da obra é 2013. O ramal terá 15 estações.
A Estação Perdizes, na zona oeste, deverá ter até lugar para guardar carros. O projeto indica a construção de uma garagem subterrânea com quatro pavimentos. O Metrô não informou qual será a capacidade do estacionamento. As saídas serão pela Avenida Sumaré e pela Rua Apinajés. Também se estuda o plantio de várias árvores sobre a estação, que ficará bem ao lado do Hospital Albert Einstein.
O engenheiro José Geraldo Baião, presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô (Aeamesp), explica que garagens assim, ligadas ao transporte coletivo, tiram carros das ruas. "Não é só pensar em integração do metrô com trem ou ônibus. É preciso ligar o carro à rede de transporte coletivo."
Os ônibus também terão vez nas futuras estações. Na extremidade norte da Linha 6, as paradas Brasilândia e Vila Cardoso terão terminais para os coletivos, segundo o estudo de impacto ambiental da obra. A Estação João Paulo I igualmente terá um terminal. Outra característica marcante dessa estação é a sua cobertura, uma enorme claraboia sobre o mezanino e a parte central da plataforma, que ficará quatro níveis mais para baixo.
Na Estação Pompeia, situada na esquina da Avenida Pompeia com a Rua Venâncio Aires, zona oeste, terão prioridade, segundo o projeto, "os espaços de circulação de pedestres, haja vista a existência de um bom número de polos atratores" nas redondezas. A parada, que também pode ter uma claraboia, será construída no mesmo quarteirão do Sesc Pompeia e ficará perto dos Shoppings Bourbon e West Plaza.
Profundidade. A Linha 6-Laranja terá algumas das paradas mais profundas do Metrô. A Estação Cardoso de Almeida, na zona oeste, deverá ter 58 metros de profundidade e 20 escadas rolantes. O número de equipamentos deverá ser ainda maior na Estação São Joaquim, na zona sul, que se conectará à Linha 1-Azul. Ali, serão 32 desses aparelhos.

Metrô no Grande ABC começa a sair do papel

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http://www.dgabc.com.br/News/5939929/metro-no-grande-abc-comeca-a-sair-do-papel.aspx


O projeto da Linha 18-Bronze do Metrô, que ligará São Bernardo à Capital por meio de monotrilho, começará a ser definido ainda em fevereiro. Nesta semana, a Secretaria de Transportes Metropolitanos publicou no Diário Oficial do Estado chamamento público para que as empresas interessadas no modal se apresentem para desenvolver estudos técnicos sobre a futura linha. A construção e a operação do sistema serão feitas por meio de PPP (Parceria Público-Privada).
Este é o primeiro passo para a licitação que vai escolher a empresa responsável pelo serviço. De acordo com a publicação oficial, os interessados têm até dez dias para se manifestar e quatro meses para concluir o projeto. Nessa etapa, as companhias participantes devem apresentar projeto de engenharia, estimativa de gastos e receitas, aspectos ambientais, análise de riscos e cronogramas, entre outros requisitos.
Para o líder do PSDB na Assembleia Legislativa e integrante efetivo da comissão de Transportes, deputado Orlando Morando, a publicação no Diário Oficial representa a garantia de que o Metrô realmente virá para a região. "Agora, mais do que nunca, acabou o discurso e começou o prático."
O tucano acredita que as obras deverão ser iniciadas em janeiro de 2013. A previsão é de que a primeira fase do projeto, até o Paço Municipal de São Bernardo, fique pronta em 2015. A segunda, que amplia o trajeto até o bairro Alvarenga, no mesmo município, ficaria pronta no ano seguinte. O orçamento total previsto é de R$ 4,1 bilhões.
Para o secretário de Transportes e Vias Públicas de São Bernardo, Oscar Silveira Campos, o monotrilho irá auxilar na organização do transporte na cidade. O município será o que abrigará maior trecho do itinerário. "A necessidade de São Bernardo é ter transporte bem estruturado. Hoje está diagnosticado que 90% das linhas passam pela Avenida Faria Lima. Está clara a necessidade de um transporte estrutural."
PRÓXIMOS PASSOS
Orlando Morando explica que a companhia que apresentar o melhor projeto não necessariamente será a vencedora da licitação. "Se a empresa ‘X' apresentar o melhor projeto e a ‘Y' vencer a licitação, a ‘Y' terá que reembolsar a outra empresa para compensar o investimento aplicado nos estudos técnicos", explica. O modelo de chamamento público é comum em casos de parcerias com a iniciativa privada.
Demanda inicial é estimada em 295 mil passageiros por dia
O governo do Estado estima que a demanda inicial de passageiros por dia seja de 295 mil pessoas na Linha 18-Bronze do Metrô. Para atender a esse contingente, o trecho terá à disposição 20 veículos. Dessa forma, o intervalo entre trens será de 166 segundos.
A estimativa é de que até 2030 a demanda diária aumente para 472 mil passageiros. O número de composições deve dobrar, o que fará com que o intervalo médio caia para 113 segundos.

Projeto das novas ferrovias brasileiras - Valec

03 dezembro 2012

Como será o monotrilho da Linha 2 Verde do Metrô

Porto Maravilha Rio de Janeiro

Nova etapa da Linha 4 do Metrô começa a ser construída - 21/07/2011

Projeto Metrô para Niterói, São Gonçalo e Itaboraí Linha 3 do metro Rio ...

Chegou o dia anunciado por Einstein ?‏


Disse Albert Einstein: "Temo o dia em que a tecnologia se sobreponha à humanidade. Então o mundo terá uma geração de idiotas."
 


triste realidade...

 

Chegou o dia anunciado por Einstein ?
 
 

  Reunidos para tomar um café:


 
Convívio no restaurante: 

 
Curtindo a BELEZA do Museu:

 
Encontro agradável na lancheria:

 
Curtindo um belo dia de praia: 

 
No estádio...apoiando e torcendo pela sua equipe:

 
Na intimidade do jantar a dois: 

 
Passeando na cidade num conversível:

02 dezembro 2012

Arena Corinthians se prepara para sediar abertura da Copa do Mundo 2014

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http://www.infraestruturaurbana.com.br/solucoes-tecnicas/21/artigo273235-1.asp


Sede da abertura da Copa do Mundo de 2014, o novo estádio do clube Corinthians, ainda sem nome oficial definido, já está com mais de 50% de suas obras avançadas. Construída no bairro de Itaquera, na zona Leste da capital paulista, a arena terá capacidade para 48 mil torcedores, mas na partida de abertura da Copa ganhará mais 20 mil assentos provisórios para atender às exigências da Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa).
Assinado pelo arquiteto Aníbal Coutinho, o projeto da arena prevê quatro alas: Norte, Sul, Leste e Oeste. Nesta última, será instalado o prédio principal, com dois pavimentos destinados a estacionamentos cobertos, além de camarotes, área de imprensa, vestiários e uma área de 7 mil m² destinada a feiras e convenções. Do lado leste, ficarão as arquibancadas inferiores e um andar de arquibancadas superiores. As alas Norte e Sul terão apenas arquibancadas inferiores, salvo durante a realização da Copa do Mundo, onde receberão assentos provisórios.
As quatro alas estão diretamente ligadas umas às outras pelas arquibancadas inferiores, que formam um anel único, e também pela cobertura, que cobrirá 100% dos assentos destinados aos torcedores, deixando aberta a área acima do gramado.

Obras no entorno do Itaquerão

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http://www.infraestruturaurbana.com.br/solucoes-tecnicas/21/artigo273255-1.asp

divulgação: dersa

Começaram em agosto as obras do Complexo Viário do Polo Industrial de Itaquera, que pretendem melhorar o tráfego na zona Leste de São Paulo e diminuir o deslocamento diário dos moradores para outras regiões da cidade a partir da criação de oportunidades de trabalho locais.
De acordo com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (SMDU), o polo industrial em Itaquera ficará em uma área próxima ao futuro estádio do Corinthians, localizado nas proximidades das estações do metrô Itaquera e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). O empreendimento contará com uma Faculdade de Tecnologia (Fatec), uma Escola Técnica Estadual (Etec), Senai, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, um edifício multifuncional com centro de eventos, uma rodoviária, a escola de formação do Instituto Dom Bosco, além de outros equipamentos.
Segundo a secretaria, os empreendimentos são resultado da parceria entre a Prefeitura Municipal e o Governo do Estado de São Paulo, sob responsabilidade da Dersa - Desenvolvimento Rodoviário S.A. O Consórcio Viário Zona Leste, formado pelas construtoras OAS e S/A Paulista, terá 20 meses para realizar as seguintes obras:
● Nova avenida da ligação Norte-Sul, entre as Avenidas Itaquera e José Pinheiro Borges (Nova Radial) e respectivo conjunto de viadutos;
● Nova avenida de ligação entre as Avenidas Norte-Sul e Miguel Inácio Cury;
● Adequação viária da ligação entre a Av. Miguel Inácio Cury e a estação Corinthians-Itaquera do metrô;
● Adequação viária da Radial Leste nas proximidades da estação Corinthians- Itaquera, com a implantação de uma via expressa em mergulho.
divulgação coutinho, diegues, cordeiro ddg
Além disso, será realizada a licitação das alças de ligação entre as avenidas José Pinheiro Borges (Nova Radial) e Jacu Pêssego - avaliadas em R$ 75 milhões -, que facilitarão o acesso à Marginal Tietê e ao Rodoanel, e a construção da maior passarela de São Paulo, com valor estimado em R$ 19 milhões. O dispositivo terá extensão de 185 m, vão livre de 110 m e será usado por torcedores a caminho do estádio do Corinthians.
As obras serão executadas pelo Estado e caberá ao município promover as desapropriações, obras de compensação ambiental e o plano de comunicação da região. No total, segundo a SMDU, o Tesouro do Estado deve investir R$ 345,9 milhões no complexo viário, e a Prefeitura de São Paulo R$ 132,3 milhões, no total de R$ 478,2 milhões.
Já a Prefeitura Municipal deve executar até 2014, com recursos próprios, obras viárias e de drenagem para o novo prolongamento da Radial Leste. De acordo com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, as empreitadas previstas são:
● Canalização de 2.500 m do Córrego Verde, entre o rio Jacu e Av. Líder, e de 160 m do córrego Chá dos Jesuítas, em galeria, na travessia sob a Av. Radial Leste;
● Construção de alças de acesso da Rua Monsenhor Agnelo - Marginal, e de aproximadamente 200 m de pista simples para o acesso dos bairros da região à Nova Radial Leste, incluindo terraplenagem, pavimentação e drenagem;
● Construção do viaduto Guaianases e sistema viário: ligará a Av. Nova Radial Leste ao bairro de Guaianases para a transposição da via ferroviária da CPTM;
● Implantação do viário de apoio da Av. do Contorno: 500 m de via simples, incluindo drenagem e pavimentação;
● Implantação do viário de apoio Inajar Guaçu (Marginal): 300 m de via simples, incluindo drenagem e pavimentação;
● Implantação da ligação da Rua Alfredo Costa: 300 m de via simples, incluindo drenagem e pavimentação;
● Implantação de pista ligando a Rua Salvador Gianeti com a Estrada de Poá: 259 m de pista dupla, incluindo terraplenagem, pavimentação e drenagem;
● Construção de pontilhão da Quinta de São Miguel: 16 m de comprimento para transposição do córrego Itaquera Mirim;
● Construção de pontilhão da Rua Boa Vitória e Rua Benedito Leite Ávila: 18 m de comprimento para transposição do córrego Itaquera Mirim;
● Construção de via ligando a Nova Radial Leste à Av. Águia de Haia: 350 m de via com pista dupla incluindo terraplenagem, drenagem e pavimentação;
● Construção de viaduto de 240 m na confluência da antiga Radial Leste com a Nova Radial Leste, e de sistema viário de acesso a esse viaduto;
● Construção da Ligação Itinguçú - Rua José Giordano: 600 m de pista simples, incluindo terraplenagem, drenagem, pavimentação e muro à flexão;
● Recuperação de aproximadamente 130 m de extensão do pavimento da Rua Cristina Baumann;
● Alargamento da Rua Porto Amazonas com implantação de aproximadamente 100 m de pista simples, incluindo drenagem e pavimentação.

Cores dos vegetais são arma da dieta anti-câncer

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http://saude.ig.com.br/alimentacao-bemestar/2012-12-02/cores-dos-vegetais-sao-arma-da-dieta-anticancer.html


Nunca é tarde para incorporar frutas e vegetais à dieta , aconselham os especialistas. Um exemplo: pesquisas recentes sugerem que a ingestão de uma maçã por dia pode realmente manter uma pessoa longe do consultório médico, ajudando a evitar cânceres de garganta, boca , pulmão e possivelmentemama , observa Stacy Kennedy, nutricionista sênior do Instituto do Câncer Dana-Farber, em Boston (EUA). Isso porque as maçãs contêm um nutriente chamado quercetina, que protege o DNA da célula de danos que podem levar ao câncer .
“A chave é comê-la crua e com a casca, onde estão concentrados muitos dos nutrientes responsáveis pelo benefício à saúde”, explica Stacy.
As frutas vermelhas, outras queridinhas da dieta saudável, têm um preço um pouco mais salgado, mas podem ser estocado em sacos e congelado para uso durante todo o ano. Elas são ricas em antioxidantes e odestaque vai para o cranberrie: evidências indicam que o ácido benzóico encontrado nesses frutos pode inibir o câncer de pulmão e de cólon , e algumas formas de leucemia .
Entre os vegetais coloridos, Stacy sugere porções generosas de beterraba, cenoura e nabo frescos.
“Quanto mais brilhante e mais rico o pigmento, maior é o nível de nutrientes que atuam contra o câncer”, diz a nutricionista.
Vegetais folhosos e verde-escuros como couve, brócolis, repolho e couve de Bruxelas também são importantíssimos, ressalta a especialista. Pessoas que comem boas quantidades desses vegetais têm menores taxas de câncer de próstata, pulmão e estômago .

Gestão corintiana

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http://www.infraestruturaurbana.com.br/solucoes-tecnicas/21/artigo273179-1.asp

Marcelo Scandaroli

O novo estádio do Corinthians, na zona Leste de São Paulo, está sendo erguido ao custo de R$ 820 milhões. Exatos 46% desse valor - R$ 400 milhões - serão financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com recursos do Pró-Copa, linha de crédito para financiamento das arenas da Copa do Mundo de 2014. Os R$ 420 milhões restantes serão concedidos em títulos de isenção fiscal da Prefeitura de São Paulo, e o Governo Estadual deve investir mais R$ 70 milhões em arquibancadas temporárias para o jogo de abertura do evento esportivo.
Nesta entrevista, o vice-presidente do Corinthians, Luis Paulo Rosenberg, conta as particularidades desses investimentos, como esses aportes estão sendo geridos, em quanto tempo, como o financiamento será quitado e quais os riscos do negócio. Até o fechamento desta edição, O BNDES não havia liberado o valor de R$ 400 milhões para a obra da arena. Confira a entrevista.
"Se o Corinthians é o clube com maior inovação em marketing do País, por que ele entregaria a gestão de um empreendimento desse porte e dessa importância para uma empreiteira?"
Qual o papel do Clube Corinthians no gerenciamento da nova arena?
O Corinthians é o dono da arena. A gente dimensionou o estádio, escolheu o local e as características de cada dependência com base em um estudo de mercado, definiu tecnologias, como deveria ser a iluminação, etc. Também contratamos e controlamos a obra. Portanto, a Arena Corinthians não é um projeto que nasce da engenharia, nem do marketing. Nasce do conhecimento gerencial do Clube Corinthians. Além disso, ao contrário dos demais estádios do Brasil em que a empreiteira avisa o governo que quer fazer uma obra a partir de um projeto que ela própria negocia, o Corinthians, ao contrário, contratou primeiramente o arquiteto - Aníbal Coutinho -, que especificou a arena conforme aspectos de arquitetura, custo e a própria história do Corinthians. E a partir daí contratamos os outros serviços, incluindo a construção.
E qual a vantagem desse gerenciamento por parte do clube em sua opinião?
Ninguém no Brasil é melhor que o Corinthians para gerir a Arena Corinthians. Se o Corinthians é o clube com maior inovação em marketing do País, por que ele entregaria a gestão de um empreendimento desse porte e dessa importância para uma empreiteira? As empreiteiras é que deveriam contratar o Corinthians para gerenciar os empreendimentos das obras de estádios que elas fazem.
Mas se é o clube que gerencia os recursos, é ele também que operacionaliza o Arena Fundo de Investimento Imobiliário, e não a BRL Trust? E onde entra a Odebrecht?
O fundo existe para permitir o empréstimo à obra - que não poderia ser feito via clube - e para garantir ao financiador que esse estádio, prioritariamente, paga suas dívidas. A estrutura do fundo também tem a vantagem de blindá-lo de qualquer problema trabalhista que envolva o clube. Ele passa a ser uma instituição à parte em que o estádio e todas as propriedades do clube ficam contidas no fundo até o final do débito. Portanto, não se trata de um fundo que distribui cotas a quem quiser. Ele só tem três cotistas: o cotista sênior, que é o investidor, no caso, o BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social], que tem como intermediário o Banco do Brasil; o cotista júnior, que é o Corinthians, que colocou todas as suas propriedades dentro do fundo, somando R$ 470 milhões; e o cotista mezanino, que é a Odebrecht, que, para ter o benefício da obra, compromete-se a comprar a cota do Corinthians caso ele fique inadimplente. A BRL Trust é uma operadora a quem cabe realizar as operações financeiras e avaliar a boa qualidade das transações que o clube faz por meio do fundo.
Nesse sentido, o cotista júnior se compromete a usar todas as receitas advindas da operação do estádio para resgatar as cotas do cotista sênior?
Exatamente. E isso num prazo de financiamento de dez anos, ou seja, em 120 parcelas mensais.
Por que dez anos de financiamento se o Arena Fundo de Investimento Imobiliário foi prolongado de 16 para 30 anos? Isso não significa que o estádio só será do Corinthians em 30 anos?
Não tem nada a ver uma coisa com a outra. O Corinthians é proprietário do estádio desde o primeiro dia da obra. Mas, como em todo financiamento, o agente financiador detém direitos do bem alienado até que a dívida seja quitada. Então, uma coisa é a propriedade do estádio - que é do Corinthians, ainda que em nome do financiador até acabar a dívida. Outra coisa é a previsão de quitação dos débitos do clube com o BNDES, que é de dez anos. E uma terceira coisa é o tempo de vida do fundo, que estabelecemos em 30 anos.
Mas, então, o que significa prolongar para 30 anos um fundo criado para receber todas as receitas do estádio até o clube pagar os custos da obra?
O fundo é uma entidade à parte do clube e pode nos trazer benefícios gerenciais em outras situações. Em dez anos, quando quitar o financiamento com o BNDES, o Corinthians será dono de todas as cotas do fundo e, portanto, o fundo será dele e o clube poderá usar desse mecanismo como bem entender. Em 30 anos, quando acabar o prazo de validade do fundo, o Corinthians poderá extingui-lo ou, ainda, aumentar sua validade. Isso vai depender das estratégias gerenciais do dirigente que tiver à frente do clube.
De onde virá o dinheiro para quitar o financiamento com o BNDES?
O naming rights [direito de nomear um estádio com uma marca] da Arena Corinthians vai movimentar, no mínimo, R$ 25 milhões por ano. A venda dos 100 camarotes do estádio, por 500 mil, gerará receita de R$ 50 milhões por ano. As 20 mil numeradas trarão mais R$ 80 milhões por ano. Isso sem contar o faturamento do restaurante, dos eventos, do museu, dos patrocinadores, da publicidade, etc.
E quando, enfim, vocês pretendem negociar o naming rights da arena?
Não tenho pressa. Vamos supor que o financiamento com o BNDES seja assinado no final deste mês. Isso me dará dois anos de carência, ou seja, a primeira prestação será paga só em janeiro de 2015! Até lá, o estádio já estará construído e muito mais valorizado do que hoje. Então, se posso esperar até janeiro de 2015, por que venderia os direitos de naming rights agora? Isso significaria vender na baixa.

mais:

http://www.infraestruturaurbana.com.br/solucoes-tecnicas/21/artigo273179-2.asp

Maracanã

R$ 1 bilhão para reformar, R$ 7 milhões/ano para "privatizar". Tempo de retorno: 143 anos!! Piada pronta!!

A a Mídia só fala do estádio do Corinthians que conta com benefícios fiscais e dinheiro PRIVADO financiado sim por bancos públicos.
Por isso que não levo a sério nossos jornalistas...

PS: Cadê o Romário, o mais novo "paladino da Justiça"?

FONTE: UOL:


PRIVADO POR R$ 7 MILHÕES POR ANO

  • Ministério do Esporte/Portal da Copa
    O governo do Rio de Janeiro divulgou as primeiras informações sobre o processo de privatização do Maracanã. A administração do estádio será repassada à iniciativa privada no ano que vem, antes da reinauguração da arena. Pela concessão, o Estado ganhará cerca de R$ 7 milhões por ano.

ENTREVISTA ABRE JANELA PARA IMPEACHMENT DE LUIZ FUX

MATÉRIA COMPLETA:
http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/86778/Entrevista-abre-janela-para-impeachment-de-Luiz-Fux.htm


247 - A entrevista desastrosa do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, à jornalista Mônica Bergamo, em tese, abre espaço para seu próprio impeachment. Esta hipótese está prevista no artigo 39 da lei 1.079/50, que tem a seguinte redação:
     Art. 39. São crimes de responsabilidade dos Ministros do Supremo Tribunal Federal:
        1- alterar, por qualquer forma, exceto por via de recurso, a decisão ou voto já proferido em sessão do Tribunal;
        2 - proferir julgamento, quando, por lei, seja suspeito na causa;
        3 - ser patentemente desidioso no cumprimento dos deveres do cargo:
        5 - proceder de modo incompatível com a honra dignidade e decoro de suas funções.
A interpretação desta lei se submete ao artigo 52 da Constituição Federal de 1988, que diz que compete ao Senado Federal abrir processos de responsabilidade contra ministros do Supremo Tribunal Federal – o que, na história brasileira, jamais ocorreu, embora uma ação desse tipo pode ser proposta por qualquer cidadão.
A quebra de decoro, em si, é uma questão subjetiva. Mas, na entrevista à Folha (leia maisaqui), Fux fez diversas confissões constrangedoras:
1) Procurou um réu que seria julgado por ele – José Dirceu – antes de sua posse, na sua campanha para ser ministro do STF.
2) Procurou outro réu a quem julgaria – João Paulo Cunha – antes e depois de sua posse na suprema corte. 
3) Em reuniões com representantes do Partido dos Trabalhadores, ele admitiu ter usado a expressão "mato no peito", que foi interpretada como um sinal de que travaria o julgamento da Ação Penal 470.
4) Valeu-se de uma decisão judicial tomada no Superior Tribunal de Justiça relativa a créditos de IPI, tomada em favor da União, para pressionar Antonio Palocci a nomeá-lo.
5) Valeu-se de outra decisão, relacionada a um conflito entre produtores rurais e o movimento dos sem-terra, para obter uma recomendação de João Pedro Stédile, do MST.
Ministros do STF sempre fizeram algum tipo de política para chegar ao degrau máximo do Poder Judiciário. Mas, nunca antes na história deste país, um representante da suprema corte deixou tão explícito o jogo de troca de favores e de promessas para se chegar lá. 
Na cerimônia de posse de Joaquim Barbosa, o mau humor da presidente Dilma estava muito mais relacionado com o discurso de Luiz Fux do que com qualquer constrangimento relacionado ao novo presidente do STF. Afinal, foi ela quem o indicou. E, ao que tudo indica, está arrependida.